<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339</id><updated>2012-02-16T09:18:04.199-02:00</updated><category term='PREFÁCIOS'/><category term='REFLEXÃO'/><category term='OPINIÃO'/><category term='CARTAS'/><category term='VIAGENS'/><category term='HOBBIE'/><category term='DESABAFO'/><category term='ACADEMIA'/><category term='CITAÇÃO'/><category term='FAMÍLIA'/><category term='AUTO-CRÍTICA'/><category term='ESPIRITUALIDADE'/><category term='CURIOSIDADES'/><category term='TEOLOGIA'/><category term='ENTREVISTAS'/><category term='POESIA'/><category term='IDÉIAS'/><category term='REAÇÃO'/><category term='INTERESSANTE'/><category term='ANÁFORA'/><title type='text'>L. Wesley's COMMUNITÀS</title><subtitle type='html'>Blog pessoal dedicado ao exercício dos dons da liberdade, da razão, da experiência e do afeto na caminhada.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>182</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5428657677052100171</id><published>2011-10-20T01:36:00.005-02:00</published><updated>2012-01-09T20:33:54.329-02:00</updated><title type='text'>"I love you so much!"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 16px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qO2-Y7O6HsE/TqAF1Sc-8qI/AAAAAAAAAkM/4PhXRaMsTnw/s1600/Bevel+Jones.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-qO2-Y7O6HsE/TqAF1Sc-8qI/AAAAAAAAAkM/4PhXRaMsTnw/s200/Bevel+Jones.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Ontem, logo após o término do culto na magnífica Cannon Chapel da Emory University, caminhava em direção à saída do templo quando algo me tocou forte na região lombar direita.&amp;nbsp; Virei-me para ver e lá estava o Bispo&amp;nbsp;L. Bevel Jones III, com seus mais de 90 anos e já curvado pela idade, apoiando-se com uma mão na cadeira ao lado e, com a outra, estendendo, o mais que podia e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;quase ao ponto de desequilibrar-se,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;sua famosa bengala de marfim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Instintivamente, andei os dois passos que nos distanciavam e dei-lhe um abraço cuidadoso em face da idade, dos problemas de saúde e da queda que teve há alguns meses, na qual quebrou alguns ossos da perna, dos braços e da bacia.&amp;nbsp; “I love you so much, Wesley!”, ele me disse pausadamente e sem desviar o olhar.&amp;nbsp; “I love you, too, my dear Bishop!”, respondi com convicção e prontidão, tentando esconder a surpresa que ele, uma vez mais, me causara, e conter as lágrimas que já ameaçavam acumularem-se nos meus olhos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não foi a primeira vez que ele me falou do seu apreço por mim.&amp;nbsp; Em 2004, quando cheguei na Emory para fazer o pós-doutorado, sem sequer ter me encontrado antes, O bispo Jones foi o primeiro a me cumprimentar numa das minhas rápidas saídas pelos corredores da Candler School of Theology. &amp;nbsp;Ele me chamou pelo nome sem que eu o tivesse mencionado; queria saber como eu estava, se me faltava algo, como poderia ajudar, etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Não o conhecia previamente e, portanto, não fazia nenhuma ideia de quem se tratava.&amp;nbsp; Perguntei-lhe pelo seu nome, e ele disse apenas “Bevel”.&amp;nbsp; “Grato, Mr. Bevel.&amp;nbsp; Prazer em conhece-lo!”, respondi prontamente.&amp;nbsp; Como me intrigou a sua abordagem, busquei saber quem era o tal “Bevel”.&amp;nbsp; Procurei nos catálogos e descobri, fascinado, que se tratava de um dos ícones do metodismo contemporâneo do sul da América.&amp;nbsp; Mais tarde soube que ele participou no processo da minha seleção para o pós-doutorado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Suas histórias são fabulosas e boa parte delas são contadas em sua autobiografia intitulada&amp;nbsp;&lt;em&gt;One Step Beyond Caution: Reflections on Life and Faith&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(Um Passo Além da Precaução: Reflexões Sobre Vida e Fé).&amp;nbsp; Graduou-se em escolas famosas e&amp;nbsp;publicou vários artigos em jornais e periódicos religiosos, além de ser um dos bispos em residência na Emory e de ainda atuar como assistente especial na área de desenvolvimento da Candler, à esta altura por décadas. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5em;"&gt;É&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 1.5em;"&gt;&amp;nbsp;admirado nem&amp;nbsp;tanto pela importância que teve e tem no quadro do movimento cristão ecumênico, mas pela capacidade de enxergar as pessoas, de ouvir suas histórias,&amp;nbsp;de falar ao coração delas,&amp;nbsp;de ir além da tolerância discursiva, e de vir com as palavras precisas, nos momentos certos, no tom correto, e nas formas apropriadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Desde o início de seu ministério, tornou-se uma referência do movimento liberal e, certamente, esta opção o fez sofrer os mais diversos preconceitos provindos do mundo evangelical metodista e até além do próprio metodismo. &amp;nbsp;Afinal, para aqueles que se definem possuidores de reta doutrina, os "liberais" são pseudo-cristãos, desprovidos de Evangelho, não-espirituais, desviados do que se costuma classificar de "bases bíblicas", secularizados, indiferentes, frios e sem expressão de afeto. &amp;nbsp;Não é verdade! &amp;nbsp;Vi todas estas desqualificações -- e ainda outras piores! -- em alguns líderes eclesiásticos que conheci de perto, incluindo conservadores e carismáticos, progressistas e puritanos, evangelicais e libertadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O Bispo Jones teria tudo para desenvolver aquela insuportável empáfia episcopal facilmente observada nas relações puramente eclesiásticas, institucionais e hierárquicas, mas foi humilde e maduro o suficiente pra não tomar este caminho.&amp;nbsp; Preferiu continuar tocando pessoas, estando com elas, sendo como elas, e dando sentido ao que é mais importante e vai muito mais aquém e além das relações eclesiásticas: o afeto eclesial em torno da mesma Cruz, o senso comunitário simples e desprovido de motivação político-eclesiástica e ideológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Quando nos despedimos, não pude dar um só passo sem pensar a respeito da sua atitude e palavras.&amp;nbsp; O que primeiro me veio à mente foi que não nos custa nada sermos afáveis e encorajadores, e manifestarmos o apreço e o cuidado por alguém que pode parecer não significar nada e não passar de uma ameba, se comparado&amp;nbsp;a autoridade ética, moral e eclesiástica como a que possui o Bispo Jones.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;O segundo pensamento surgiu de algumas das minhas memórias de experiências negativas de passados não tão remotos. &amp;nbsp;Os s&lt;em&gt;tatus quo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;eclesiásticos ou societários, aqueles das capas episcopais, das togas acadêmicas, das camisas clericais ou dos anéis de graduação, não deveriam jamais levar pessoas de carne e osso a se tornarem arrogantes, agressivos, centrípetos, geradores de dependência, controladores, abusivos e autoritários.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Dentre as coisas que aprendi deste reencontro com o notório afeto do Bispo Jones, está a de que liderança cristã nada tem a ver com&amp;nbsp;&lt;em&gt;borra&lt;/em&gt;&amp;nbsp;eclesiástica que redesenha o caráter e a personalidade, e dela não se deveria extrair energias relacionais.&amp;nbsp; Como líder quero desenvolver a arte de expressar apreço e deferência, além de respeito e consideração, afeto e encorajamento, enquanto mantenho minha mente crítica e alerta, e meu coração aberto e transparente. &amp;nbsp;Mais que tudo, quero ser capaz de amar mais do que sou amado, de desenvolver a arte de me esvaziar e dizer, sem titubeio, olhando nos olhos de quem precisar ouvir, “I love you so much, brother/sister!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 1.5em;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5428657677052100171?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5428657677052100171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5428657677052100171&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5428657677052100171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5428657677052100171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/10/i-love-you-so-much_20.html' title='&quot;I love you so much!&quot;'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qO2-Y7O6HsE/TqAF1Sc-8qI/AAAAAAAAAkM/4PhXRaMsTnw/s72-c/Bevel+Jones.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8495715530961797935</id><published>2011-09-23T19:01:00.000-03:00</published><updated>2011-09-25T09:44:19.909-03:00</updated><title type='text'>O "Troy Davis" que somos todos!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_mMSw-iMhD4/Tn0GM1-Y3WI/AAAAAAAAAj8/N1ThAJM65kI/s1600/Mark+MacPhail.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-_mMSw-iMhD4/Tn0GM1-Y3WI/AAAAAAAAAj8/N1ThAJM65kI/s200/Mark+MacPhail.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Conquantocompartilhe da tristeza do todos em relação ao insensível assassinato dopolicial americano Mark MacPhail (foto ao lado), em 19 de agosto de 1989, penso que executar Troy Davis (foto abaixo), com todas as dúvidas existentes sobre sua culpa, não é a resposta&lt;/span&gt;.&amp;nbsp; E,&amp;nbsp;definitivamente, não se fez justiça!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Semqualquer evidência de DNA, e, uma vez que, com o passar do tempo, testemunha após testemunha se retratou do depoimento dado anteriormente -- algumas afirmando, inclusive, que houve coersão e ameaça por parte de policiais e investigadores --, é inadmissível e vergonhoso que o ConselhoEstadual de Indultos e Liberdade Condicional da Geórgia não viu nisso motivo suficiente para adiar a execução de Troy Davis.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O adiamento teria dado às partes a faltante oportunidade de examinarem, exaustivamente, todas as novas peças de evidência.&amp;nbsp;A verdade, nada menos e nada mais do que a verdade, é que deveria ter decidido odestino de Troy Davis, e não a unilateralidade dos cinco membros com assento naqueleConselho. &amp;nbsp;Afinal, o que estava em jogo não era uma condenação qualquer, mas a pena de morte, cujas bases eram duvidosas o bastante para ser repensada e revista!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DBVBzJFQvS8/Tn0HmWPw3fI/AAAAAAAAAkA/8e0h5DBCaWo/s1600/Troy+Davis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-DBVBzJFQvS8/Tn0HmWPw3fI/AAAAAAAAAkA/8e0h5DBCaWo/s200/Troy+Davis.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Decisões comoesta, uma vez mais, nos fazem pensar: É justiça sendo feita, ou se trataapenas daqueles que são minoria, dentre estes os negros, os imigrantes, osexcluídos, os indefesos, enfim, os “Troys Davis” que somos todos, correndo orisco de sermos acusados indevidamente e acabarmos num corredor da morte?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Colha-se disso tudo algumas lições. &amp;nbsp;Dentre elas a de que, muito além e mais profundo do que a "justiça" humana propõe, via assassinato legal ou ilegal, está o pecado que nos fez perder a sintonia com os propósitos de Deus na criação. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Aprenda-se também que a pena de morte é mais uma das horrendas expressões desta dessintonia causada pelo pecado, e jamais deveria ser abraçada por aqueles que cremos no Deus da vida! &amp;nbsp;&lt;/span&gt;E, particularmente no que tange a aqueles que vivemos nos EUA, não nos esqueçamos desta outra lição adicional: apesar de a justiça americana ser uma das mais pontuadas e respeitadas do mundo, ela jamais foi e jamais será perfeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Troy Davis não foi o primeiro a ser executado sem que se tivesse a certeza absoluta e inequívoca de que ele tenha sido mesmo o autor do crime, e pode muito bem não ter sido o último!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8495715530961797935?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8495715530961797935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8495715530961797935&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8495715530961797935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8495715530961797935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/09/troy-davis-somos-nos.html' title='O &quot;Troy Davis&quot; que somos todos!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_mMSw-iMhD4/Tn0GM1-Y3WI/AAAAAAAAAj8/N1ThAJM65kI/s72-c/Mark+MacPhail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5693921565255530446</id><published>2011-09-07T19:38:00.010-03:00</published><updated>2011-09-07T20:06:51.951-03:00</updated><title type='text'>Ah, se não fosse a Globo!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; line-height: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); 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[O] que nós, [plebeus,] reles mortais ignorantes, saberíamos? Hoje, por exemplo, [veja só!] aprendi que o 11 [de setembro de] 2001 foi "o maior atentado terrorista da história".  [What?!?!]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;E eu que pensava que o[s] maior[es] [foram o holocausto e] as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Mas, claro que [os 10 milhões de judeus perseguidos e mortos por Hitler e o seu Nazismo, ou mesmo os] 220 mil japoneses que morreram na explosão -- sem contar os que morreram pela radiação -- são [bem] menos que os 2.996 estadunidenses que morreram nas Torres Gêmeas [pelos quais, by the way, também choramos e com as famílias dos quais também nos solidarizamos!]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;[Ah, Rede Globo que há muito tenta me fazer de bobo!]"&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;_________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;(SE CONCORDOU, cole no mural da sua mídia social!)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0in; margin-right: 0in; margin-left: 0in; margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 18pt; "&gt;&lt;span style="font-family: Georgia; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; "&gt;*Todas as partes entre colchetes são adições ao texto original feitas por Luís Wesley.  A autoria do texto original é anônima.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5693921565255530446?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5693921565255530446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5693921565255530446&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5693921565255530446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5693921565255530446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/09/ah-se-nao-fosse-globo.html' title='Ah, se não fosse a Globo!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5303239022623341660</id><published>2011-08-16T20:39:00.004-03:00</published><updated>2011-08-17T20:52:03.415-03:00</updated><title type='text'>"Meu filho não merece nada"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;b&gt;A crença de que a felicidade &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;b&gt;é um &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;b&gt;direito &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;b&gt;tem tornado despreparada &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;b&gt;a geração mais preparada.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;br /&gt;Por Eliane Brum*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;*Eliane Brum escreve às segundas-feiras na &lt;i&gt;&lt;b&gt;Revista Época&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5303239022623341660?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5303239022623341660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5303239022623341660&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5303239022623341660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5303239022623341660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/08/meu-filho-nao-merece-nada.html' title='&quot;Meu filho não merece nada&quot;'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3044338334516484095</id><published>2011-08-13T08:36:00.002-03:00</published><updated>2011-08-13T08:38:51.708-03:00</updated><title type='text'>Oração de sábado, 13 de agosto de 2011</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Senhor Deus, "Fiel e Verdadeiro" (Apocalipse 19:11), me prostro diante de Ti neste dia em louvor e adoração. Grato, Senhor Jesus, pela vitória que ganhas-Te, pela a vida que vives-Te, e pelo nome que só o senhor possui. Habita em mim pelo Teu Espírito hoje, Te peço, e que a minha vida possa trazer glória a Ti, que eu seja fiel e verdadeiro. Amém. (Por Howard Snyder, tradução de Luís Wesley de Souza)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3044338334516484095?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3044338334516484095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3044338334516484095&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3044338334516484095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3044338334516484095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/08/oracao-de-sabado-13-de-agosto-de-2011.html' title='Oração de sábado, 13 de agosto de 2011'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3977810928391426751</id><published>2011-07-24T14:42:00.004-03:00</published><updated>2011-07-25T13:37:37.517-03:00</updated><title type='text'>Fez tudo isso e tá de bem com a vida?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;SE SIM, JUNTE-SE A MIM E MANDE O PESSOAL&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;DOS NOVOS PARADIGMAS LAMBER SABÃO!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Você foi criado comendo sanduíche de mortadela e doce de abóbora em formato de coração, e consumia fritura feita em banha de porco quase todos os dias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincou na terra, furou o pé num prego, nadou no riachinho da vila ou do campo, apanhou quando fez coisa errada e até quando não fez coisa tão séria assim, e ainda por cima costumava responder educadamente “Sim, senhor", "Sim, senhora", "Sim, mamãe” e “Sim, papai”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viveu nos tempos da Telefunken de válvula, esperava minutos até a imagem aparecer, tinha apenas três canais e absolutamente nenhuma coisa fantástica tipo “controle remoto”, chegou a assistir TV em branco-e-preto com tela sobreposta em três cores — azul, amarelo, e verde — sem pensar demais se era real ou não, Bombril era indispensável para a sintonia da antena, e o botão giratório de mudança de canais soava como uma metralhadora em pleno combate?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assistiu Tuel do Tempo, Terra de Gigantes, Perdidos no Espaço, Daniel Boone, Jeannie é um Gênio, Durango Kid, Nacional Kid, Batman e Robin e Os Três Patetas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua escola começava com o hino nacional, as lojas se fechavam no domingo, e só sobrava a "queimada" ou o futebolzinho de rua com bola de plástico colorida e traves feitas por duas pedras ou dois chinelos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usava lápis e apontador, e só conhecia caneta Bic que, tirada as tampas das extremidades e a carga de tinta, se transformava numa “bazuca-de-casca-de-laranja”, sempre com o desejo oculto de lançá-la na traseira daquela professora implicante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez avião de papel, algumas de suas bolas foram parar no telhado ou no terreno do vizinho "crica" que deixava o cachorro solto, jogou futebol de meninos contra meninas e ainda com bola murcha?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Saía correndo imitando supostos gritos de índios selvagens, enquanto interrompia o som batendo repetidamente a palma da mão na boca?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Usou Bamba, Conga, Kichut, Rainha e All Star, e alguns dos seus pares de sapato eram feitos no sapateiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravava as paradas de sucesso diretamente do rádio e em fita cassette, falou em telefone de fio e de disco, e pra fazer ligação interurbana tinha que obter o auxílio da telefonista?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bebeu água da bica usando a concha da mão, alguém sempre lhe dizia que tomar leite e comer manga fazia mal e podia até matar, e não deixavam você entrar na piscina por mais de duas horas após o almoço porque dava congestão?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Se apaixonou ainda na infância ou na tenra adolescência, brincou na lama e na chuva com o "objeto" de sua paixão, estremeceu e sentiu o seu interior se aquecer apenas por terem trocado olhares ou dado as mãos pela primeira vez, e depois nunca mais viu esta pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez ou viu seu amiguinho fazer pandorgas de papel jornal, fez ou viu sua amiguinha fazer bonecas de sabugo, subiu em árvores e despencou de cima de algum muro, pulou janelas, e roubou adesivos de carros pra fazer coleção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazia buracos com prego numa madeira, tirava o prego, enchia os buracos de pólvora retirada de fósforos, devolvia o prego no início de cada buraco e martelava com toda força só pra ouvir o estalo e conferir o estrago?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estourou de traques a bombas "de 200" — aquelas que enchiam a palma da mão e todo mundo queria! —, soltou foguetes sem perder os dedos, colocava bombas "de 100" debaixo de latinhas de leite condensado ou de massa-de-tomate só pra ver o quanto subiam e quão gordinhas elas voltavam, e as "de 200" em latões de lixo dos vizinhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andou de bicicleta sem freio ou com freio de pedais retroativos, caçou passarinho com estilingue e fez guerras de mamonas, e se aproximou de uma vaca por trás pra puxar-lhe o rabo e depois saiu em desesperada-disparada sob a risada dos seus “mui-amigos”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha a mínima ideia do que viria a ser PC, Apple, laptop, iPhone, iPad e iPod, e "CD" eram apenas as duas primeiras das três letras da abreviatura de um adjetivo terminado com "F" que dávamos aos nerds?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvia e cantava &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0vgwk8tUT5k"&gt;Bee Gees&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=r4p8qxGbpOk&amp;amp;feature=artist"&gt;The Beatles&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JMkFjYRWM4M&amp;amp;feature=related"&gt;The Rolling Stones&lt;/a&gt; sem entender nem 5% das letras das músicas, e ainda curtiu a "velha guarda" com Vanderléia, Vanderley Cardoso, Vanusa, Roberto e Erasmo, além de hinos religiosos tradicionais cantados sob o olhar conferidor de alguma velhinha da igreja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve inúmeros bichos de pé, teve aulas suspensas por causa de epidemia de piolho, perdeu um amigo seu n'alguma epidemia de meningite, pisou em caca de cachorro, deu topada em poste, martelou o próprio dedo, teve unha encravada, terçol, caxumba, catapora, sarampo, febre de 40 graus, etc?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora... se fez ou experimentou ao menos 90% destas coisas todas e ESTÁ DE BEM COM A VIDA E CONSIGO MESMO(A), junte-se a mim e mande o pessoal dos novos paradigmas lamber sabão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3977810928391426751?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3977810928391426751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3977810928391426751&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3977810928391426751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3977810928391426751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/07/fez-tudo-isso-e-ta-de-bem-com-vida.html' title='Fez tudo isso e tá de bem com a vida?'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8640769159255180991</id><published>2011-07-20T01:31:00.004-03:00</published><updated>2011-07-20T04:25:32.311-03:00</updated><title type='text'>Isso, mas também aquilo...</title><content type='html'>PROCURO não somente ser racional, mas também alguém que colhe o melhor da experiência; contemplativo, mas também engajado; objetivo, mas também reflexivo; discreto e educado, mas também ousado e impetuoso; líder via academia, mas também líder via experiência prática; um pensador à busca de profundidade, mas também um estrategista pragmático; intenso, mas também consensual; elaborador inteligente, mas também alguém que faz contato emocionante e relevante; intuitivo, mas também pesquisador; silencioso e solitário, mas também "vernacular" e companheiro; crítico, mas também encorajador; firme e franco, mas também terno e brando; exigente, mas também generoso; apascentador do coração, mas também líder à busca de excelência; íntegro, mas também integral e integrado; teólogo e missiólogo, mas também articulador multi-disciplinar e compreensível...&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' 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Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7748647130235672091</id><published>2011-07-08T14:50:00.014-03:00</published><updated>2011-07-11T13:16:36.834-03:00</updated><title type='text'>Críticos...</title><content type='html'>Como é desapontante e vergonhoso dar-me conta de que fico apenado de mim mesmo quando sei que o X e o Y não gostaram da minha pregação.  Minha alma se rende &lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;e se acalma, entretanto, quando trago à memória de que todo o alfabeto, de A a Z, rejeitou a mensagem do meu Mestre.&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;www.luiswesley.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7748647130235672091?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7748647130235672091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7748647130235672091&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7748647130235672091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7748647130235672091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/07/criticos.html' title='Críticos...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5775884856070824021</id><published>2011-06-20T17:43:00.085-03:00</published><updated>2011-08-04T12:29:47.704-03:00</updated><title type='text'>Música no contexto cristão consumista</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hh5psEw_2Qg/Tf-2FVxWrII/AAAAAAAAAiA/ixbg0TQEsKc/s1600/M%25C3%25BAsica.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; 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"&gt;é&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;mas imaginação poética, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;integridade teológica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;espiritualidade integral&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;e arte integrada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;à missão da igreja&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;são fundamentais!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;meta name="Title" content=""&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" unhidewhenused="false" name="Revision"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="34" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="List Paragraph"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="29" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="30" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Quote"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 1"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 4"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 5"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 6"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 6"&gt; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="31" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Subtle Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt; &lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:"ＭＳ 明朝"; 	mso-font-charset:78; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-536870145 1791491579 18 0 131231 0;} @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-536870145 1107305727 0 0 415 0;} @font-face 	{font-family:Cambria; 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Me cansei há muito desse "retão"&lt;/span&gt; (digamos assim por falta temporária de outra expressão) atordoante, cansativo, raso, repetitivo, gerador de ansiedade, desorientador, esmagador, alienado do contexto, e quase desprovido de imaginação poética e de conteúdo pedagógico para a vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A chamada "música gospel" brasileira, com raras exceções dentre os artistas que dela fazem parte, tem se dado ao tipo de teologia que gera exaustão espiritual e amnésia missionária.  Grande parte das músicas utilizadas no louvor e adoração das igrejas evangélicas demonstra que a igreja pode estar perdendo -- se já não perdeu! -- seus rumos teológicos e missionários.  Além disso, em muitíssimos casos, tais músicas e a aplicação que se dá à elas no contexto do louvor e adoração drenam a alma da gente, ao invés de nutri-la, de inspirá-la, de encharca-la com entendimento sobre o que significa relacionar-se com um Deus que se revela muito mais e com mais frequência através dos ventos cicios e tranquilos, do que pelas ventanias das expectativas cenógrafas, coreógrafas e alopradas do cristianismo consumista.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;/span&gt;O mercado consumidor da fé precisa que a música seja "ungida", i.e., que venha repleta de poderoso tesão-espiritual, do tipo que seja bom o bastante para gerar uma espécie de prazer &lt;/span&gt;espiritual-orgástico.  É muito comum que tal estado de êxtase espiritual resulte em relaxamento missionário, em pouca ou nenhuma seriedade num serviço cristão que se extenda ao mundo que sofre dores atrozes, injustiças sociais, fome, sede, exclusão e desesperança. Frequentemente, esta experiência de êxtase se traduz em espiritualização de tudo e, é claro, em alienação da realidade que cerca a igreja e os que dela fazemos parte.&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não ignoro o fato de que as pessoas hoje, como em outros tempos e contextos passados, experimentam a Graça divina de formas diferentes.  A própria Graça é multifacetada e não encontra limites nem no caminho, nem no alcance, nem na forma, e nem no estilo.  O que me preocupa e desconforta, contudo, é a intencionalidade com que a teologia prática resultante das canções populares evangélicas se tornaram pretenciosas, exigentes e mandonas (p.ex., “O Senhor &lt;i&gt;me&lt;/i&gt; prometeu, agora &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;eu&lt;/i&gt; quero o que é &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;meu&lt;/i&gt;!”, "&lt;i&gt;Eu&lt;/i&gt; reivindico aquilo que é &lt;i&gt;meu&lt;/i&gt;!", "Quero que o Senhor &lt;i&gt;me&lt;/i&gt; restitua o que &lt;i&gt;me&lt;/i&gt; pertence!", etc.).&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Vários cânticos parecem sugerir que a gente agora subiu num tijolinho e, por causa de tal "conquista", passou a achar que tem o direito de ser prepotente para com o Eterno! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Confio plenamente na autonomia do Espírito para tornar vivo e frutífero até mesmo o que é seco e desprovido de teologia bíblico-histórica e relevante.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Afinal, Deus é Deus, é livre e faz o que quer, como quer, onde quer, com quem quiser e, a rigor, faz tudo reverter para a Sua glória.  Vejo, contudo, que este mesmo Deus também disse “Estou farto!” — como é confortante saber que até Deus encontra razões pra ficar “farto” de certas coisas relacionadas à adoração! —, dentre elas a questão das mãos que se levantam manchadas de sangue (leia-se Isaías 1:10-17!).&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A meu ver, esta analogia está quase sempre relacionada à indiferença, à omissão, à injustiça, à opressão, à falta de misericórdia para com o próximo, a ausência de disposição em perdoar dívidas, etc.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando a gente acessa uma canção de adoração, deveríamos não somente examinar nossas próprias mãos e motivos da alma, mas também observar que a história do movimento cristão se fez acompanhar de música cheia de conteúdo teológico degustante, saboroso e tragável.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A teologia prática da música no culto não se dava ao puro entretenimento pessoal.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Isto é, entrar no espírito da adoração e louvor nada tem a ver com embarcar num vagão de montanha russa do puro consumo de espiritualidade frenética que se volta apenas para o meu próprio prazer.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Entoar um hino ou um cântico não é uma questão de adentrar numa experiência de “disneylândia espiritual”, no qual eu escolho os brinquedos teológicos que mais me atraem pra depois dizer apenas, “Esse foi bom, emocionante, arrebatador, de tirar o fôlego!”&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Na espiritualidade, cantar para Deus e o&lt;/span&gt; sobre Seu Reino é mais holístico do que se tem concebido!&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por vezes isso pode implicar conscientização, justiça, missão integral no mundo, e, mais que tudo, voz profética (reluto em usar a expressão “voz profética”, em razão das caricaturas que este termo ganhou em alguns contextos da prática da fé).  Há algum tempo fiz uma poesia com um título simples — “Cantar e Cantar” —, na qual digo o seguinte:&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cantar a alegria,&lt;br /&gt;Cantar a tristeza.&lt;br /&gt;Cantar o prazer ou o desgosto,&lt;br /&gt;Mesmo que lágrimas teimosas rolem no rosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cantar por justiça,&lt;br /&gt;Cantar por mudanças.&lt;br /&gt;Cantar por amor ou por protesto,&lt;br /&gt;Embora possa vir a ser sobre aquilo que detesto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cantar contra a pobreza,&lt;br /&gt;Cantar contra a maldade.&lt;br /&gt;Cantar contra o abuso e a opressão,&lt;br /&gt;Porque cantar assim é também estender a mão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cantar além do refrão,&lt;br /&gt;Cantar além da melodia.&lt;br /&gt;Cantar além das palavras e dos gestos,&lt;br /&gt;Para ver e saber que a vida não é feita de restos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cantar para o &lt;i&gt;Eu Sou&lt;/i&gt;,&lt;br /&gt;Cantar sobre o &lt;i&gt;Alfa e Ômega&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Cantar pelo &lt;i&gt;Paráclito &lt;/i&gt;todo o alfabeto,&lt;br /&gt;Até que o meu canto se torne bem mais concreto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;As músicas que fizeram parte do repertório da minha formação e caminhada cristã ao longo dos anos, lançam e desafiam o todo do que sou à experiência da simplicidade, i.e., de uma espiritualidade não-soberba, não-fechada, não-exigente e não-consumista, mas desejosa de amar e servir mais e mais a Deus e ao seu Reino.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span&gt; Músicas de Asaph Borba, Wolô, Sérgio Pimenta, João Alexandre, Jorge Camargo, Guilherme Kerr, Jorge Rehder, Nelson Bomilcar, Carlinhos Veiga, Carlinhos Félix, Josué Rodrigues, Adhemar de Campos, Stênio Marcius, Glauber Plaça e do desconhecido Moair "Môa" Marques, pra citar apenas alguns compositores, desenharam minha caminhada cristã dos últimos 35 anos com riqueza, beleza e significado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Dentre as mais recentes está &lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.amorese.com.br/AUDIO/Intimidade.mp3"&gt;Intimidade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, com letra de Rubem Amorese, música de Toninho Zemuner, com a excelente interpretação de Kelen Franco Deggau.  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.amorese.com.br/AUDIO/Intimidade.mp3"&gt;Intimidade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; gera na gente o tipo de espiritualidade desprovida de petulância pessoal, causa o desejo de uma entrega total e absoluta, constrói o caminho da simplicidade e profundeza na relação com o Pai.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Sim, sem dúvida alguma há aqui uma escolha por estilo, mas não se trata somente disso.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Trata-se, antes e acima de tudo, de escolha pelo espírito da música que, como outras, diz mais do que o que está na superfície deste vasto, inesgotável e inexplorável oceano de comunhão com o Eterno.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No meio da &lt;/span&gt;atual &lt;span lang="PT-BR"&gt;selva musical evangélica de "poesia rala", como diz Jorge Camargo, observo exceções como &lt;/span&gt;a música que citei acima e os compositores aos quais me referi.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Nos últimos anos, tenho visto profetas sóbrios que também falam e cantam contra a igreja e seus delírios mercantilistas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;E eles se levantam dos lugares mais inesperados e não-paradigmáticos que se possa imaginar.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;São pessoas simples, de coração apaixonado por Jesus, de mente criativa e cristalina, de raciocínio fino e elevado, e de lábios poético-proféticos afiados.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;É gente que não abarrotou seus bolsos usando o dom divino e precioso da poesia e do canto. Profetas são assim mesmo. Jamais ficarão ricos, justamente porque são profetas. Eles não vendem a alma ao mercado religioso, nem se rendem à sedução dos ventos da prosperidade mórbida que nada tem a ver com a simplicidade do Jesus de Nazaré.  Por esta razão, se vêem e se entendem na subversividade.  "É uma tarefa subversiva", diz Jorge Camargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, por exemplo, há artistas daquela que se pode chamar de "velha-guarda" protestante que hoje, pela simples observação da confusa e babélica "igreja brasileira" (sic), e de experiências com a impressionante fenomenologia desta, se tornaram nada menos que poetas-profetas. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Sim, são &lt;/span&gt;profetas-poetas daqueles que quase já não mais víamos no mosaico brasileiro. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Profetas para os quais eu tiro o meu chapéu.&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;São poucos ainda, mas voltaram com força pra dar um &lt;i&gt;tom&lt;/i&gt; corretivo à toda esta avacalhação perpetrada por setores da "igreja brasileira" (sic). &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Refiro-me ao tipo de cristandade que, em sua teologia e prática, nega a fé, adultera o evangelho do Reino, mercadeja e exclui suas essências, e solapa o cristianismo puro e simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre estes novos-velhos poetas-profetas ressurgentes estão João Alexandre (com sua música &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=87ubQOyrtZQ&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;É proibido pensar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, dentre outras mais antigas), Jorge Camargo (com &lt;a href="http://youtube.com/watch?v=L1ziDeVAV58"&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;Letra morta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;) e alguns outros poucos e raros. Afinal, profetizar contra os descaminhos da Igreja é preciso, e tem seu preço! "O grande dilema vai ser a gente viver na contra-mão", diz Jorge Camargo.  Entretanto, apesar das dores das rejeições advindas da experiência de andar na "contra mão" do mercado evangélico, como sole acontecer aos poetas-profetas, eles estão ajudando a "reformar a nação, particularmente a Igreja, e espalhar a santidade bíblica sobre a terra" (João Wesley).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;LWS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;luiswesley.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5775884856070824021?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5775884856070824021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5775884856070824021&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5775884856070824021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5775884856070824021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/06/musica-no-contexto-de-um-cristianismo.html' title='Música no contexto cristão consumista'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hh5psEw_2Qg/Tf-2FVxWrII/AAAAAAAAAiA/ixbg0TQEsKc/s72-c/M%25C3%25BAsica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2618583431402059169</id><published>2011-06-15T23:01:00.002-03:00</published><updated>2011-06-15T23:02:27.500-03:00</updated><title type='text'>Memórias</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;Saudades são visitas que as memórias fazem à alma, e esta se encarrega de dizer pra onde queremos voltar, ainda que apenas pela via das lembranças. Memórias são tesouros que a gente sempre guarda, mas nunca às sete chaves! Elas são livres, surpreendentes. Voltam mesmo quando não são convidadas, e chegam com forças capazes de redimir, de nos devolver a vida e o significado. São inspiradoras, nostálgicas, atraentes, envolventes, apaziguadoras e afetuosas. Dizem não somente de onde viemos, mas também a respeito de quem somos.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;LWS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2618583431402059169?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2618583431402059169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2618583431402059169&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2618583431402059169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2618583431402059169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/06/memorias.html' title='Memórias'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6161905681125544366</id><published>2011-06-10T19:23:00.008-03:00</published><updated>2011-06-16T00:04:36.214-03:00</updated><title type='text'>Pregar Jesus</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JCHo56CTgE4/TfKaqKlIkUI/AAAAAAAAAhw/kkw9hIg3daA/s1600/Pregar%2BJesus%2B01.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 162px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-JCHo56CTgE4/TfKaqKlIkUI/AAAAAAAAAhw/kkw9hIg3daA/s200/Pregar%2BJesus%2B01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616721734469718338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos muitos agravantes dos púlpitos protestantes de hoje é que os pregadores intuem que é mais seguro pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus do que pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou. Pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus é, com muita frequência, cativante para os pregadores em seu desejo de aceitação por parte dos ouvintes. Agora, pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou é impopular, contra-cultural, demandante, subversivo, revolucionário, desafiador e, sendo assim, coloca a prêmio a cabeça de quem o faz, tanto no âmbito institucional quanto no relacional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-DaFd3aazY1c/TfK06H4tFCI/AAAAAAAAAh4/CzpAX2hkhPo/s200/Pregar%2BJesus%2B01.jpeg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 143px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616750595926725666" /&gt;Afinal, pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou não dá "ibope" e não atrai os que estão interessados apenas em consumir a fé em benefício próprio. Ao pregarem apenas &lt;span style="font-style: italic; "&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus, os imaginários e representações dos pregadores viajam distantes da sólida consciência do Reino de Justiça. Falo do Reino a respeito do qual Jesus pregou, aquele que já é, mas ainda não. Falo do Reino que, dentre muitas outras coisas, chama ao arrependimento, à vida simples, à solidariedade, a sujar as mãos no serviço ao próximo, a dar água e comida ao que tem fome e sede, a hospedar o estrangeiro, a vestir o que está nu, a visitar o que está enfermo, a chorar ou rir com os que choram ou riem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregar &lt;span style="font-style: italic; "&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou implica, antes de tudo, caminhar na contra mão do tipo de mercantilização da fé que hoje caricaturiza, dissolve e esteriliza não somente os poderosos conteúdos do Evangelho trans-formador, como também mata o significado e a extensão do chamado ao ministério da Palavra enquanto voz profética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;LWS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.luiswesley.blogspot.com"&gt;www.luiswesley.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Publicado em 18 de maio de 2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6161905681125544366?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6161905681125544366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6161905681125544366&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6161905681125544366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6161905681125544366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/06/pregar-jesus.html' title='Pregar Jesus'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JCHo56CTgE4/TfKaqKlIkUI/AAAAAAAAAhw/kkw9hIg3daA/s72-c/Pregar%2BJesus%2B01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4369143477892325092</id><published>2011-05-21T23:20:00.016-03:00</published><updated>2011-05-23T11:29:49.851-03:00</updated><title type='text'>21 de maio de 2011 e o cristianismo amnésico</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-3SsCapv7-Vk/Tdh2ncSR8dI/AAAAAAAAAg0/OU50Je2eNTs/s200/21%2Bde%2Bmaio%2B2011.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 166px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5609363755869794770" /&gt;Não bastassem os danos que se seguirão na vida de centenas de milhares que puseram suas certezas nas falácias do "profeta-pastor" Harold Camping, que anunciou o 21 de maio como dia do arrebatamento, a fé cristã terá agora de lidar com os danos das generalizações que esta sociedade já secularizada fará daqueles que nada temos a ver com este fulano que dispendeu milhões de dólares para disseminar, mundo afora, suas "sacadas apocalípticas" sobre dia e hora do julgamento final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, a julgar pelo que ocorreu em predições anteriores não cumpridas, haverá uma sequência de suicídios dentre os que abraçaram esta falácia, além de gerar nestes depressão, desapontamento e desorientação por anos a fio, somados ao ridículo e preconceito em relação a estes e a outros cristãos.  Isso sem falar na capitalização do fato por parte daqueles que nada querem senão ver a fé cristã relativizada, desautorizada e ridicularizada em suas proposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez mais, perdeu-se a oportunidade de sermos conhecidos como aqueles de quem se deveria dizer: "Vejam como eles amam!"  Uma vez mais, afastou-se as pessoas mais do que as aproximou de Jesus de Nazaré.  Uma vez mais, deu-se tiros nos próprios dedões dos pés da cristandade.  Uma vez mais, delineou-se a fé cristã como aquela que tem prazer em anunciar, não esperança, mas dor, condenação e torpor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez mais, o cristianismo se mostrou amnésico no que tange às palavras do Mestre sobre sua volta: “Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade" (Atos 1:7) e "...daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai” (Mateus 24:36).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4369143477892325092?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4369143477892325092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4369143477892325092&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4369143477892325092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4369143477892325092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/05/21-de-maio-julgamento-ou-vergonha.html' title='21 de maio de 2011 e o cristianismo amnésico'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-3SsCapv7-Vk/Tdh2ncSR8dI/AAAAAAAAAg0/OU50Je2eNTs/s72-c/21%2Bde%2Bmaio%2B2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7428145523936859967</id><published>2011-04-16T19:53:00.006-03:00</published><updated>2011-04-16T22:05:47.992-03:00</updated><title type='text'>"Na Ribeira Deste Rio", de Fernando Pessoa</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Cqg1-ofgsvw/TaofwOoIaVI/AAAAAAAAAgo/DpdflfbH5Jc/s1600/River%2B01.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 182px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Cqg1-ofgsvw/TaofwOoIaVI/AAAAAAAAAgo/DpdflfbH5Jc/s200/River%2B01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596320400381864274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt; Na ribeira deste rio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Ou na ribeira daquele&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Passam meus dias a fio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Nada me impede, me impele&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Me dá calor ou dá frio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Vou vivendo o que o rio faz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Quando o rio não faz nada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Vejo os rastros que ele traz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Numa seqüência arrastada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Do que ficou para trás&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Vou vendo e vou meditando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Não bem no rio que passa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Mas só no que estou pensando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Porque o bem dele é que faça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Eu não ver que vai passando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Vou na ribeira do rio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Que está aqui ou ali&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;E do seu curso me fio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Porque se o vi ou não vi&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Ele passa e eu confio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;Ele passa e eu confio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="line-height: 18px; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: normal; "&gt;&lt;strong style="line-height: 18px; "&gt;©Fernando Pessoa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: normal; "&gt;&lt;strong style="line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7428145523936859967?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7428145523936859967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7428145523936859967&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7428145523936859967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7428145523936859967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/04/na-ribeira-deste-rio-de-fernando-pessoa.html' title='&quot;Na Ribeira Deste Rio&quot;, de Fernando Pessoa'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Cqg1-ofgsvw/TaofwOoIaVI/AAAAAAAAAgo/DpdflfbH5Jc/s72-c/River%2B01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2445030542873381281</id><published>2011-02-13T09:39:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T09:42:26.627-02:00</updated><title type='text'>Enleio &amp; Enredamento</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;font-family: Times; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Meu enleio vem de que um tapete é feito de tantos fios &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;que não posso me resignar a seguir um fio só; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;meu enredamento vem de que uma &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;história &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;é feita de muitas histórias. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;E nem todas posso contar...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="font-family: Times; "&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span  &gt;(Clarisse Lispector)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2445030542873381281?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2445030542873381281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2445030542873381281&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2445030542873381281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2445030542873381281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/02/enleio-enredamento.html' title='Enleio &amp; Enredamento'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5727195867618145308</id><published>2011-01-28T14:17:00.010-02:00</published><updated>2011-01-29T14:00:00.270-02:00</updated><title type='text'>O poder do Senhor | The power of the Lord</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TULueatlTrI/AAAAAAAAAgA/y7duBe5CDaI/s1600/MISSIONS.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 158px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TULueatlTrI/AAAAAAAAAgA/y7duBe5CDaI/s200/MISSIONS.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567274295717351090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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"&gt;(…) &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;velhos &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;jovens, ricos e pobres&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html;charset=UTF-8"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;entrariam aos bandos em nossas igrejas, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;não para admirar a arquitetura &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;e ouvir finos desempenhos [verbais], &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;mas para salvar suas almas.” &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: small; "&gt;(Benjamin Titus Roberts, 1853, my translation)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;English version&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;:  “If the power of the Lord was manifest among us,… old and young, rich and poor, would flock to our churches, not to admire the architecture and listen to the fine performances, but to save their souls.” (Benjamin Titus Roberts, 1853)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5727195867618145308?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5727195867618145308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5727195867618145308&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5727195867618145308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5727195867618145308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/01/o-poder-do-senhor-power-of-lord.html' title='O poder do Senhor | The power of the Lord'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TULueatlTrI/AAAAAAAAAgA/y7duBe5CDaI/s72-c/MISSIONS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5160211679417029365</id><published>2011-01-17T15:38:00.005-02:00</published><updated>2011-01-18T13:06:06.023-02:00</updated><title type='text'>UM SONHO UTÓPICO DE MANCHETES...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TTSBHLIdDbI/AAAAAAAAAf4/P8DbhuG-kcY/s1600/Genizah.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TTSBHLIdDbI/AAAAAAAAAf4/P8DbhuG-kcY/s200/Genizah.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5563213399956721074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: 800;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.genizahvirtual.com/2011/01/evangelicos-fazem-diferenca-no-momento.html"&gt;Genizah&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Silas Malafaia vende seu avião e compra mantimentos para as vítimas da tragédia na Serra do Rio Janeiro. &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;Bancada evangélica ameaça trancar a pauta de votação do congresso até que sejam tomadas medidas definitivas para evitar outras tragédias como esta. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(11, 83, 148); "&gt;&lt;b&gt;RR Soares reverte as receitas dos carnês de patrocinadores para os desabrigados das tragédias.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Apóstolo Estevam e Bispa Sônia desviam a Marcha para Jesus para a Serra Fluminense e a renomeiam "Marcha Por Jesus!", uma multidão a serviço da vontade do Senhor Jesus junto ao seu povo sofrido. &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(19, 79, 92); "&gt;Bola de Neve TV não passa campeonato de surf ou skate sábado a noite para divulgar locais de doações e voluntariado para atuar na serra fluminense.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(56, 118, 29); "&gt;&lt;b&gt;Valdemiro Santiago coloca seus dois helicópteros a disposição das equipes de resgate e sai a campo com seus bispos para levar seus estoques de água 100% Jesus às vitimas. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(103, 78, 167); "&gt;&lt;b&gt;Edir Macedo, mesmo não sendo cristão, desiste da construção de seu templo de Salomão e doa o material de construção para o reparo dos que perderam tudo. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(103, 78, 167); "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(116, 27, 71); "&gt;Rene Terra Nova faz um ato profético em favor das vítimas: Vai ao banco e transfere o dinheiro arrecadado para a Festa dos Tabernáculos para a conta da Cruz Vermelha, para que esta compre tendas e alimentos para os desabrigados. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(56, 118, 29); "&gt;&lt;b&gt;Bispo Rodovalho troca as emendas que fez para festas no Ministério do Turismo por verbas emergenciais para os desabrigados. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;Ana Paula Valadão recebe uma revelação de que há um tripé &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;sobre a Serra do Rio &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;de solidariedade, amor ao próximo e humildade e decide realizar três shows com renda revertida aos desabrigados.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Todas as igrejas evangélicas do Rio de Janeiro interrompem seus serviços internos e abrem seus espaços aos desabrigados, enquanto seus membros ajudam no consolo dos que perderam tudo. &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;O pastor da igreja protestante tradicional justifica: Neste momento, não há nada que glorifique mais o Senhor do que isto. &lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;i&gt;Oremos para que um dia ao menos uma ou duas destas manchetes não soem como piada ou provocação, mas como coisa natural entre o povo de Deus.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Leia Mais em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.genizahvirtual.com/2011/01/evangelicos-fazem-diferenca-no-momento.html#ixzz1BJbfjisC" style="color: rgb(0, 51, 153); text-decoration: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;http://www.genizahvirtual.com/2011/01/evangelicos-fazem-diferenca-no-momento.html#ixzz1BJbfjisC&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Under Creative Commons License: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0" style="color: rgb(0, 51, 153); text-decoration: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Attribution Non-Commercial Share Alike&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5160211679417029365?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5160211679417029365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5160211679417029365&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5160211679417029365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5160211679417029365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2011/01/um-sonho-de-manchetes.html' title='UM SONHO UTÓPICO DE MANCHETES...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TTSBHLIdDbI/AAAAAAAAAf4/P8DbhuG-kcY/s72-c/Genizah.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6270255909150347113</id><published>2010-12-30T15:48:00.013-02:00</published><updated>2010-12-31T23:36:35.488-02:00</updated><title type='text'>2011 de 365 manhãs en-Graçadas...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TRzLRsaUBsI/AAAAAAAAAfw/e70lvLOI6Jk/s1600/Beutiful%2Bmorning.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 133px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TRzLRsaUBsI/AAAAAAAAAfw/e70lvLOI6Jk/s200/Beutiful%2Bmorning.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556539545108088514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;As misericórdias de Deus não são anuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Elas são eternas e "se renovam à cada manhã"!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Assim, desejo a todos um 2011 com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;365 manhãs que antecipem dias repletos de&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Graça, renovo, encorajamento, estímulo, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;alegria, vontade e entusiasmo de viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Com o mais sincero apreço,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;www.luiswesley.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6270255909150347113?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6270255909150347113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6270255909150347113&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6270255909150347113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6270255909150347113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/12/as-misericordias-de-deus-nao-sao-anuais.html' title='2011 de 365 manhãs en-Graçadas...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TRzLRsaUBsI/AAAAAAAAAfw/e70lvLOI6Jk/s72-c/Beutiful%2Bmorning.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4532206319541611383</id><published>2010-12-24T20:16:00.004-02:00</published><updated>2010-12-26T16:28:19.961-02:00</updated><title type='text'>O Evangelho Soletrante...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5469/1656/1600/Incarnation%202.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5469/1656/320/Incarnation%202.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gosto da forma como S. D. Gordon põe em poucas palavras o sentido da encarnação do Filho de Deus: “Jesus é Deus soletrando-se a si mesmo numa linguagem que o ser humano pode entender”. A afirmativa é quase uma paráfrase perfeita do que diz o evangelista João: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade” (João 1:14a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há outra maneira de Deus se fazer entender, senão comunicando-se na linguagem humana, com todas as implicações possíveis. A encarnação de Jesus é, portanto, a celebração da maneira pela qual Deus revela-se a nós sem segredos, sem distâncias culturais e sem obstáculos na comunicação. É Deus dando aos seres humanos a chance de entender, concluir e dizer: “… vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (João 1:14b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, nem se discute o “natal” caricaturado que anda a solta em toda parte. A linguagem daquele tem outro foco, tem facetas obsessivamente consumistas; é plástico, é vil, é socialmente excludente, faz segregação racial. É “natal diet”, é desnatalinado, pois exclui a essência, o começo e o fim de tudo: o Salvador, Redentor e Senhor. Além disso, não é encarnado na tropicalidade brasileira que tem palmeiras, Tico-Tico, João de Barro, Sabiá e sol cáustico de verão. É teimosamente estrangeiro, é polar, é frio em quase todos os sentidos. E mais: bem ao contrário do que diz a canção, “Como é que Papai Noel não esquece de ninguém?”, este falso natal tem amnésia crônica e profunda, pois não se lembra dos já por demais esquecidos em nossa nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5469/1656/1600/Jesus02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5469/1656/320/Jesus02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Natal que é Natal mesmo, tem a ver com a própria personagem da &lt;em&gt;auto-soletração&lt;/em&gt; de Deus a nós: Jesus Cristo (João 14:9). Ele é Deus com face humana tangível (II Coríntios 4:6), com jeito de falar — sem tradução e sem sotaque! — a &lt;em&gt;língua&lt;/em&gt; da gente. É encarnação às últimas conseqüências (Filipenses 2:8), é identificação radical (Filipenses 2:6), é o Eu Sou que “colou”, que se aderiu à realidade humana (Filipenses 2:7). Encarnação é a maneira pela qual Deus dá um jeito de nascer na forma humana (João 1:14), numa verdadeira reentrada no mundo que já era Seu (João 1:11), mas sem se tornar ordinário (Isaías 53:9b, I Pedro 2:22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Jesus é a perfeita revelação visível d’Aquele a quem ninguém jamais viu (Colossenses 1:15). É Deus no meio e com a gente (Mateus 1:23), com silhueta humana identificável (João 1:36), com olhos que vêem ao longe, na amplidão e no profundo (Salmo 139:1-3), com ouvidos que ouvem o som de palavras que a língua humana é incapaz de exprimir (Salmo 139:4), com boca que fala com a autoridade de quem conhece os mais íntimos gemidos e anseios que a gente possui, mesmo os humanamente imperceptíveis e indizíveis (Romanos 8:26). É o &lt;em&gt;Logos&lt;/em&gt; (Palavra) divino soletrado no humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, soletrando-se ao ser humano, Deus também dá a nós todos, Seus filhos, o modelo e parâmetro da nossa missão: é preciso que a Igreja se encarne, que se identifique com os que estão ao seu redor, que tenha respostas sensíveis, pertinentes e relevantes às suas questões e necessidades, e que faça entender a mensagem do evangelho na linguagem humana, sob o poder e singeleza, autoridade e ternura, firmeza e doce brandura do Espírito Santo, tal como exemplificou Jesus.&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © 2005 Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4532206319541611383?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4532206319541611383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4532206319541611383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4532206319541611383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4532206319541611383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/12/o-deus-que-se-auto-soletra.html' title='O Evangelho Soletrante...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4413129510406578255</id><published>2010-12-11T16:57:00.001-02:00</published><updated>2010-12-11T17:00:25.015-02:00</updated><title type='text'>Momentos...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Sim, há momentos que são pra sempre. Eles "colam" na alma com tal firmeza, intensidade e durabilidade que nem os doces, nem os sais, nem os ácidos da vida possuem o poder de removê-los ou deformá-los. Quem não os possui? Eu os tenho de sobra. São momentos que geram memórias que vão além de simples lembranças -- formatam o dia-a-dia com irresistível força, com a deliciosa subversão do afeto. Destes momentos que são pra sempre e que trazem saudade da boa é que colho a certeza de que viver é bom e amar vale a pena. O melhor de todos os momentos, contudo, é que Deus esteve, está e estará conosco!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4413129510406578255?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4413129510406578255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4413129510406578255&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4413129510406578255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4413129510406578255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/12/momentos.html' title='Momentos...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2105927105908656772</id><published>2010-11-27T16:59:00.015-02:00</published><updated>2010-12-04T23:37:04.960-02:00</updated><title type='text'>O estereótipo não cabe!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não sou, nunca fui e não tenho o menor desejo de me tornar um maniqueísta relacional. Detesto a atitude excludente dos maniqueístas. Entretanto, nos últimos anos me percebo mais pensativo, intrigado e criterioso quanto a aceitar convites para pregar em igrejas brasileiras, com exceção daquelas nas quais me sinto em casa, por hospitaleiras, tranquilas e receptivas que são, primariamente por desejarem a Essência, muito mais do que a forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prego em muitas partes do mundo, em países ricos e pobres, diante de gente simples e de intelectuais, para críticos e passivos, apaixonados e desapaixonados, crédulos e incrédulos, em igrejas grandes e pequenas, livres e denominacionais, rurais e urbanas, universitárias e primárias, em estado terminal ou em generosa infusão de vida. Todas as audiências ou congregações são diferentes. Às vezes com absolutamente nenhuma semelhança de perfil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprecio congregações que não pré-estabelecem um estereótipo do que seja um pregador “ungido”. Apenas como exemplo, em janeiro de 2008 fui ao Chile e preguei num domingo pela manhã na Primeira Igreja Metodista de Santiago, onde encontrei 40 pessoas, 12 das quais eram alunos meus daqui da Emory University que viajavam comigo. À noite falei na Igreja Metodista Pentecostal Jotabeche, onde encontrei 17.000 pessoas. Meus alunos pareciam sumir no meio da multidão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas duas igrejas, embora cosmicamente diferentes, fui recebido com afeto e ouvido com atenção, carinho e aceitação no meu jeito de ser e de compartilhar a Palavra: reflexivamente, sem estardalhaços, sem espetáculo, sem ufanismo, sem as manias características dos estereótipos “ungidos”; às vezes poética, às vezes linear, às vezes narrativa, às vezes visual, às vezes dialética, e às vezes nem sei...&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Veja o restante deste texto no "post" &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;intitulado &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;a href="http://luiswesley.blogspot.com/2010/01/ungido-nao-ungido_26.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Ungido, Não-Ungido"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;no bog &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;L. Wesley's COMMUNITÀS:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;http://luiswesley.blogspot.com/2010/01/ungido-nao-ungido_26.html)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2105927105908656772?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2105927105908656772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2105927105908656772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2105927105908656772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2105927105908656772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/sou-uma-especie-nao-ungida-gracas-deus.html' title='O estereótipo não cabe!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3870968573355034370</id><published>2010-11-27T13:40:00.008-02:00</published><updated>2011-01-20T20:42:02.759-02:00</updated><title type='text'>Amo...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amo o silêncio, acima de tudo.  Sim, gosto de certo barulho, mas não gosto de ser dominado por ele.  Afinal, é o silêncio que me permite visitar os oásis desta vida agitada e abarulhentada por sons, palavras, imagens, movimentos, opiniões, conceitos, preconceitos, contradições...  Amo a natureza terapêutica da solitude, a espiritualidade e a experiência de estar quieto, mesmo que frequentemente rodeado por gente.  Acredito no silêncio como forma de subverter e transformar minhas próprias opiniões e dogmatismos.  Não aprecio a tagarelice existencial, não curto o barulho da alma como caminho de fuga.  Busco o tipo de quietude que me convida a reencontrar a mim mesmo, a ouvir a voz do Eterno, a ver o muito que vai no coração.  Aprecio o silêncio que reina no meio de uma boa e inspiradora conversa, nas pausas pra se pensar, nos intervalos entre o que se diz e o que se ouviu, para que tanto o que foi dito quanto o que foi ouvido encontrem sentido na mente, no coração e no espírito.  Por isso, gosto de pessoas que desenvolvem a arte de ficar em silêncio quando e se necessário, especialmente as que, no contexto da amizade, guardam mais tempo para o silêncio e a contemplação, do que para dizerem o que, quando e como querem, não importando o contexto.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3870968573355034370?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3870968573355034370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3870968573355034370&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3870968573355034370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3870968573355034370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/amo.html' title='Amo...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4239996060856409039</id><published>2010-11-26T22:41:00.017-02:00</published><updated>2010-12-31T11:51:04.177-02:00</updated><title type='text'>Atraio-me...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Atraio-me por amigos que se permitem ser gente na sua mais pura leveza, pessoas na sua mais corajosa fragilidade, humanos na sua mais límpida bravura, seres na sua mais evidente errância, camaradas na sua mais incessante colaboração, colegas na sua mais inspiradora disposição para promover o outro.  Curto os amigos que não se olham mutuamente pelas lentes da competitividade, do desejo de ser sempre melhor, do ciúme pelo bem estar e da cobiça pela conquista do outro.  Me deleito com o espírito compartilhador do companheirismo, com a não retenção daquilo que se sabe e com a sensatez com que se presenteia sabedoria.  Alegro-me com a solidariedade desprovida de interesses, com a camaradagem que gera na gente aquela vontade de ser melhor, com o dar sem querer de volta com juros e correções monetárias e relacionais, com o receber cheio de sincera gratidão e de expectativa por celebrar mais oportunidades de ajuda mútua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4239996060856409039?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4239996060856409039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4239996060856409039&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4239996060856409039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4239996060856409039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/atraio-me.html' title='Atraio-me...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3278345355958024512</id><published>2010-11-26T21:26:00.011-02:00</published><updated>2011-12-03T15:17:50.030-02:00</updated><title type='text'>Reconheço...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reconheço o valor da amizade nutrida e preservada, notadamente daquela que foi capaz de sobreviver após grande abalo, conflito ou desapontamento, ou mesmo depois de uma devastadora paixão.  Afinal, pessoas são pessoas, nada mais. Deus é que é Deus, nada menos!  Sei do valor da companhia constante, do ser amigo na jornada, do calor da presença de pessoas próximas nas horas boas e ruins, no riso e na lágrima, no sucesso e no fracasso.  Aprecio franquezas relacionais feitas na tentativa única de reabrir caminhos, de retirar as ervas daninhas que se deixou crescer no meio dos carreadores, através dos quais outrora se andava junto.  Deploro ofensas, depreciações, cinismos, antipatias e provocações.  Reajo a eles de forma desenfreada, encho-me de ira.  Amo braços que se abrem, ouvidos que ouvem e não vazam pela boca, bocas que falam o que o coração precisa ouvir, olhos que brilham ao verem boas notícias e que lacrimejam quando entendem a dor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3278345355958024512?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3278345355958024512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3278345355958024512&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3278345355958024512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3278345355958024512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/reconheco.html' title='Reconheço...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4856126565750815404</id><published>2010-11-26T18:34:00.014-02:00</published><updated>2010-11-28T16:31:05.266-02:00</updated><title type='text'>Prefiro...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Prefiro conversas que façam perguntas fortes, mas em tons suaves, cheios de respeito e que caminham nos sapatos do indagado.  Daquelas que não somente inspiram a mente como embelezam a alma, que tanto tocam o coração como estimulam o intelecto, que vão desde a simplicidade da linguagem à sofisticação do pensamento.  Prefiro o compartilhar simples, aquele do coração bom e irresistivelmente capaz de enxergar pra além do que parece à primeira vista.  Prefiro o que se verbaliza à partir de um olhar cheio da Graça, mesmo em relação às coisas e assuntos que inicialmente se mostram tão reprováveis e passíveis do juízo difamatório religioso e alheio.  Prefiro introspecções dialéticas sugestivas e cheias de significado, mas não tão definitivas, cujas indagações não escondam agendas pessoais, ideológicas, dogmáticas, financeiras ou institucionais, que costumam roubar a isenção.  Prefiro conversas em que, ao final, as partes digam, "Ah, como é bom e saudável aprender!  E como é bom ter amigos na jornada do diálogo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4856126565750815404?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4856126565750815404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4856126565750815404&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4856126565750815404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4856126565750815404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/prefiro.html' title='Prefiro...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5612004557661020732</id><published>2010-11-26T18:05:00.011-02:00</published><updated>2010-12-20T12:13:03.651-02:00</updated><title type='text'>Resisto...</title><content type='html'>&lt;span jsid="text"&gt;&lt;br /&gt;Resisto aos extremos de pensamento ou opinião que conduzam a esteriótipos e rotulações baratas.  Eles são uma das muitas formas de negligenciar a razão, i.e., o exercício do raciocínio leve, despreconceituoso, aberto, dialético, construtivo, informado e transformador.  E isso se aplica a tudo: da teologia à política, da hermenêutica bíblica ao discurso ateu, da teoria à experiência, da tradição à criação, do dia-a-dia concreto às estórias repletas de imaginação, do imaginário à representação, da história pejada de fatos aos acontecimentos singelos nem sempre notados, e do que é divino ao que é humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span jsid="text"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span jsid="text"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5612004557661020732?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5612004557661020732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5612004557661020732&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5612004557661020732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5612004557661020732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/resisto.html' title='Resisto...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7056068895510234672</id><published>2010-11-25T16:05:00.011-02:00</published><updated>2010-11-26T16:51:59.118-02:00</updated><title type='text'>"Uma campina de deleite"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;And when your eyes &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;| E quando seus olhos |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;freeze behind &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;| congelarem por trás |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;the gray window &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;| da janela cinzenta |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;and the ghost of loss &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;| e o fantasma da perda |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;gets in to you, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;| chegar dentro de você, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;may a flock of colors, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;| possa um bando de cores |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;indigo, red, green &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;| anil, vermelho, verde |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;and azure blue &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;| e azul celeste |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;come to awaken in you &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;| virem para despertar em você |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;a meadow of delight.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;| uma campina de deleite. |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;John O'Donohue&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;|Tradução: Luís Wesley |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7056068895510234672?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7056068895510234672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7056068895510234672&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7056068895510234672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7056068895510234672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/uma-campina-de-deleite.html' title='&quot;Uma campina de deleite&quot;'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8937412945189027009</id><published>2010-11-06T14:36:00.003-02:00</published><updated>2010-11-06T14:50:24.084-02:00</updated><title type='text'>Êutico versus Paulo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eOILV9mKH1s&amp;amp;feature=share"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Palestra &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eOILV9mKH1s&amp;amp;feature=share"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Seminário Internacional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eOILV9mKH1s&amp;amp;feature=share"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Agosto 2010&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eOILV9mKH1s&amp;amp;feature=share"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Clique acima para assistir uma seleção desta.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8937412945189027009?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8937412945189027009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8937412945189027009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8937412945189027009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8937412945189027009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/11/eutico-versus-paulo.html' title='Êutico versus Paulo'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5773390191762408026</id><published>2010-10-11T12:21:00.006-03:00</published><updated>2010-10-12T07:30:18.513-03:00</updated><title type='text'>Algumas perguntas de um "Marinista".</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Sou marinista convicto à busca de um porto menos inseguro. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu voto deve cantar um "Serra, serra, serrador!... serra o papo do vovô!", desconsiderando em quantas tábuas-estatais a serra néo-liberal do PSDB já passou, e agora vem com um discursinho oportunista dizendo que é contra a legalização do aborto por convicção pessoal e religiosa?  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou deve engolir um "Dil(e)ma" temperado com despreparação, com vocação flagrantemente "chavista", com brilho que se desvanece quando abre a boca pra vomitar pragmatismos desapaixonantes, com casuísmo eleitoral que fala do aborto como se já estivesse abortando o próprio assunto? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Considerações?  Sugestões?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;/div&gt;&lt;div style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5773390191762408026?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5773390191762408026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5773390191762408026&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5773390191762408026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5773390191762408026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/10/algumas-perguntas-de-um-marinista.html' title='Algumas perguntas de um &quot;Marinista&quot;.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7410665414187132164</id><published>2010-10-06T17:55:00.005-03:00</published><updated>2010-11-30T03:33:31.285-02:00</updated><title type='text'>Nos meus próximos 35 anos…</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TKzigvICdYI/AAAAAAAAAe0/vk4ZaLncN3E/s1600/Wesley+na+Capela+da+Gra%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TKzigvICdYI/AAAAAAAAAe0/vk4ZaLncN3E/s320/Wesley+na+Capela+da+Gra%C3%A7a.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525039894910629250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reservo este dia, 6 de outubro de 2010, pra celebrar minha idade: 52.  O fim de uma era e a virada de uma página.  Hoje é dia de pensar pra onde vou daqui pra frente.  Senhor, tenha misericórdia dos meus próximos 35 anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neles quero me divertir mais, tentar esquecer as coisas loucas que fiz, e lembrar mais daquelas que deram prazer de realizar.  E agora que já conquistei quase todos os meus medos e incertezas de meia idade, quero fazer melhor nos meus próximos 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meus próximos 35 anos, quero bater os meus records, chorar menos e rir um pouco mais do que já faço.  Encontrar uma palavra de alegria e singeleza, sem raiva e sem medo.  Descobrir mais das razões pelas quais Deus me fez nascer, e viver melhor nos meus próximos 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meus próximos 35 anos, eu vou cuidar do meu peso, comer mais salada e não menos churrasco.  Tomar mais limonada e continuar sem fumar e sem beber cerveja, cujos gostos eu sequer conheço direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meus próximos 35 anos, eu quero amar mais a Deus, ao Seu Reino, ao meu próximo e semelhante e, assim fazendo, experimentar, sim, nos meus próximos 35 anos, o que possa haver de melhor, livre de lamentos, desatado de receios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meus próximos 35 anos, vou reservar mais tempo para estar com aqueles que quero bem e que me fazem bem à alma. Quero encontrá-los mais e recuperar o tempo perdido nestes meus próximos 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos meus próximos 35 anos, não vou permitir que a saudade sufoque, que os olhares se desviem, que a rotina me engula, que o coração se desfaleça, que o medo me impeça, que a vontade se esmoreça, que a Graça se torne barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes meus próximos 35 anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Wesley&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7410665414187132164?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7410665414187132164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7410665414187132164&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7410665414187132164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7410665414187132164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/10/nos-meus-proximos-35-anos_06.html' title='Nos meus próximos 35 anos…'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TKzigvICdYI/AAAAAAAAAe0/vk4ZaLncN3E/s72-c/Wesley+na+Capela+da+Gra%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7778122557825130036</id><published>2010-10-03T02:45:00.010-03:00</published><updated>2010-10-03T06:22:46.703-03:00</updated><title type='text'>MEU VOTO NADA SECRETO...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TKgZZ3pVPEI/AAAAAAAAAeM/Vmft9hLEHRc/s320/Marina+Silva.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523692875194645570" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Saibam todos que amanhã, 3 de outubro de 2010, no Consulado Geral do Brasil em Atlanta, EUA, exercerei o dever cívico e o direito democrático de votar, e meu voto vai para MARINA SILVA, uma mulher de luta, temente a Deus, ex-seringueira, de idoneidade moral e reputação ilibada, de trajetória íntegra, coerente e consistente com aquilo que diz e faz, além de ter calibre para ser Presidente da República, sendo afetuosa, sensível, inteligente e preparada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7778122557825130036?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7778122557825130036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7778122557825130036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7778122557825130036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7778122557825130036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/10/voto-nada-secreto.html' title='MEU VOTO NADA SECRETO...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/TKgZZ3pVPEI/AAAAAAAAAeM/Vmft9hLEHRc/s72-c/Marina+Silva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-750994524704520186</id><published>2010-08-23T21:05:00.001-03:00</published><updated>2010-08-23T21:07:22.252-03:00</updated><title type='text'>Decálogo do Voto Ético</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt; font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt; font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Eis aqui alguns balizamentos fundamentais sobre o uso ético do voto evangélico, conforme o sumário de propostas defendidas na Conferência da AEvB:&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565;mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;I.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;II.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;III.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;IV.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;V.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;VI.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;VII.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;VIII.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu"; ou: "O fulano vai fechar as igrejas"; ou: "O sicrano não vai dar nada para os evangélicos"; ou ainda: "O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos". É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;IX.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#F25400;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;X.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size: 11.0pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#656565; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:7.5pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#656565;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Fonte: AEvB - http://www.aevb.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-bidi-font-size:7.5pt;font-family:Georgia;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:#656565;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-750994524704520186?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/750994524704520186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=750994524704520186&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/750994524704520186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/750994524704520186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/08/decalogo-do-voto-etico.html' title='Decálogo do Voto Ético'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8103061083637082885</id><published>2010-05-18T09:18:00.032-03:00</published><updated>2010-07-28T11:31:49.001-03:00</updated><title type='text'>Pregar Jesus.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S_PROVk6IuI/AAAAAAAAAcc/YAank_Zgcl0/s1600/Preacher-at-Pulpit-copy.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S_PROVk6IuI/AAAAAAAAAcc/YAank_Zgcl0/s320/Preacher-at-Pulpit-copy.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472948016425607906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos muitos agravantes dos púlpitos protestantes de hoje é que os pregadores intuem que é mais seguro pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus do que pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou.  Pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus é, com muita frequência, cativante para os pregadores em seu desejo de aceitação por parte dos ouvintes.  Agora, pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou é impopular, contra-cultural, demandante, subversivo, revolucionário, desafiador e, sendo assim, coloca a prêmio a cabeça de quem o faz, tanto no âmbito institucional quanto no relacional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou não dá "ibope" e não atrai os que estão interessados apenas em consumir a fé em benefício próprio.  Ao pregarem apenas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sobre&lt;/span&gt; Jesus, os imaginários e representações dos pregadores viajam distantes da sólida consciência do Reino de Justiça.  Falo do Reino a respeito do qual Jesus pregou, aquele que já é, mas ainda não.   Falo do Reino que, dentre muitas outras coisas, chama ao arrependimento, à vida simples, à solidariedade, a sujar as mãos no serviço ao próximo, a dar água e comida ao que tem fome e sede, a hospedar o estrangeiro, a vestir o que está nu, a visitar o que está enfermo, a chorar ou rir com os que choram ou riem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pregar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o que&lt;/span&gt; Jesus pregou implica, antes de tudo, caminhar na contra mão do tipo de mercantilização da fé que hoje caricaturiza, dissolve e esteriliza não somente os poderosos conteúdos do Evangelho trans-formador, como também mata o significado e a extensão do chamado ao ministério da Palavra enquanto voz profética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8103061083637082885?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8103061083637082885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8103061083637082885&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8103061083637082885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8103061083637082885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/05/pregar-jesus.html' title='Pregar Jesus.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S_PROVk6IuI/AAAAAAAAAcc/YAank_Zgcl0/s72-c/Preacher-at-Pulpit-copy.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4568657385206517301</id><published>2010-05-14T12:55:00.006-03:00</published><updated>2010-05-14T18:33:51.998-03:00</updated><title type='text'>"Será que esta tortura nunca vai acabar?"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Campanha pela Memória e pela Verdade&lt;br /&gt;OAB/RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=b_lrjkAWAZk&amp;amp;NR=1"&gt;Osmar Prado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8iuME1ahNX4&amp;amp;NR=1"&gt;José Mayer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9FRxpGvx7Mc&amp;amp;feature=related"&gt;Fernanda Montenegro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=T3rlDbradgc&amp;amp;feature=related"&gt;Glória Pires&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Bs2dRZgXzd0&amp;amp;feature=related"&gt;Mauro Mendonça&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BDLU3NOk4Rc&amp;amp;feature=related"&gt;Eliane Geardini&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4568657385206517301?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4568657385206517301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4568657385206517301&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4568657385206517301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4568657385206517301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/05/videos.html' title='&quot;Será que esta tortura nunca vai acabar?&quot;'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1920998542245959353</id><published>2010-05-05T05:49:00.020-03:00</published><updated>2010-08-20T11:29:47.935-03:00</updated><title type='text'>2 vírgula 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S-G9eH0keII/AAAAAAAAAcU/YaW1KQWKxaU/s1600/V%C3%ADrgula+%282%29"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 119px; height: 119px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S-G9eH0keII/AAAAAAAAAcU/YaW1KQWKxaU/s320/V%C3%ADrgula+%282%29" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467859747797760130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Duas xícaras, uma só amizade&lt;br /&gt;Dois olhares, uma só paixão&lt;br /&gt;Dois caminhos, uma só solidão&lt;br /&gt;Duas mãos, um só coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas estrelas, uma só constelação&lt;br /&gt;Dois continentes, uma só atmosfera&lt;br /&gt;Dois rios, uma só cachoeira&lt;br /&gt;Duas águas, uma só sede&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas faces, um só afago&lt;br /&gt;Dois lábios, um só beijo&lt;br /&gt;Dois seios, um só prazer&lt;br /&gt;Duas bocas, um só sussurro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas vidas, uma só felicidade&lt;br /&gt;Dois fogões, uma só brasa&lt;br /&gt;Dois nomes, uma só história&lt;br /&gt;Duas raízes, um só chão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas labaredas, um só clarão&lt;br /&gt;Dois desejos, uma só esperança&lt;br /&gt;Dois endereços, um só lugar&lt;br /&gt;Duas claves, uma só canção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois portais, um só domingo&lt;br /&gt;Dois altares, uma só Graça&lt;br /&gt;Dois pedintes, uma só oração&lt;br /&gt;Dois pecadores, uma só redenção&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © Maio 2010 Luís Wesley de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1920998542245959353?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1920998542245959353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1920998542245959353&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1920998542245959353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1920998542245959353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/05/2-virgula-1.html' title='2 vírgula 1'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/S-G9eH0keII/AAAAAAAAAcU/YaW1KQWKxaU/s72-c/V%C3%ADrgula+%282%29' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1586539647716353542</id><published>2010-04-16T02:02:00.004-03:00</published><updated>2010-08-20T17:31:59.048-03:00</updated><title type='text'>"CASUAL"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Contemplo o mar&lt;br /&gt;De águas mansas e ondas suaves.&lt;br /&gt;Horizonte muito além e logo acima;&lt;br /&gt;Areia macia, barcos e pedras também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero a vida,&lt;br /&gt;O que já foi e o que ainda não.&lt;br /&gt;O que não se fez porque não se pode,&lt;br /&gt;E o que se pode, mas não deve ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantenho o coração farto, manso e calmo,&lt;br /&gt;Mente repleta, mas tranquila e quieta.&lt;br /&gt;Curto a realidade daquilo que se vê&lt;br /&gt;E os pensamentos que ninguém lê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Imagino o óbvio&lt;br /&gt;E também o improvável.&lt;br /&gt;Fica a ternura com a qual sonhei&lt;br /&gt;Nas lembranças que pra mim guardei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © Abril 2010 Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1586539647716353542?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1586539647716353542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1586539647716353542&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1586539647716353542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1586539647716353542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/04/casual-por-luis-wesley.html' title='&quot;CASUAL&quot;'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8040237129036529173</id><published>2010-04-02T13:25:00.010-03:00</published><updated>2010-04-08T10:56:58.347-03:00</updated><title type='text'>Without Easter | Sem Páscoa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Without Easter,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| Sem Páscoa, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;there would be no hope of heaven.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| não haveria nenhuma esperança do paraíso. |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Without the hope of heaven,&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:85%;" &gt;| Sem esperança do paraíso, |&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;there would be no repentance,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| não haveria arrependimento algum, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;no personal transformation,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| nenhuma transformação pessoal, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;no attempt to follow biblical principles.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| nenhuma tentativa de seguir princípios bíblicos. |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Without Easter,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| Sem Páscoa, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;the world would be in chaos&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:85%;" &gt;| o mundo estaria em caos |&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;and darkness.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:85%;" &gt;| e escuridão. |&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jesus’ death and resurrection&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| A morte e ressurreição de Jesus |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;means we can be reborn,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| significa que nós podemos renascer, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;to live better, to do better,&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| para viver melhor, para fazer melhor, |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;to shine light into the shadows.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| para brilhar luz nas sombras. |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hallelujah!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| Aleluia! |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Happy, Happy Easter.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;| Feliz, Feliz Páscoa. |&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;By&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:85%;" &gt;|Por|&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Joanna Fuchs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A famous poet&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;|Poetisa famosa|&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Translation &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;|Tradução|: &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;Luís Wesley&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8040237129036529173?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8040237129036529173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8040237129036529173&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8040237129036529173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8040237129036529173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/04/without-easter-sem-pascoa.html' title='Without Easter | Sem Páscoa'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-497967880766982089</id><published>2010-03-01T09:39:00.024-03:00</published><updated>2010-07-08T08:16:42.963-03:00</updated><title type='text'>O discipulador que [não] sou.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Por que o plano de Jesus [não] funciona pra mim…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Há problemas sérios, grandes demais e intransponíveis com os quais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; tenho que lidar na tentativa de implementar o modelo de Cristo em evangelizar o mundo. Senão vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) O maior problema é que requer muito pouco dinheiro. Pense bem: sem orçamentos enormes, como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; posso obter um grande salário atrelado a grandes benefícios!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Não é hierárquico. Na verdade, é simples demais da conta, com cada convertido se reportando a Um só líder. É pura mentoria, daquele tipo que se requer ser amigo na longa jornada. Ocorre que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; gosto de exercer poder sobre o povo e, desta forma, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; preciso de um grupo grande de seguidores cuja marca relacional seja a admiração incondicional que tenham &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;por mim&lt;/span&gt;. Do contrário, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meus&lt;/span&gt; padrões de sucesso e senso de realização não sobrevivem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) A coisa começa devagar demais e parece demorar pra sempre! Sim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; entendo a matemática da multiplicação: “em 36 anos não haverá nenhuma só pessoa na terra ainda por ser evangelizada – quase 7 bilhões... blá-blá-blá, blá-blá-blá!”, mas nos primeiros 5 anos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; terei menos de algumas dezenas de discípulos e, pior ainda, a maioria deles poderá vir a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; deixar e ir embora para alguns dos cantões mais remotos do mundo. E &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt;? Como fico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) No final das contas, a glória toda acaba indo pra Deus! É óbvio, então, que se &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; começar assim, como Ele quer, somente alguns poucos poderão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; conhecer, e estes provavelmente não se darão conta de que fui &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; quem comecei isso tudo. Isso é chato e inglório demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) Gosto de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; sentir essencial, indispensável, insubstituível. Se &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; abraço o sistema d’Ele, torno-&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; desnecessário a curto, médio e longo prazo para o sucesso da evangelização do mundo. Posso até fazer tudo direitinho, de forma que discipular seja um tratalho completo e definitivo, mas após fazer apenas um só discípulo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; passo a ser um candidato ao martírio da memória a qualquer momento. Isso porque, após ter feito o primeiro discípulo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; não sou essencial para completar o trabalho que se estende sobre o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(6) Leve-se em conta que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; sou um homem de negócios, cuja mente se orienta pelo seguinte: planos de 5 anos, gestão de pessoas, agendas lotadas, pessoas secundárias ao objetivo; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; não quero ser interrompido, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; sou auto-suficiente, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; não tenho paciência em esperar por outros. Além do mais, o sistema de discipulado de Cristo leva, para uns, alguns meses, e, para outros, 20 anos ou mais! No método d’Ele, cada pessoa é um caso e precisa de foco individual. Enquanto alguns que treino começam imediatamente, outros podem precisar de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minha&lt;/span&gt; ajuda pessoal, presença significante marcada por calor humano e amizade na jornada, além de amor e encorajamento por anos e anos! Isso significa muita demanda para pouco retorno imediato. Fere a lei do mercado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(7) O sistema de Cristo coloca muita ênfase nos poucos ao &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meu&lt;/span&gt; redor e ênfase absolutamente insuficiente em animar as massas. As massas podem até ser inconstantes, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; sei, mas a verdade é que elas provêem alguns feitos e efeitos excepcionais que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; façam mais significante, valoroso e visibilizado do que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu&lt;/span&gt; gosto do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meu&lt;/span&gt; tempo pessoal e amo o dispêndio deste tempo em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; preocupar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;comigo mesmo&lt;/span&gt;. É quando &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; posso sonhar em ser o grande mestre -- isso sim é que é bom e digno! -- e não um homem humilde fazendo o que lhe é pedido, sensível às necessidades ao redor, capaz de olhar nos olhos e de sentir o coração do outro, à busca de servir e acolher mesmo quando não é solicitado e sem as espectativas de ser reconhecido. No plano de Cristo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; tenho que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;me&lt;/span&gt; vestir deste homem humilde aí...  Ô, visãosinha pequena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu&lt;/span&gt; não gosto de esperar por aquilo que eu quero agora. O prêmio por fazer as coisas na maneira de Jesus faz demorar e atrasar as gratificações e os apreços por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mim&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu&lt;/span&gt; até sei que o galardão é mais do que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; possa pedir ou mesmo pensar, mas o fato é que vou ter que esperar 30, 50, 70 ou até 90 anos pelos prêmios eternos. Onde ficam os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meus&lt;/span&gt; incentivos do aqui e do agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(10) Preferiria escrever um livro delineando o “como” de um “plano”, de forma que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eu&lt;/span&gt; fizesse um dinheirão e tivesse muitos convites pra falar em conferências e grandes congressos nacionais e internacionais. O problema é que o tal livro já foi escrito, e, certamente, alguém viria com perguntinhas do tipo: “Por que você simplesmente não implementa o plano d’Ele, ao invés de perder tempo escrevendo outro sobre isto?”&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Nota aos menos informados&lt;/span&gt;: O texto acima é escrito na&lt;br /&gt;perspectiva da ironia, e não representa, em absoluto,&lt;br /&gt;minha postura pessoal no que tange ao discipulado.&lt;br /&gt;O plano de Jesus nada tem de errado)&lt;br /&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-497967880766982089?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/497967880766982089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=497967880766982089&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/497967880766982089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/497967880766982089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/03/o-discipulador-que-nao-sou_9203.html' title='O discipulador que [não] sou.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2723647595433778472</id><published>2010-01-26T21:26:00.011-02:00</published><updated>2010-12-25T12:23:16.559-02:00</updated><title type='text'>Ungido, Não-Ungido</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;*&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Já experimentei no Brasil o absurdo da caracterização de “não-ungido”, a explícita abordagem de que eu não estou sintonizado com o mover de Deus neste tempo, o inconcebível conceito de que não navego no Espírito, o impensável daquilo que o pessoal considera rejeitável em mim por eu ser ou tradicional, ou carismático, ou progressista, ou conservador, ou pentecostal, ou liberal -- dependendo de quem faz a avaliação, é claro! --, e a aventura da rejeição por não me alinhar aos trejeitos de quem é "devidamente ungido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisto reside um bloqueio que tenho tido nos últimos anos nesta coisa de pregar em igrejas locais no Brasil. Há anos venho percebendo uma crescente onda de estereótipos nos quais eu, definitivamente, não me encaixo: não fiz Encontro com Deus, não estou na “visão”, não falo em línguas durante a pregação, não faço apelação emocional, não manipulo o anseio sincero das pessoas pelo surpreendente, não tento satisfazer a volúpia daqueles que nada querem senão consumir a fé de forma extraordinária, espiritualizante, extremamente individualista e marcadamente alienante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, não visto capas de anjo e nem aceito significados correntes do que seja ser um “profeta”. Não considero que minhas mãos sejam particularmente miraculosas. Não tenho e não prego sob um exacerbado encantamento pelo místico, não me entendo como convergente-densidade-ambulante dos poderes e dos saberes divinos, nem dos milagres de Deus. Não derrubo pessoas, não me porto como animador de auditório, nem muito menos como Chacrinha da fé evangélica. Me debruço na Palavra, isso sim, mas não viajo em analogias irrelevantes, alienadoras e descontextualizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando prego, faço perguntas aos céus, à bíblia, às pessoas, ao tempo e à conjuntura, muito mais do que ofereço respostas. Faço estudo profundo não somente do texto e do contexto do texto, mas também dos contextos sócio-econômicos, culturais, espirituais e emocionais que rodeiam e afetam as pessoas, particularmente aos ouvintes. Quando prego, não entendo do céu mais do que entendo da terra, mas não paro de pensar na outra vida para não começar a falhar nesta, muito menos na pregação. Afinal, "quem almeja o céu, terá a terra como acréscimo; quem almeja a terra, não terá nem uma nem outra" (C.S. Lewis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa disso tudo, pode ser mesmo que eu não seja uma espécie “ungida”. Aliás, desejo não sê-lo se para isso tiver que deixar de ser gente para me tornar pregador medíocre. Eu disse medíocre, não simples. Amo os pregadores simples. A singeleza e a simplicidade deles cativam a minha mente e coração, e observo que o mesmo acontece com os que estão ao meu redor. Eles vão ao ponto, não precisam de exercício exegético acurado para compreender e comunicar a essência de um texto, e não estão preocupados em exibir uma performance de "ungidos". Quero me tornar mais parecido com eles, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando aos "ungidos" da média estereotipada, Deus me livre de deixar de ser quem sou para incorporar alguém que não sou. Explico: sou ungido, sim, mas não para reproduzir e retro-alimentar os tais estereótipos. Ao menos não no que está pegando em termos de modelos em várias igrejas brasileiras -- e em algumas outras partes do mundo, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor me deu o dom de pregar desde aos 16 anos de idade, num contexto missionário trans-cultural e desafiador. Desde então procuro ser fiel à esta vocação, sem cessar de aprender e crescer, de modificar e de abrir horizontes. Não parei no tempo, não me escravizei a nenhum dado modelo de mercado de consumo religioso. Tive e tenho uma experiência carismática forte, mas faço clara distinção entre Essência e forma, Espírito e estilo, Vinho e taça, Centro e borda, Miolo e casca, Néctar e bagagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não compro as espiritualidades personalistas, patológicas e empacotadas que tenho observado em púlpitos de muitas partes do Brasil. Conquanto respeite quem viva algo diferente do que eu sou e faço, não faço de ninguém um modelo estanque. Aprecio que líderes cristãos façam o trabalho dentro de suas próprias maneiras culturais e em coerência com suas personalidades, mas não mudo a minha voz, nem o meu tom, nem o pouco cabelo que ainda me resta para me parecer mais com estes ou aqueles, só porque são considerados "ungidos". Afinal, vai muito da composição histórica, da experiência, da razão e da natureza de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que tange a mim, contudo, assim como a tantos outros que não são muito diferentes de mim, optei por uma pregação cuja espiritualidade é marcadamente Trinitária, integral, contemplativa, solta, informal, analítica, reflexiva, crítica, questionadora, acolhedora, silenciosa, inquieta, engajada, consciente e calcada nas Escrituras. Hoje me percebo investindo mais no silêncio e na contemplação, na leitura e na observação atenta do que se passa dentro e ao redor de mim. Enquanto oro com vistas à pregação, mantenho meus olhos bem abertos, lembrando que o Jesus de Nazaré dava especial atenção em abrir os olhos dos que não viam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Optei e me vejo ungido, sim, para uma pregação cuja prática é educativa e cuja pedagogia é a da autonomia do ouvinte. Não a que gera dependência no pregador. Parafraseando Paulo Freire, não há pregação sem o ouvinte e sua respectiva experiência concreta. Por esta razão, minha prática de pregação exige rigorosidade metódica, pesquisa, respeito aos saberes dos ouvintes, criticidade, estética e ética, corporeificação das palavras pelo exemplo. Exige risco, aceitação do novo e a rejeição a qualquer forma de discriminação. Exige reflexão crítica sobre a prática, além do reconhecimento e a assunção da identidade cultural. [2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concebo com segurança que pregar, assim como ensinar, não é transferir conhecimento. Por isso dou boas-vindas à consciência do meu próprio inacabamento e ao reconhecimento de ser condicionado. Dou o devido respeito à autonomia do ser do ouvinte, uso de bom senso e o faço com humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos ouvintes, não dos meus direitos enquanto pregador. Aprendo da realidade, nutro minha alegria, esperança e curiosidade à respeito dela, e, mais que tudo, falo na convicção de que transformação é possível e necessária. [3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navego tranquilamente na convicção de que pregar é tanto uma matéria de composição divina quanto uma especificidade humana. Por isso, exijo de mim mesmo segurança, competência ministerial e generosidade, além do comprometimento e do exercício de compreender que a pregação é uma forma de intervenção no mundo. Isso implica que a minha pregação é inevitável e irremediavelmente ideológica. Enquanto prego, não negligencio a liberdade e a autoridade, tomo decisões conscientes, procuro saber escutar antes de falar, disponho-me para o dialogo antes e depois da pregação, e quero bem aos que me ouvem. [4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio plenamente na graça do Eterno, na regeneração advinda do sacrifício feito na cruz pelo Jesus de Nazaré, no poder santificador e orientador do Parácleto, na veracidade, integridade e integralidade das Escrituras. Faço disso tudo o eixo da minha atitude e conteúdo. Me dobro, me curvo, me coloco genuflexo no espírito em lugares de pregação; não à eles enquanto fim em si mesmos, mas a Alguém, sabendo que não estou ali por mim, mas por Ele e pelos seus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro falar menos pra não falar demais. Sei que a revelação do Pai das Luzes se silencia na voz do pregador quando este se ocupa em falar demais. Não desejo que o som da voz do Eterno sofra um eclipse causado pelas sombras que a precipitação e o excesso de palavras impõem ou imputam à revelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, procuro me silenciar quando necessário, reconhecendo que há algo muito além do que a linguagem verbalizada pode comunicar e operar. Ao silenciar-me, confio plena e radicalmente na assistência do Espírito Santo, da mesma forma e na mesma medida em que confio n'Ele quando abro a boca. Isto acontece quando eu, enquanto pregador, começo por admitir os limites do meu próprio pensamento teológico, e me posto silencioso, humilde, contrito e genuflexo na presença de um Deus que está acima e além das minhas tentativas de comunicá-Lo, de descrevê-Lo, de tangê-Lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito tudo isso, resta-me dizer apenas uma coisa adicional: sei quando parar, porque já falei o bastante e calar-me, à partir de determinado ponto, se faz necessário e pedagógico para o bem do ouvinte, não para o meu próprio bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[1] Falo sobre as duas experiências no capítulo “The Challenges of John Wesley’s Theology in Latin American Mission Contexts”, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;World Mission in the Wesleyan Spirit&lt;/span&gt;, editado por Darrell L. Whiteman e Gerald H.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Franklin, TN: Providence House Publishers, 2009.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pp. 81-92.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Freire, Paulo.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa&lt;/span&gt;.  São Paulo: Paz e Terra, 1996 (Coleção Leitura), pgs. 21-46.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Ibidem, pgs. 47-90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Ibidem, pg. 91-146.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Copyright © Janeiro 2010 Luís Wesley de Souza&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2723647595433778472?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2723647595433778472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2723647595433778472&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2723647595433778472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2723647595433778472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2010/01/ungido-nao-ungido_26.html' title='Ungido, Não-Ungido'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3724434153480937406</id><published>2009-12-29T11:16:00.001-02:00</published><updated>2009-12-29T11:18:03.182-02:00</updated><title type='text'>VIDA - Poesia de Augusto Branco</title><content type='html'>Já perdoei erros quase imperdoáveis,&lt;br /&gt;tentei substituir pessoas insubstituíveis&lt;br /&gt;e esquecer pessoas inesquecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fiz coisas por impulso,&lt;br /&gt;já me decepcionei com pessoas&lt;br /&gt;que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,&lt;br /&gt;mas também já decepcionei alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já abracei pra proteger,&lt;br /&gt;já dei risada quando não podia,&lt;br /&gt;fiz amigos eternos,&lt;br /&gt;e amigos que eu nunca mais vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amei e fui amado,&lt;br /&gt;mas também já fui rejeitado,&lt;br /&gt;fui amado e não amei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já gritei e pulei de tanta felicidade,&lt;br /&gt;já vivi de amor e fiz juras eternas,&lt;br /&gt;e quebrei a cara muitas vezes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já chorei ouvindo música e vendo fotos,&lt;br /&gt;já liguei só para escutar uma voz,&lt;br /&gt;me apaixonei por um sorriso,&lt;br /&gt;já pensei que fosse morrer de tanta saudade&lt;br /&gt;e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vivi!&lt;br /&gt;E ainda vivo!&lt;br /&gt;Não passo pela vida.&lt;br /&gt;E você também não deveria passar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom mesmo é ir à luta com determinação,&lt;br /&gt;abraçar a vida com paixão,&lt;br /&gt;perder com classe&lt;br /&gt;e vencer com ousadia,&lt;br /&gt;porque o mundo pertence a quem se atreve&lt;br /&gt;e a vida é "muito" para ser insignificante.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3724434153480937406?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3724434153480937406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3724434153480937406&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3724434153480937406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3724434153480937406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/12/vida-poesia-de-augusto-branco.html' title='VIDA - Poesia de Augusto Branco'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-9024490060382206366</id><published>2009-12-13T18:43:00.022-02:00</published><updated>2010-07-28T11:39:02.653-03:00</updated><title type='text'>Biboquê &amp; Pião</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVUZhzNcDI/AAAAAAAAAb8/AnuF6c3jJfI/s1600-h/BIBOQUE+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 233px; height: 233px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVUZhzNcDI/AAAAAAAAAb8/AnuF6c3jJfI/s320/BIBOQUE+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414826924529512498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos vários natais e aniversários da minha infância e início da adolescência, não conheci outras espécies de presentes senão brinquedos de madeira, geralmente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;biboquês&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;piões&lt;/span&gt;.  A razão básica e silenciosa residia no fato de que meus pais eram pobres, e os brinquedos industrializados e avançados estavam muito acima de suas possibilidades financeiras. Afinal, meu pai era um daqueles pastores metodistas que jamais desejou enriquecer às custas do povo simples das igrejas que pastoreou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVXtkZy2ZI/AAAAAAAAAcE/kH1KM7iGhlo/s1600-h/Pi%C3%A3o+1.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 178px; height: 301px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVXtkZy2ZI/AAAAAAAAAcE/kH1KM7iGhlo/s320/Pi%C3%A3o+1.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414830567360485778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Biboquês&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;piões&lt;/span&gt; eram muito baratos, consistiam apenas de madeira e barbante, podiam ser feitos por qualquer torneiro, e faziam a minha alegria. Os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;biboquês&lt;/span&gt; vinham em diferentes formatos – esféricos, ovalados ou em forma de sino.   Os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;piões&lt;/span&gt; eram os mais variados, mas obedeciam uma lógica de formatação e estética que garantissem força centrífuga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda era imaturo demais pra entender, imaginar ou conceber a pedagogia dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;biboquês&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;piões&lt;/span&gt;: a experiência do improvável via exercício do equilíbrio na criacão de energia pelos movimentos coordenados das mãos e dos braços, e, é claro, na muita concentração.&lt;br /&gt;&lt;a style="font-style: italic;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVUBris0RI/AAAAAAAAAb0/J7yuUkuarbc/s1600-h/biboque+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 244px; height: 244px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVUBris0RI/AAAAAAAAAb0/J7yuUkuarbc/s320/biboque+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414826514827759890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Biboquês&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;piões&lt;/span&gt;, no meu caso e no caso de muitos da minha geração, traziam consigo uma lição de vida: Nem tudo é automático, nem tudo é fácil e nem tudo se nasce sabendo.  Há que se aprender, treinar, aperfeiçoar. Determinação, insistência e perseverança são alguns dos caminhos através dos quais a gente aprende a viver com equilíbrio criativo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-9024490060382206366?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/9024490060382206366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=9024490060382206366&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/9024490060382206366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/9024490060382206366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/12/biboques.html' title='Biboquê &amp; Pião'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SyVUZhzNcDI/AAAAAAAAAb8/AnuF6c3jJfI/s72-c/BIBOQUE+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-86498285346998282</id><published>2009-11-28T00:06:00.003-02:00</published><updated>2009-11-28T00:11:34.215-02:00</updated><title type='text'>Abracei-me à cruz</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;&lt;br /&gt;Então, achei os livros mudos, a razão muda, e a filosofia estéril.&lt;br /&gt;Chorei e abracei-me à cruz. Foi a fé que me salvou. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;(Rui Barbosa)&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-86498285346998282?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/86498285346998282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=86498285346998282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/86498285346998282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/86498285346998282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/11/abracei-me-cruz.html' title='Abracei-me à cruz'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1980684599387798964</id><published>2009-11-25T22:41:00.003-02:00</published><updated>2009-11-28T00:11:05.848-02:00</updated><title type='text'>Se...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Se em certa altura&lt;br /&gt;Tivesse voltado para a esquerda&lt;br /&gt;em vez de para a direita.&lt;br /&gt;Se em certo momento&lt;br /&gt;Tivesse dito sim em vez de não,&lt;br /&gt;ou não em vez de sim.&lt;br /&gt;Se em certa conversa&lt;br /&gt;Tivesse dito frases que só agora,&lt;br /&gt;no meio-sono, elaboro.&lt;br /&gt;Seria outro hoje,&lt;br /&gt;e talvez o universo inteiro&lt;br /&gt;Seria indiscutivelmente&lt;br /&gt;levado a ser outro também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fernando Pessoa)&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1980684599387798964?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1980684599387798964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1980684599387798964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1980684599387798964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1980684599387798964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/11/se.html' title='Se...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5163164498201946324</id><published>2009-11-09T01:42:00.032-02:00</published><updated>2011-06-15T23:00:55.893-03:00</updated><title type='text'>Aldeia Alegre e Prazenteira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; font-size: medium; font-style: normal; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: Times; font-size: medium; font-style: normal; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;Meu enleio vem de que um tapete é feito de tantos fios que não posso me resignar a seguir um fio só; meu enredamento vem de que uma história é feita de muitas histórias. E nem todas posso contar...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;i style="font-family: Times; font-size: medium; font-style: normal; "&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Verdana; font-size: 10pt; "&gt;&lt;span&gt;(Clarisse Lispector)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);font-size:100%;"&gt;Histórias da minha história&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Possuo memórias que remontam desde os meus 3 anos de idade, quando morávamos em &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.youtube.com/watch?v=vZH_74Q-PFI&amp;amp;feature=related"&gt;Jericó&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;, nas serras do Vale do Paraíba, há 18 quilômetros de Cunha, SP. Eu sou um “jericoense” de coração e de alma. De lá vim e pra lá quero voltar. No início dos anos 60 alguém que se apaixonou pelo lugar compôs uma música sobre Jericó. Nunca foi gravada, senão nas mentes de alguns poucos, dentre elas a minha. A primeira estrofe dizia o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Jericó é uma aldeia pequenina,&lt;br /&gt;Sempre alegre e prazenteira.&lt;br /&gt;Uma cascata e uma igreja na colina,&lt;br /&gt;De gente boa e hospitaleira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Jericó era isso mesmo. De longe via-se a cachoeira e, mais acima, na colina, o templo metodista. Quando lá se chegava, percebia-se que era mais do que isto. Aos fundos havia um salão social e outras instalações. Ao lado uma casa pastoral, e, mais adiante, uma escola rural. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não havia bancos, nem contas bancárias, nem saldos, e nem a angústia da falta deles.  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; A ROTA não passava na frente da casa da gente, fazendo sugerir que a vida lá fora é perigosíssima demais. Não se recebia nem se fazia cobranças. O suprimento alimentar era compartilhado, o pão era feito em casa, e a farinha, o arroz e o açúcar eram trazidos de Cunha em jeepes ou no lombo dos burros. Tudo o mais era produzido ali mesmo na horta, na granja, na roça. Não se dormia tarde e os dias eram repletos de simplicidades, calmarias e natureza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Perto do templo havia um “estacionamento de cavalos”. Era como eu chamava o estábulo de duas faces que, no domingo, ficava repleto de cavalos, mulas e éguas ainda com arreios, garupeiras, estribos e rédeas. O estábulo coberto fora constrído pelos próprios membros e simbolizava a cultura simples, não agitada, aberta e acolhedora do sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costumava ir até lá para olhar, por entre as frestas e pelos vãos das tábuas, o túnel que se formava entre as pernas das dezenas de animais enfileirados um ao lado do outro. Enquanto observava aquela quantidade de patas, algumas socando o chão pra espantar os mosquitos, minha imaginação viajava: "Como seria correr agachadinho ao longo deste “túnel”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que me lembro, este foi um dos únicos riscos imaginários que nunca tentei correr de fato e de direito. Era &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;menininho &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;ainda ingênuo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;, mas muito imaginativo e já vivido o bastante pra saber que, se tentasse tal loucura, seria trucidado e defenestrado aos coices!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem Samuel, meu pai, com pouco mais de 24 anos de idade, era o ministro daquela igreja sertaneja. Ele fez história. Conquistou a congregação com seu extraordinário dom de fazer frequentes visitas pastorais, de caçar e pescar com os membros; de capinar, roçar e de cavalgar com eles. A família mais próxima morava há quilômetros, e o transporte era animal mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja possuía uma “mula pastoral” que tinha um instinto extraordinário de memória. Sabia os dias e horas em que partiria levando no lombo o pastor de Jericó, este sempre e irremediavelmente enternado e engravatado em pleno sertão empoeirado. Não era preciso buscar a mula no pasto. Ela vinha sozinha, aos galopes, rinchando e pedindo milho. Enquanto era arreiada por meu pai, estufava a barriga pra depois soltá-la quando ele a montava. O bicho era tudo, menos burro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi de Samuel que partiu a idéia de instalar, logo ao lado da cachoeira, o primeiro gerador de energia elétrica, o que possibilitou iluminar a aldeia. Ele contatou o Sr. Schneider, de Guaratiguatá, SP, e instalou um motor cuja chave liga e desliga era um arame estendido sobre roldanas por mais de seiscentos metros colina acima, até alcançar a casa pastoral. Fazia-se uma força descomunal para puxar a chave e encaixá-la no gancho. Para desligar, era-se quase sugado pelo peso do arame estendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somente isto. Como não havia telefones, celulares não passavam de imaginação doida de cientistas malucos, e "aldeia global" era uma idéia que ainda estava por nascer, Samuel tomou a iniciativa de avançar a tecnologia de comunicação daquela comunidade. Instalou o que havia de mais moderno em auto-falantes que lançavam o som à longuíssima distância, uma espécie de rádio musical campineiro e sertanejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo as estações e o calendário litúrgico, ele colocava músicas e hinos nos sábados à tarde e nos domingos pela manhã. Era esta a suave e melodiosa lembrança que ele fazia aos sitiantes e fazendeiros circunvisinhos, seus peões e empregados, ricos e pobres, de que lá na colina havia um lugar de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;encontro, para o qual todos eram convidados e bem-vindos&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi em Jericó que vi meu pai esconder, por vários dias, líderes da confederacão &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;e da federação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;de jovens da Igreja Metodista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;. Por suas posturas de contestação à ditadura militar que acabara de se instalar através de golpe, denunciados por lideranças da própria denominação, eles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt; corriam riscos de serem pegos, torturados, exilados e até mortos pelo regime que usurpou a democracia e instaurou o terror contra estudantes discidentes. Por esta via e em Jericó, meu pai construiu em mim a cultura da sensibilidade, da justiça e da solidariedade, ainda que tivesse que correr os riscos de dar cobertura a perseguidos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;uma certa ocasião, vi meu pai prender um bandido fugitivo no escritório pastoral da igreja de Jericó, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;orar pela conversão dele e, no dia seguinte, convencê-lo de se entregar à polícia para, daí, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;levá-lo no lombo da mula para Cunha e devolvê-lo à cadeia. N'outra ocasião, ouvi minha mãe contar sobre meu pai que, montado na mesma mula, enfrentou gente ar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;mada na mesmíssima estrada para Cunha, porque ele resolvera, após várias pregações e muita advertência, denunciá-los ao poder público por zoofilia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Georgia;font-size:100%;color:black;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a coragem de quem é homem-macho e a ousadia de quem é homem-de-Deus, mesmo sob ameaça à mão armada, Samuel passou cavalgando sem titubear por meio deles dizendo que "era isto mesmo que iria fazer, quisessem ou não, para o bem deles próprios, de suas famílias, dos animais e da sociedade." Isso tudo no início dos anos 60 e no Vale do Paraíba, onde e quando uma denúncia dessas poderia significar a morte do denunciante. É mole?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;u tinha apenas seis meses de idade quando meus pais mudaram-se para Jericó, e morei lá até aos seis anos. Cresci conhecendo apenas isto — uma igreja no sertão construída no início do século 20, cercada de montanhas, de verde, de beleza natural, de animais domésticos e silvestres, de pássaros raros, de matas, de penhascos e campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das tardes de verão, minha mãe, Maria Edi, nos chamava para a varanda e, de lá, olhávamos os micos-leão-dourados que desciam das árvores e passavam sobre a porteira acompanhados dos filhotes que os seguiam relutantes ou permaneciam grudados nas costas dos pais. Ah, aquela cena! Era o ápice do dia! Sinal de que o que era bom se repitira novamente, e amanhã outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ouvíamos histórias que minha mãe contava — ela era educadora nata e intuitiva —, observávamos o por do sol. Depois ficávamos horas contemplando o luar, as estrelas cadentes e o escurecer dos vales ao som das cigarras e do pisca-pisca dos vaga-lumes. “Vaga-lume tem tem, teu pai tá aqui, tua mãe também!”, cantávamos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nair, minha irmã adotiva, à pedido da própria mãe natural, fora trazida já moçinha para a casa dos meus pais e se tornou a irmã babá de todos os filhos que Samuel e Maria Edi tiveram: Léa Wesley, Luís Wesley, Leila Wesley e Lêda Wesley. A Leila quase nasceu no sertão jericoense e, quando nos mudamos de volta pra São Paulo e depois para Santa Catarina, deixou seus padrinhos lá. A Leda não morou em Jericó, mas visitou e voltou prá lá nas várias vezes que passávamos as férias de janeiro na aldeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos fundos da residência havia um pequeno chiqueiro, uma horta, um bananal e um bambuzal. À esquerda da casa havia um paiol e uma oficina de ferramentas. À direita um pomar onde havia pessegueiros, pereiras, macieiras, marmeleiros, laranjeiras e parreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha uma relação bastante ambígua com os marmeleiros, já que davam frutos deliciosos e forneciam as varas com as quais eu apanhava quando fazia "artes". Quando estava por apanhar, eu, o próprio, era responsável por ir até um marmeleiro, escolher, limpar e trazer a vara, e entregá-la aos meus pais. Abuso? Não para a minha alma, nem para a excelente formação que eles me presentearam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a cachoeira lá embaixo e a igreja lá em cima, havia um conjunto de pedras majestosas. Meu pai costumava dizer que tinham sido erigidas por tribos primitivas, há centenas e centenas de anos. Nunca tive a exata noção do que aquele lugar pudesse significavar para os primeiros habitantes do terra. Somente décadas depois, quando estudei antropologia cultural, concluí que poderia ter sido mesmo um altar ou um marco histórico para alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, era o meu lugar preferido para brincar, correr, imaginar, olhar em direção ao vale, enfiar a cabeça nas frestas das pedras, atirar pequenas pedras roliças em estilingue, gritar e ouvir os ecos que voltavam segundos depois, enquanto olhava para as barbas de um enorme chorão que ficava logo abaixo. Me imaginava grande e pequeno, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;fraco e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;forte, livre e anexado, alado e enraizado... tudo ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das pedras &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;se projetava para um lado do vale, outra &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;tinha o formato de um sapo, outra de um busto sem cabeça, e a outra, bem ao lado, de um retângulo mal formado, mas muito semelhante à pedra visinha. Estas últimas são a maior evidência de que aquele lugar tenha sido fruto de um prossível trabalho de ancestrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu costumava subir e descer de todas elas, sentia o solo sólido e cálido debaixo dos meus pés descalços, como se a vida jamais, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;em hipótese alguma, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;viesse um dia a se abalar. Me imaginava dono daquilo tudo: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;igreja e cachoeira, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;pedras e vales, pastos e carreadores, árvores e campos, barrancos e estradas, riachos e montanhas, seriemas e jacús, azuis do céu e verdes da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de andorinhas migratórias, após voarem milhares de quilômetros, desde o sul do Canadá, passando pelos Estados Unidos, México e América Central, cruzando oceanos, rios, cordilheiras, a Amazônia e o planalto central, chegavam no doce calor da primavera e se instalavam em Jericó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostavam do convívio humano e preferiam as frondosas árvores ao redor da igreja, o topo da torre e os beirais das instalações. Faziam ninhos e se reproduziam, e, como que numa constante celebranção da vida, promoviam revoadas e cantavam o dia inteiro. Bem escreveu o poeta ambiental José Júlio Azevedo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Voa, voa, andorinha,&lt;br /&gt;Você não é de ninguém, nem minha.&lt;br /&gt;Voa, voa no céu de Deus&lt;br /&gt;Voa junto a milhares seus.&lt;br /&gt;Peregrinas no espaço&lt;br /&gt;Pastam invertebrados na roça&lt;br /&gt;De tardezinha sobrevoam [a aldeia]&lt;br /&gt;Desenhando no ar uma palavra: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Felicidade&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Andorinha de verão&lt;br /&gt;Voa do Norte para o Sul,&lt;br /&gt;na rota do sol&lt;br /&gt;Nunca verão planeta como este.&lt;br /&gt;Seu horizonte é azul.&lt;br /&gt;Voa, voa andorinha&lt;br /&gt;Sem brevê, sem passaporte&lt;br /&gt;sem carteira de identidade&lt;br /&gt;nem fila do INSS&lt;br /&gt;Aninha em seu coração navegante&lt;br /&gt;o sonho da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;liberdade&lt;/span&gt;!*&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, os pardais, os tico-ticos e as corrílas faziam a festa. Os canarinhos, sabiás, pássaros azuis, pintassilgos, codornas, quero-queros, vira-bostas e saracuras completavam o coro. Nem as galinhas, frangos, galos e pintainhos destoavam. E a música da qual mais me lembro, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;aquela composta pelos apaixonados por Jericó, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;feita por humanos que costumam dar harmonia à vida da gente pra onde quer que ela siga, tinha um estribílio que ainda canto aqui dentro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Jericó, Jericó.&lt;br /&gt;Quem me dera aqui voltar para ficar!&lt;br /&gt;Jericó, Jericó.&lt;br /&gt;Quem me dera aqui voltar...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;(CONTINUA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Copyright © 2009 Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;__________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*José J. Azevedo,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Andorinhas"&lt;/span&gt;, 1992 (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;itálicos meus, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;"&gt;adapt&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ação entre colchetes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;minha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;; forma original: "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De tardezinha sobrevoam a cidade"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5163164498201946324?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5163164498201946324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5163164498201946324&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5163164498201946324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5163164498201946324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/11/aldeia-alegre-e-prazenteira_09.html' title='Aldeia Alegre e Prazenteira'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2721451808300916852</id><published>2009-10-31T01:27:00.009-02:00</published><updated>2010-09-06T09:46:06.004-03:00</updated><title type='text'>Ah, Inácio!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Histórias da Minha História&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;"&gt;Incluindo partes novas!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Seu nome era Inácio Soares de Souza, que fora pai de Inácio de Souza, que fora pai de Pedro Inácio de Souza, que fora pai de Samuel de Souza, que é pai de Luís Wesley de Souza, que é pai de Filipe, Matheus, Talitha e Luís Wesley Júnior. Inácio (pai), que era senhor de engenho nas cercanias de Barra Mansa, RJ, gerou a Inácio (filho) daquela que era sua escrava protegida, Fausta Joaquina de Souza, a quem amava como a nada e a mais ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (filho), não muito depois da abolição da escravatura no Brasil, gerou a Pedro Inácio daquela que fora descendente de escravos livres. Pedro, de pele escura, palmas das mãos e planta dos pés brancos, teve vinte e três irmãos, onze dos quais eram irmãos da mesma mãe. Os outros doze irmãos do mesmo pai foram gerados por uma outra mãe. Inácio tinha duas esposas, a descendente de escravos livres e uma descendente de europeus que migraram para o Brasil no século 19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de Inácio (pai), Inácio (filho), Pedro, Samuel, Luís Wesley e seus descendentes, não é tão óbvia quanto parece. Gerações se sucederam umas às outras, os contextos se transformaram, as relações se redesenharam. Novas histórias foram vividas, com trajetórias diferentes de nuances peculiares e de experiências formatadas por cosmovisões diversas e, de certa forma, conectadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, Luís Wesley, de pele branca e genuína negritude mestiça no coração e nas veias, descendente de Inácio (pai) e de sua escrava-esposa, e de Inácio (filho) e sua escrava livre, quero contar e recontar esta história, sem nenhum outro objetivo senão o de aprender, uma vez mais, que a gente é gente, gente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Do pouco que se sabe de Inácio (pai)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte da família afirma que Inácio (pai) era bom com seus escravos. Contra senso. Afinal, quem é bom não tem escravos! Quem é bom tem amigos e parceiros numa caminhada justa e igualitária. Não escravos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quem teria vindo, então, esta estória de que Inácio (pai) era bom? Ninguém sabe. Mas, a julgar pela cultura da época, esta imagem de "Inácio-bom" pode ter sido vendida por ele mesmo, por seus amigos, ou por seus filhos, noras e genros, ou ainda pela própria esposa-escrava protegida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada às circunstâncias escravagistas, ser escrava protegida era um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;status&lt;/span&gt; excepcional, conferido apenas às escravas saudáveis, lindas, esguias, sensuais, atraentes e, sobretudo, prendadas. Inácio (pai) podia ter apenas fama de ser bom, sem sê-lo, com os escravos, mas foi certa e definitivamente muito bom na escolha de uma dada escrava para ser mais do que protegida -- tornar-se esposa do patrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se, contudo, que ela também o amava e protegia, que era ela quem governava a casa e educava os filhos. Mais do que isto, conta-se que ela tornava a vida dos escravos mais digna, livre de chibatadas e punições... enfim, das desumanidades características da escravidão, por si mesma horrenda. Fala-se também que ele, Inácio (pai), era só ouvidos pra ela, e que, por esta razão, muitos ex-escravos escolheram (sic) permanecer no engenho após a abolição. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intrigante história de Inácio (filho)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (pai) teve muitos filhos, dentre eles Inácio (filho), o primogênito. Inácio (filho) era muito jovem ainda quando resolveu se casar com aquela por quem era apaixonado desde criança -- a filha de escravos livres. No dia do casamento, contudo, o pai de uma moça branca e de feições européias, veio à casa de Inácio (pai) e pediu que ele exigisse que Inácio (filho) acolhesse a filha em sua futura residência, ainda que como segunda esposa, já que Inácio (filho) a tinha deixado "de bucho cheio". Sim, Inácio (filho) vinha se aventurando, em bases contínuas, com a mocinha branquela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (pai), em nome da "honra" -- sabe-se lá de quem! --, usando de sua autoridade múltipla (pai, senhor de engenho, etc), além de se deixar dominar pelo orgulho próprio (afinal, ele era o "Inácio-bom"!), fez com que Inácio (filho) recebesse a moça em sua casa desde o primeiro dia de casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Punição? Provavelmente. Entretanto, esta decisão veio a formatar uma relação poligâmica que se extendeu por muitos anos, resultando em vinte e quatro filhos plantados, concebidos e gerados em duas mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter um senso de justiça mais aguçado era a virtude de Inácio (filho), o que, na prática, se provou até no número de filhos que teve com cada uma. Seu senso de igualdade, contudo, se estendeu, de forma mais evidente, para outras áreas ao longo de sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Inácio (filho) no protestantismo&lt;/span&gt; - Num certo domingo de verão, Inácio (filho) decidiu aceitar o convite de um pregador para ir à igreja protestante. Vestido de paletó e calça de brim cuidadosamente passados com ferro à brasa, usando botas rancheiras, daquelas que rangem quando se caminha, de espora, chicote e chapéu, Inácio (filho) adentrou uma igreja pela primera vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ouvi, sua entrada impressionou o pequeno número de congregantes, porque ele se fez acompanhar das duas esposas e de todos os filhos. "Foi quase como uma parada militar", disse-me há dezenove anos uma amiga da família, hoje falecida. "Era uma fila enorme que demorou para entrar e se acomodar totalmente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (filho) tinha o costume de andar com a família quase todos os dias, e, sendo o sertão repleto de caminhos estreitos nos pastos, prados e montanhas, feitos pelo andar constante do gado, todos vinham em fila enquanto conversavam, se desviavam dos estrumes das vacas, brincavam e se divertiam com qualquer que fosse o motivo enquanto caminhavam e observavam a paisagem, numa mistura interessante de negros, brancos e mulatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que entraram na igreja, tanto na primeira como em todas as demais vezes que lá foram: em fila escalonada, a começar dos menores, dois dos quais eram bebês carregados no colo de cada esposa, e indo para os maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Calçadas estrumentas&lt;/span&gt; - &lt;/span&gt;A igreja dobrou o seu número de participantes num só domingo, professores de escola dominical para adultos, jovens, juvenís, criancas e até de berçário tiveram de ser recrutados imediatamente, e um sino foi comprado para avisar a família -- que morava distante no campo -- quando havia alguma atividade especial em dias diferentes do domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos problemas surgiram para a pequena igreja também, como por exemplo, o volume de estrume de cavalo deixado na calçada que teve de ser adaptada para acomodar os animais selados e emparelhados desde a manhã do domingo até o final do culto protestante da noite. Vida de cavalo nas mãos da família de Inácio era coisa dura, e a vingança vinha da forma mais estrumesca possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;A exigência moral feita a Inácio (filho)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; - &lt;/span&gt;Aquela versão do protestismo, assim como a esmagadora maioria delas em contextos culturais monogâmicos, não aceitava que um homem pudesse ter duas mulheres. A exigência para que Inácio (filho) tivesse uma só esposa não tardou quase nada. Também exigiram que ele escolhesse com que família queria ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele deveria não somente decidir-se por uma dentre as duas esposas, mas também sobre quais dos filhos manteria como sua família. Na lógica daquele protestantismo, filhos "bastardos" deveriam ser desconsiderados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (filho) tinha ao seu redor todas as racionalidades sociais e supostamente bíblicas possíveis para legitimar o abandono de uma das famílias. A igreja, neste caso, se encarregaria de apaziguar sua consciência pelo abandono. Afinal, os únicos a sofrerem as consequências das escolhas anteriores de Inácio ao formar duas famílias, seriam os abandonados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;A decisão de Inácio (filho)&lt;/span&gt; - Inácio (filho) lutou muito, se contorceu ao considerar se deveria ou não aceitar a demanda. Temente a Deus, tendo tido uma experiência de conversão ao Jesus de Nazaré, tomou a decisão mais justa e razoável que pode conceber. Sua decisão mostrou o quanto estava à frente de seu próprio tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a surpreza de todos, Inácio (filho) dividiu a pequena fazenda em duas partes iguais, fez uma cerca vegetal facilmente transitável de fora a fora, e, na frente da fazenda, construiu duas casas idênticas. Colocou em seu testamento que as esposas e seus filhos ficariam com as partes tal qual foram divididas, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inácio (filho) foi mais além. Fez um quintal gramado, aberto e conjugado em frente às duas casas e definiu que os meninos continuariam brincando juntos e como irmãos, e que seriam sempre livres para visitar ambas as casas como se fossem deles próprios. Decidiu que continuaria tendo a todos e a cada um deles como seus filhos e sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a escolher viver com uma só esposa, optou por manter uma relação conjugal apenas com aquela com quem se casou por amor -- a negra. Colocou as duas mulheres em suas próprias casas, uma ao lado da outra, e as manteve com absoluta igualdade em coisas como recursos financeiros, mantimentos, suprimentos domésticos, respeito e afeto. Deixou de visitar a cama da européia branca, e concentrou sua energia dupla apenas na descendente de escravos livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Acompanhe aqui a sequência desta saga nos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;posts&lt;/span&gt; das&lt;br /&gt;próximas semanas, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Histórias da Minha História&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Copyright © 2009 Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2721451808300916852?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2721451808300916852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2721451808300916852&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2721451808300916852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2721451808300916852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/10/ah-joao_31.html' title='Ah, Inácio!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8566868228410988277</id><published>2009-10-24T17:56:00.003-02:00</published><updated>2009-10-24T18:00:30.081-02:00</updated><title type='text'>Vai ler, camarada!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;"&gt;Carta de John Wesley a John Trembath&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;John Trembath,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tem prejudicado a sua vida no passado e, lamento dizer, até hoje, é a sua negligência quanto à leitura. Negligência tal que, por sua vez, chega a prejudicar até o próprio desejo de ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificilmente me recordo de um pregador que leia tão pouco. Eis a razão porque seu talento em pregar não aumenta. Você continua pregando como pregava há sete anos; com emoção, porém sem profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta variedade e conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura poderá preencher estas lacunas com meditação e oração diária. Você prejudica a si mesmo em omitir tal prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desprezo à leitura impede alguém de ser um pregador maduro. Até para ser um cristão íntegro é mister a leitura adequada. Queira Deus que começasse logo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Separe uma parte do dia para este exercício. Assim adquirirá o sabor por aquilo que faltava; o que parece monótono no início se tornará com o tempo um prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ou sem disposição leia e ore diariamente. É para a sua própria vida; não existe outro caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltando isso será para sempre um pregador superficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;John Wesley&lt;br /&gt;Em 17 de agosto de 1760&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8566868228410988277?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8566868228410988277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8566868228410988277&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8566868228410988277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8566868228410988277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/10/vai-ler-camarada.html' title='Vai ler, camarada!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6408182894067884817</id><published>2009-10-19T09:47:00.009-02:00</published><updated>2009-10-29T03:55:52.249-02:00</updated><title type='text'>Unamuno &amp; Freire</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="main"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="search"&gt;&lt;br /&gt;"As &lt;em&gt;idéias&lt;/em&gt; se têem, nas &lt;em&gt;crenças&lt;/em&gt; se está."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Miguel de Unamuno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;,&lt;br /&gt;filósofo espanhol,&lt;br /&gt;em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Idéias e Crenças&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="main"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="search"&gt;&lt;br /&gt;"Nunca tive que brigar comigo mesmo para me compreender na fé...  Eu estou na minha fé.  Então, eu nunca precisei de argumentações de natureza científica e filosófica para me justificar na minha fé."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Paulo Freire&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;,&lt;br /&gt;filósofo e educador brasileiro,&lt;br /&gt;em entrevista disponível no &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8-kbIUQULtw&amp;amp;feature=related"&gt;YouTube&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6408182894067884817?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6408182894067884817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6408182894067884817&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6408182894067884817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6408182894067884817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/10/unamuno.html' title='Unamuno &amp; Freire'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1008246626358569028</id><published>2009-10-10T16:03:00.001-03:00</published><updated>2009-10-10T16:04:36.162-03:00</updated><title type='text'>Néo-Alcatrazes &amp; Liberdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_xwbPfMUzaOA/Rh5z2QWZzJI/AAAAAAAAAE4/5z2bSJuZjuk/s1600-h/Alcatraz+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_xwbPfMUzaOA/Rh5z2QWZzJI/AAAAAAAAAE4/5z2bSJuZjuk/s200/Alcatraz+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5052603207895338130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Alcatraz, a legendária prisão localizada na Baía de San Francisco, Califórnia, EUA, serve de analogia para ilustrar as prisões eclesiásticas nas quais se vêem dezenas de religiosos. A fama e o mito de Alcatraz se fundamentavam no conceito de que se tratava de um complexo presidiário ilhado do qual ninguém conseguia escapar vivo. Contudo, a suposta inescapabilidade de Alcatraz não era uma realidade absoluta, senão na mente dos prisioneiros. A verdadeira Alcatraz residia apenas no imaginário da quase totalidade dos presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal imaginário era constantemente nutrido pelo próprio sistema prisional, que retroalimentava os medos, afirmando perigos que um prisioneiro em fuga encontraria lá fora: águas turbulentas, tubarões, guarda prisional, sentinelas, guarda costeira, ataques com armas de fogo e, por fim, a morte. Para que houvesse qualquer tentativa de fuga, o prisioneiro tinha que romper a primeira e mais intransponível barreira: conceber a possibilidade de que o mito da inescapabilidade era relativo, considerar os riscos concretos, desenvolver a coragem necessária para querer correr o risco de morte, e, acima de tudo, tentar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_xwbPfMUzaOA/Rh53jgWZzKI/AAAAAAAAAFA/fPFU8fh-yrg/s1600-h/alcatraz+cell.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_xwbPfMUzaOA/Rh53jgWZzKI/AAAAAAAAAFA/fPFU8fh-yrg/s200/alcatraz+cell.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5052607283819302050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A meu ver, hoje existem néo-Alcatrazes sendo alimentadas no imaginário de muita gente. Estas novas Alcatrazes não são somente representadas por certas empresas, sociedades, ordens, clubes, partidos, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;status quo&lt;/span&gt;'s, convenções relacionais ou de amizade, mas também por organismos religiosos, notadamente por estruturas eclesiásticas. Estas costumam sugerir que, fora das suas muralhas domésticas, só pode haver incerteza, ignorância, anonimato, ausência de destino, despropósito, isolamento, desvalor, paralelismo, desaparecimento, invisibilidade e/ou morte ministerial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Libertar-se destas néo-Alcatrazes implica traspassar a representação das grades, paredes e perigos até então nutridos em nosso imaginário. Esta libertação é tanto mental como espiritual, emocional e cultural, e, eventualmente, funcional. Razão pela qual se conquista sob o poder e ternura do Espírito Santo, com muita confiança no amor, na graça e no cuidado de Deus, para Quem e diante de Quem não há limites, nem distâncias, nem barreiras e nem morte, mas vida, e vida plena e abundante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorizar os pequenos passos, rejeitar a super-valorização do consenso, querer correr riscos, planejar e viabilizar pequenas conquistas, ser persistente e não-conformado, são alguns dos segredos do processo de mudança de paradigmas e, neste caso, de libertação. Além disso, é preciso lembrar-se com carinho e apreço dos que ficaram, e, acima de tudo, respeitar aqueles que de forma alguma se sentem presos. No mais, é preciso lembrar que, independente do que nos tornamos dentro de instituições, fomos chamados à liberdade para servir com amor (Gálatas 5:13). Enquanto se luta pela liberdade, mantém-se o coração sempre latejante nesta convicção: "Tudo posso [no Cristo] que me fortalece".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Copyright © 2007 Luís Wesley de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1008246626358569028?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1008246626358569028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1008246626358569028&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1008246626358569028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1008246626358569028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/10/neo-alcatrazes-liberdade.html' title='Néo-Alcatrazes &amp; Liberdade'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_xwbPfMUzaOA/Rh5z2QWZzJI/AAAAAAAAAE4/5z2bSJuZjuk/s72-c/Alcatraz+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2416892655185017232</id><published>2009-10-04T11:58:00.023-03:00</published><updated>2010-09-06T10:26:43.872-03:00</updated><title type='text'>Imperfeição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;A instituição igreja é imperfeita,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;adotada por pessoas imperfeitas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;liderada por gente imperfeita,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;num mundo imperfeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Se a gente tem a expectativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;de que será perfeita,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;então seremos continua e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;consistentemente desapontados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A afirmativa não intenciona sugerir que a gente mergulhe numa de conformismo mórbido, de auto-mordaça profética, de supressão da massa crítica, ou de passividade histórica. Também não intenciona sugerir que a gente pare de sonhar, de querer, de perseguir ideais e de construí-los enquanto catalistas e agentes de mudança que somos. Afinal, infundir vida e ideal numa instituição igreja imperfeita é, antes de tudo, um esforço deliberado, cônscio e organizado por parte dos seus membros para construir uma cultura mais satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está acima sugere, sim, a constatação de uma realidade que precisa ser entendida e abordada de forma a não causar danos quase irreparáveis aos relacionamentos com a fé, o entendimento da Graça reparadora e livre, e, é claro, com as pessoas, notadamente aquelas em relação às quais o coração da gente aprendeu a apreciar para além, aquém, por causa, através e apesar da instituição igreja. Afinal, pessoas são pessoas, nada mais; Deus é que é Deus, nada menos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2416892655185017232?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2416892655185017232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2416892655185017232&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2416892655185017232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2416892655185017232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/10/imperfeicao.html' title='Imperfeição'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6494060541214596066</id><published>2009-09-29T19:04:00.067-03:00</published><updated>2009-10-28T10:50:09.592-02:00</updated><title type='text'>Americanos e brasileiros: diferenças no pastorado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;div style="text-align: right; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Fonte*: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Informativo do Instituto Jetro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Edição Especial, Liderança Pastoral, Setembro 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;Clique: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.institutojetro.com/lendoentrevista.asp?t=0&amp;amp;a=1738"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Entrevista com Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Data de Publicação: 29/09/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Muitas são as diferenças das lideranças cristãs brasileiras e americanas: o uso da tecnologia, a interação, o preparo das pregações e o encorajamento para o aprendizado ao longo da vida. Além destes fatores, de forma mais marcante, a importância das emoções para os brasileiros e dos objetivos para os americanos. Conhecer o que estas características influenciam na condução das ovelhas é o objetivo desta entrevista, que aproxima as possibilidades de aprender uns com os outros levando em conta as potencialidades de cada cultura. &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;(Parágrafo escrito pela editora)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quais as diferenças quanto à liderança pastoral nas igrejas do Brasil e dos EUA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt; – A meu ver, são muitas as diferenças, mas vou apontar apenas quatro. A primeira diz respeito à questão tecnológica e de informação. A esmagadora maioria dos pastores americanos se vê razoavelmente cercada e provida de recursos tecnológicos, incluindo mídia externa e interna, aparelhagem eletrônica, instrumentação áudio-visual, boa biblioteca pessoal, amplo acesso às bibliotecas especializadas, assinatura de jornais e revistas; possuem computadores pessoais, acesso fácil e imediato à Internet, promovem comunicação rápida com a comunidade via e-mail, periódicos e mala direta. Pastores brasileiros, entretanto, em sua grande maioria, ainda trabalham com recursos tecnológicos muito limitados, possuem pouco ou nenhum acesso à mídia, usam recursos caseiros e rudimentares, lêem pouco os periódicos, têm dificuldade de acesso à Internet e comunicam-se pouco com a comunidade local, a cidade ou o bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda diferença é relacional. Pastores americanos se sentem confiantes no exercício de liderança ministerial, mas a maioria enfrenta dificuldades quando o assunto é interagir com outros. Segundo pesquisa do Barna Group, 61% dos pastores americanos admitem terem pouquíssimos amigos chegados, por exemplo. Perceba o contraste: embora cercados de informação, recursos tecnológicos e humanos, secretária, assistentes, equipes, etc., pastores americanos se sentem sub-apreciados e nutrem receios no que tange às dinâmicas de convivência e de expectativa relacionadas ao fato de serem líderes espirituais, e acabam por se desconectarem das pessoas enquanto “gente”. Pastores brasileiros, por razões sócio-culturais, possuem uma habilidade maior para estabelecer conexões pessoais duradouras, compartilham seu dia-a-dia com as pessoas, se vulnerabilizam e dialogam mais, sentem mais o coração dos outros e, na maioria das vezes, se deixam perceber nos seus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira, que considero mais flagrante, diz respeito ao púlpito. Pastores americanos se preparam exaustivamente para a pregação de domingo, despendendo em média 20 horas por semana neste exercício preparatório. A maioria das pregações é o que se poderia chamar de “obra prima” da homilética e do conteúdo teológico, mas é voltada para a audiência apenas e intelectualmente exaustiva. As temáticas são geralmente atreladas ao calendário litúrgico cristão. O pastor brasileiro, contudo, fala diversas vezes por semana, de cinco a oito vezes em média, não elabora suas pregações com teores intelectuais ou acadêmicos, e não objetiva apenas a audiência e/ou congregação imediata. Tende a falar para a Igreja como um todo e se define mais dependente da oração e da direção do Espírito Santo, embora isto nem sempre seja uma realidade prática e observável. Gasta pouco tempo em oração pessoal, escreve pouco, lê pouca literatura de suporte e faz uma leitura bíblica geralmente intuitiva e voltada para o que "deve" dizer aos outros muito mais do que a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta diz respeito aos recursos extra-ordenação. Pastores americanos possuem amplo acesso e encorajamento à educação continuada e programas de “life-long learning” (aprendizado para a vida). Suas igrejas e denominações lhes provêem recursos para participação em congressos, fóruns, grupos de mentoria, viagens, treinamentos e interação ministerial extra-confessional e extra-igreja local. Pastores brasileiros, por outro lado, sentem a necessidade de todas e cada uma destas coisas, mas recebem ou guardam poucos recursos para torná-las possíveis. Em razão disso, acomodam-se quanto a continuar aprendendo, deixam de ser ensináveis em suas dimensões de fé, experiência, missão e vida, e, consequentemente, aceitam o engano de acharem que, por medida de economia de tempo e dinheiro, lhes é suficiente serem autodidatas. Isto ainda é menos grave do que a preguiça intelectual que os leva a buscar e abraçar "pacotes" teológicos, eclesiológicos, metodológicos e estratégicos prontos para o consumo sem reflexão e sem senso crítico de aplicabilidade teológica, missiológica e contextual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Levando em conta estas diferenças, o que podemos ensinar aos pastores dos EUA e o que devemos aprender com eles?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt; – Penso que pastores brasileiros podem ensinar aos americanos que recurso tecnológico é útil e bom, mas nem sempre é fundamental para a boa comunicação interpessoal e nem pode ser encarado como meio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sine qua non&lt;/span&gt;. Podem ensinar que a espiritualidade deve ser amplamente nutrida através da interação e da boa convivência com pessoas "de carne e osso", sejam amigos distantes, irmãos de caminhada ou gente estranha à convivência diária. Podem ainda ensinar que a pregação de domingo é importante, sim, mas não é a única coisa do decorrer da semana, e nem parte da escrivaninha ou do escritório para o púlpito como trajetória única e necessária, mas do concreto da vida para o entendimento e compartilhar do sentido da Palavra no contexto do povo, da Igreja e da nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pastores americanos podem ensinar aos brasileiros a encararem com mais responsabilidade o estudo e a preparação semanal com vistas à pregação. Púlpitos são igualmente vazios de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kerigma&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;kairós&lt;/span&gt; quando encarados de forma irresponsável e despreparada, ou, como diria um bom camponês do norte pioneiro paranaense, "a Miguelão". O despreparo semanal tem conduzido muitos pastores brasileiros a “mastigarem borracha” nos púlpitos, com pregações caracterizadas pela apelação e a exacerbação emocional, e por sacadas repentinas pouco ou nada refletidas, inconsequentes e pouco bíblicas.  Tais pregações mais parecem borrifos de água turva, morna e rala que nunca refresca ou rega a alma, a mente e o coração de forma edificante, profunda e duradoura. Como tal, o máximo que este tipo de púlpito consegue fazer é "dourar a pírula", deixando de ser profético e transformador.  Os americanos também podem ensinar os brasileiros que a formação pastoral não cessa quando se completa um curso num instituto bíblico, seminário ou faculdade teológica. É necessário continuar ensinável e intencional na busca por novos entendimentos, perspectivas e introspecções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diferentes características culturais, tais como o fato de os brasileiros serem mais emocionais e os americanos mais objetivos, influenciam de que forma na condução das igrejas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt; – Dando mais espaço para as emoções, o líder cristão brasileiro tende a ser marcantemente intuitivo. Isto pode ser muito bom, mas também pode vir a ser devastador para a liderança ministerial de uma comunidade. Ser intuitivo pode marcar uma liderança ministerial extraordinariamente sensível, sintonizada, contemplativa, aberta, facilitadora, acessível e inovadora. Penso que é no campo da intuição que nos tornamos mais abertos para a ação soberana, humanizadora e criativa do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, contudo, um grande perigo quando colocamos demasiada confiança na auto-criatividade e no auto-discernimento advindos da intuição sem objetividade e sem relacionamentos que ofereçam questionamentos desafiadores ao indivíduo e à comunidade. Se o pastor se torna apenas intuitivo no exercício do ministério, negligenciará o fato de que o Espírito não se prende à intuição humana, nem à percepção de um só indivíduo. Ao confiar demasiadamente na sua própria intuição, o pastor desenvolverá um ministério místico, sem massa crítica, desconectado da realidade, não consciente do Reino, sufocador das metas e propósitos da igreja, negligente dos “anseios ocultos” do Povo de Deus, e inibidor do carisma, dos dons e da diversidade de talentos na comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inverso também é verdadeiro. O excesso de objetividade, que acontece com mais intensidade no ministério dos pastores americanos (embora isto também caracterize alguns pastores brasileiros!) tem o poder de gerar certa inflexibilidade, de bloquear a dinâmica de infusão de vida, além de causar uma espécie de eclipse no entendimento ou discernimento sobre a direção em que o “Vento” está soprando. Enquanto missiólogo, consultor e instrutor nas Américas do Norte e do Sul, vejo que é possível construir uma objetividade que também se deixa governar pela intuição comunitária. Gestão de planos, projetos, iniciativas e metas, por exemplo, que outrora eram tabus, servem para capacitar e acompanhar líderes em várias frentes de abordagem, e hoje estão sendo encarados como úteis, relevantes, redimíveis e aplicáveis ao ministério cristão que se entende e se percebe cheio e guiado do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quais as diferenças na condução das ovelhas das igrejas americanas e brasileiras?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt; – Lembro-me de quando eu e minha família éramos membros de uma enorme igreja metodista em Lexington, EUA. Num domingo pela manhã, minha esposa e eu estávamos participando da nossa classe de escola dominical, e o pastor titular, para a surpresa do professor e de nós alunos, veio visitar nossa turma. Acompanhado pela esposa, ele permaneceu não mais do que três minutos na sala, trouxe uma saudação, e saiu rumo à outra classe. Do momento da saída dele até o final da classe, a turma abandonou a lição que vínhamos estudando e passou a falar apenas da visita do pastor naquela manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as coisas positivas e negativas que aprendi do ocorrido, destaco uma negativa, ou seja, o fato de que aquela experiência denunciou a distância que geralmente há entre o pastor e as ovelhas. Enquanto família e indivíduos, por exemplo, nunca recebemos uma só visita pastoral ou telefonema pastoral, e todas as tentativas de buscar o cuidado do pastor dependiam sempre de agendamento muito prévio, isto é, com antecedência de longo prazo. As sessões de aconselhamento, quando agendadas a curto prazo, eram curtas e objetivas, e geralmente feitas pelos pastores auxiliares e/ou voluntários em seções geralmente formais e em termos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com algumas exceções, o cuidado pastoral dos brasileiros é feito mais no corpo-a-corpo, em bases relacionais, afetivas e aproximadoras. Isto é, o cuidado com as ovelhas é mais individual e familiar, sem deixar de ser coletivo. Neste jeito brasileiro de prover cuidado pastoral, a presença é encarada como algo fundamental. Olhar nos olhos, sentir o coração, dar lugar ao abraço, ao toque, ao afago lícito e à conversa longa -- sem ficar olhando no relógio à cada 3 minutos -- são coisas indispensáveis para a cultura brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;John Maxwell em seu livro Parceiros de Oração (Editora Betânia), alerta para o fato de que nos Estados Unidos 30% dos pastores seriam tentados a “abandonar as suas responsabilidades” naquele ano. De forma geral, quais os pastores são mais sobrecarregados, os americanos ou brasileiros?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt; – A questão da intuição e da objetividade ajuda a responder esta pergunta. Os pastores americanos fazem pouco com muita objetividade, e se frustram, enquanto os pastores brasileiros realizam muito com pouca objetividade, e se desgastam. O que mais estressa os pastores não é o volume de trabalho, mas o excesso de cansaços emocionais e espirituais advindos da falta de bom entendimento do que significa ser e fazer igreja e ministério. Em consequência disso, tiros são dados para todos os lados e para lado nenhum, o que cansa, aborrece, enfada e rouba o entusiasmo do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este cansaço gera muita frustração e insatisfação, e daí surgem os sentimentos que levam pastores a desejarem desistir não somente do que de fato importa em ministério -- a glória de Deus --, mas também de suas famílias e de si mesmos. Muitos acabam por abandonar por completo o que outrora era feito por paixão, chamado e vocação, mas que agora é feito por "honra da firma" e para a sobrevivência pessoal. Esta realidade se aplica tanto para pastores brasileiros como para americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos,&lt;br /&gt;mencionado o site &lt;a style="color: rgb(0, 102, 0);" href="http://www.institutojetro.com/"&gt;www.institutojetro.com&lt;/a&gt; e comunicada sua&lt;br /&gt;utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Trecho escrito pela editora -- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Luís Wesley, co-fundador do Instituto Jetro e da Faculdade Teológica Sul Americana, conhece bem as diferenças culturais nas Américas do Norte e do Sul.  Foi pastor metodista no Brasil e, atualmente, é professor catedrático de Missão e Evangelismo na Emory University, Candler School of Theology, Atlanta, Georgia, e membro clérigo da United Methodist Church&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;, EUA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;. Além destas vivências, seus estudos em nível de mestrado, doutorado e pós-doutorado foram feitos nos EUA. É pós-doutor em Teologia Prática e Práxis Religiosa pela Emory University, PhD em Estudos Inter-Culturais pela E. Stanley Jones School of World Mission &amp;amp; Evangelism, Asbury Theological Seminary, Wilmore, Kentucky (EUA), ThM em Missiologia pela mesma instituição, e bacharel em Teologia pela Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6494060541214596066?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6494060541214596066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6494060541214596066&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6494060541214596066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6494060541214596066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/09/entrevista-para-o-instituto-jetro_29.html' title='Americanos e brasileiros: diferenças no pastorado'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2380937413593364073</id><published>2009-09-17T23:36:00.019-03:00</published><updated>2010-09-18T22:28:17.893-03:00</updated><title type='text'>Billy Graham no TED 1998.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.ted.com/talks/lang/por_br/billy_graham_on_technology_faith_and_suffering.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Há onze anos,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ted.com/talks/lang/por_br/billy_graham_on_technology_faith_and_suffering.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Billy Graham falou no TED&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;sobre tecnologia, fé e sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Ele diz que a ciência tecnológica é admirável e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;indispensável, ao mesmo tempo em que é incapaz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;de lidar com problemas que só a fé no Deus que estava&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;em Cristo pode resolver: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: medium; "&gt;(1) a maldade do coração humano, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: medium; "&gt;(2) o sofrimento, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: medium; "&gt;e (3) a morte. Legendária palestra, &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Georgia; color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;inesquecível, atual e sempre relevant&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;e.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;(Para ver a versão com subtítulos em português, clique na frase em verde)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2380937413593364073?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2380937413593364073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2380937413593364073&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2380937413593364073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2380937413593364073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/09/billy-graham-no-ted_17.html' title='Billy Graham no TED 1998.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7890330114047021334</id><published>2009-09-07T12:51:00.038-03:00</published><updated>2009-10-09T12:35:45.850-03:00</updated><title type='text'>Entrevista para a Revista Mosaico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Respostas às perguntas da jornalista&lt;br /&gt;Suzel Tunes, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;da Mosaico da FaTeo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Cara Suzel,&lt;br /&gt;Paz e bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1) Em que período você foi aluno da FaTeo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei na FaTeo em Janeiro de 1979, fiz o curso nos quarto anos regulares, e me formei em dezembro de 1982.  Fui o primeiro “pré-teológico” da Igreja Metodista, uma espécie de “cobaia”, cuja experiência me fez ganhar mais maturidade, mais solidez nas minhas convicções de chamado e vocação, além de me trazer a convicção de que era isso mesmo que eu queria – preparar-me para o ministério de tempo integral no serviço ao Reino de Deus através do movimento metodista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(2) O que significou para sua vida (pessoal e profissional) ter sido aluno da Faculdade de Teologia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo de ir pra FaTeo ocorreu fortemente, pela primeira vez, quando ainda era adolescente e morava no Equador com meus pais e irmãs. A família missionária fora cedida pela Sexta Região Eclesiástica, enviada pela Igreja Metodista do Brasil, comissionada pelo Conselho de Igrejas Evangélicas Metodistas da América Latina (CIEMAL), e sustentada pela Junta Geral de Ministérios Globais da Igreja Metodista Unida, EUA (GBGM-UMC), sob a supervisão de um bispo que é quase uma lenda: Sante Uberto Barbieri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de que ele nos trouxe um exemplar do Expositor Cristão, no qual havia uma foto do Prof. Dr. Ely Éser Barreto César, de toga, num púlpito, pregando, e, na sequência, uma reportagem sobre um evento ocorrido na FaTeo, onde ele havia falado.  Aquela simples foto representou em mim um imaginário de um futuro que poderia ser, e que acabou sendo, sob muitos aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornar-me aluno da FaTeo, contudo, foi um desafio pessoal em várias áreas, dentre elas o abandono do sonho que nutria, desde criança, de fazer medicina.  A experiência missionária no Equador, conquanto ainda adolescente, fez crescer o desejo de usar a futura profissão médica n'algum contexto de missão trans-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão de seguir pra FaTeo ocorreu no cerne de uma forte, inspiradora e transformadora experiência de avivamento na Sexta RE, sob a liderança do então bispo Richard dos Santos Canfield, que, além de mim, gerou líderes como Clóvis Pinto de Castro (atual presidente da UNIMEP), Estêvão Canfield (falecido recentemente, foi iniciador do Ministério Brasileiro e da primeira Igreja Metodista para brasileiros nos EUA, e  era pastor em New Jersey), Josué Adam Lazier (hoje bispo emérito), Reynaldo Ferreira Leão “Léo” Neto (pastor metodista na Inglaterra), João Carlos Lopes (bispo e atual presidente da Igreja Metodista do Brasil) e outros contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de fazer parte de uma comunidade diversa, pluralista e acadêmica, conquanto tensa e em transição, como a FaTeo da época, me trouxe o espectro de vida de que precisava para não somente me capacitar para o ministério cristão na Igreja, mas também de me equilibrar, de me dar lastros firmes que, mais tarde, me lançariam para novas formas legítimas de ministério cristão, não somente em igrejas locais, mas também para além delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(3) Que episódio ou lembrança desse período ficou marcada em sua memória?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra se entender uma das muitas coisas que permanecem na minha memória do período que passei pela FaTeo (e ela passou por mim!), é preciso que eu fale um pouco de algo ocorrido na minha infância.  Meu pai era pastor na linda Porto União, SC.  Foi lá que, ainda menino, tive o privilégio e a honra de conhecer alguns dos excelentes representantes dos "anos rebeldes", alunos da FaTeo nos anos 60, gente que &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;não&lt;/span&gt; abraçava os comprometimentos ideológicos e políticos de certos representantes da Igreja Metodista no que tangia ao estado vigente criado pelo golpe militar de 1964, que instituiu a ditadura: Herman Oberdick, Günter Bart e Nelson Tomasi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Herman Oberdick, por exemplo, cujos pais moravam em Porto União/União da Vitória, vinha em casa para conversar com meu pai e, enquanto isso, fazia pandorgas/pipas pra mim na varanda da casa pastoral.  Eu ouvia todas as conversas, e sabia, por esta via, das crises na Faculdade de Teologia da Igreja Metodista e do brutal e inconcebível fechamento desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco mais de uma década depois, quando a minha turma chegou na FaTeo, quase todos os excelentes professores haviam se demitido, voltaram para as suas regiões eclesiásticas ou foram para a UNIMEP, resultando em três transições de reitoria nos quatro anos em que ficamos na FaTeo (Prócuro Velásquez, Duncan Alexander Reilly e Isaac Aço).  Para mim, a retirada coletiva de professores foi como se a FaTeo tivesse fechado novamente e não o soubesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de que começamos com uma turma de 36 alunos cheios de sonhos e muita, mas muita ingenuidade institucional e teológica.  Formaram-se 10 do grupo original, dos quais apenas alguns continuam no ministério pastoral efetivo até hoje.  No segundo ano fizemos uma greve de silêncio, pusemos taxinhas na cadeira de um professor que, na ocasião, fingiu não ter sido espetado!, e fizemos outro chorar em plena sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa turma alegava que estava exigindo que se resgatasse a qualidade do ensino teológico que havia antes da saída dos professores.  No fundo, contudo, éramos nós que estávamos ainda por aprender a sobreviver a uma crise que, aparentemente, não nos pertencia, mas que refletia um momento de transição da própria Igreja, algo que nos envolveria num futuro não muito distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos professores foram chegando, dentre eles os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;excelentes&lt;/span&gt; Tércio Siqueira e Paulo Lockmann, que nos apaixonavam em suas aulas de Antigo e Novo Testamento, respectivamente.  Tivemos também os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;inesquecíveis&lt;/span&gt; Yoshikazu Takiya, Severino Croatto, Antônio Golveia de Mendonça,  Geoval Jacinto da Silva e Duncan Alexander Reilly.  Todos, indistintamente, nos proveram o que poderia haver de melhor na formação acadêmica e ministerial. No que tange a mim, eles me deram bases sólidas de uma reflexão critica responsável, comprometida com a realidade do mundo e da igreja, e me ensinaram a nutrir um labor teológico engajado e relevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, enquanto missiólogo formado pela rica espiritualidade de santidade social wesleyana, e por um evangelicalismo progressista (i.e., do movimento de “missão integral” brasileiro e latino-americano) que busca não dicotomizar evangelismo e transformação social, vejo-me no privilégio de ser catedrático de uma das maiores universidades metodistas do mundo, a Emory University, Candler School of Theology.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apreço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís Wesley&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7890330114047021334?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7890330114047021334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7890330114047021334&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7890330114047021334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7890330114047021334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/09/entrevista-para-revista-mosaico.html' title='Entrevista para a Revista Mosaico'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3265899103751836944</id><published>2009-07-05T14:08:00.001-03:00</published><updated>2009-07-05T14:09:52.777-03:00</updated><title type='text'>Movimento Carismático e Movimento Antropomágico</title><content type='html'>Movimento Carismático é o nome dado ao movimento de renovação espiritual dentro das igrejas históricas. É um movimento do Espírito Santo no coração das pessoas e das comunidades que traz dinamismo para vida cristã, paixão pelo Evangelho de Jesus Cristo. É caracterizado pelos dons (karismas) do Espírito Santo distribuídos na comunidade para o serviço ministerial.&lt;br /&gt;Eu gosto do substantivo “movimento”. Faz-me sempre lembrar do texto no Evangelho de João que fala do Espírito Santo como “vento”.  Como vento, Ele se move livre e soberanamente. E, de tempos em tempos, se derrama sobre corações sedentos e arrependidos.&lt;br /&gt;O Movimento Carismático tem sido acusado de ser o gerador de muitas práticas confusas no meio das igrejas histórias. Quando surge alguma “novidade extraordinária” e, diga-se de passagem, esquisita, há sempre os que dizem: “Se não houvesse esse movimento carismático isso não teria acontecido.”&lt;br /&gt;É verdade que qualquer movimento espiritual está sujeito a distorções, equívocos, pecados. A quantidade e a intensidade de distorções dependem muito de como a experiência espiritual é interpretada à luz da Pessoa do Espírito Santo na Bíblia. Um livro do Caio Fábio sobre o Espírito Santo já dizia que distorções são resultado da experiência com a “caricatura do Espírito”, e não com a Pessoa do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Hoje, podemos ir mais além e dizer que muito do que tem acontecido e tem sido chamado de “espiritual” ou “vindo de Deus” não passa de Movimento Antropomágico: pura ação humana revestida magicamente de chavões, gestos, rituais, métodos, atividades, programas, projetos, etc.&lt;br /&gt;Felizes as igrejas que conseguiram manter o movimento do Espírito Santo por meio da leitura devocional da Palavra, da oração e de tantos outros “meios de graça” revelados na Bíblia.&lt;br /&gt;Infelizes as igrejas que vivem no Movimento Antropomágico, pois em algum momento da sua história repetiu-se a experiência de Saul: “O Espírito do Senhor se retirou de Saul, e um espírito maligno, vindo da parte do Senhor, o atormentava” (1 Samuel 16.14). E não é um exagero essa comparação se lembrarmos da repreensão de Jesus a Pedro, por ocasião da não aceitação do anúncio de sua morte: “Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens” (Mateus 16.23). O Movimento Antropomágico, uma vez que é centrado no Homem, e por isso “pensa nas coisas dos homens”, pode estar sendo sutilmente um instrumento de Satanás. E o resultado não é outro senão tormento e falta de paz.&lt;br /&gt;Vou listar algumas diferenças entre o Movimento Carismático e o Movimento Antropomágico:&lt;br /&gt;1.    O Movimento Carismático é do Espírito Santo. O Movimento Antropomágico é do espírito humano.&lt;br /&gt;2.    O Movimento Carismático é marcado pelos sinais extraordinários dos dons do Espírito Santo como registrado em 1 Coríntios, Efésios e Romanos. O Movimento Antropomágico é marcado por sinais não identificáveis na Bíblia: dente de ouro, uivos e risos no espírito, revelações futurísticas, milagres por atacado etc.&lt;br /&gt;3.    O Movimento Carismático cultiva a Teologia da Graça porque experimenta e sabe que os dons (karismas) são dados por graça (karis) de Deus. O Movimento Antropomágico cultiva a Teologia da Retribuição: tudo que é dado só o é porque se deu algo antes, ou seja, barganha-se com Deus.&lt;br /&gt;4.    O Movimento Carismático traz espontaneidade e alegria na liturgia do culto. O Movimento Antropomágico acaba com a liturgia e bagunça o culto.&lt;br /&gt;5.    O Movimento Carismático não despreza e nem muda o modo de administração dos sacramentos porque se entende como promotor da unidade do Espírito na dinâmica do “ser nova criatura”. O Movimento Antropomágico brinca com os sacramentos, especialmente com o do Batismo, rebatizando os fiéis quantas vezes estes desejarem.&lt;br /&gt;6.    O Movimento Carismático dá devida atenção à Bíblia por meio da leitura devocional, do estudo em grupos, da Pregação nos cultos. O Movimento Antropomágico tem a Bíblia como um aparato estético na mão dos fiéis e um pretexto na boca dos pregadores.&lt;br /&gt;7.    O Movimento Carismático sustenta-se pela dinâmica das disciplinas espirituais, especialmente a oração pessoal em secreto e as reuniões de oração em comunidade. O Movimento Antropomágico não produz oração pessoal em secreto porque não tem interesse em Deus; ora em comunidade, mas as orações são motivadas exclusivamente por campanhas para atendimento das necessidades humanas.&lt;br /&gt;8.    O Movimento Carismático dá importância à Teologia e à História como instrumentos de inspiração, fundamentação e avaliação do movimento. O Movimento Antropomágico despreza a Teologia e a História e arroga-se como “o” movimento inspirado e fundamentado no seu “líder”.&lt;br /&gt;9.    O Movimento Carismático mobiliza o povo de Deus para servir na diversidade dos dons e ministérios. O Movimento Antropomágico é centralizado no clero e busca a uniformização dos fiéis.&lt;br /&gt;10.    No Movimento Carismático as pessoas se reúnem por amor a Deus. No Movimento Antropomágico as pessoas se reúnem por causa das promessas que seu líder faz, usando o nome de Deus.&lt;br /&gt;11.    No Movimento Carismático o louvor faz parte do cotidiano das pessoas de modo que, ao se reunirem para cultuar, ele flui naturalmente. No Movimento Antropomágico o louvor precisa ser bem “animado” pelos “dirigentes do louvor” e necessita de muito aparato instrumental e tecnológico senão ele não acontece.&lt;br /&gt;12.    No Movimento Carismático as pessoas saem do templo para evangelização, vão em direção ao povo. Os fiéis do Movimento Antropomágico esperam que o povo venha até eles.&lt;br /&gt;13.    No Movimento Carismático o povo é atraído pelo testemunho de vida das pessoas. No Movimento Antropomágico o povo é atraído pela capacidade de propaganda e pelo marketing das igrejas.&lt;br /&gt;14.    No Movimento Carismático fala-se de “poder”, como o poder de Deus para testemunhar o Evangelho e libertar o ser humano. No Movimento Antropomágico o “poder” é controle de pessoas, com vistas à ascensão ou manutenção de cargo institucional.&lt;br /&gt;15.    O Movimento Antropomágico vê o Movimento Carismático como movimento “tradicional”, ultrapassado. O Movimento Carismático vê o Movimento Antropomágico como movimento humano, carnal, sujeito aos ventos das novidades do mercado religioso. Seu “mestre” na Bíblia é Simão, o mágico (Atos 8.9-24).&lt;br /&gt;Sei que não acabam aqui, mas essas diferenças são suficientes para mostrar que não passa de Movimento Antropomágico o que muitos julgam ser Movimento Carismático. Em outras palavras, a linha divisória dos dois movimentos não é tão tênue que não seja possível separá-los, mas, ao contrário, é muito nítida e grossa, como uma corda que segura navio em porto.&lt;br /&gt;O Movimento Carismático é como o pássaro encantado de um livro de história infantil do Rubem Alves: só é bonito e encantador se estiver livre. Se colocado em gaiola, perde o encanto. Não é exatamente essa a natureza do Espírito Santo? Ele é livre! Sopra onde quer, quando quer, sobre quem quer! Ele jamais será domesticado! Quando alguém pensa que o está domesticando, Ele já se foi há muito tempo!&lt;br /&gt;Nunca me envergonhei de identificar-me como participante do Movimento Carismático. E hoje, quando vejo tantas igrejas no Movimento Antropomágico, sinto saudade.&lt;br /&gt;Ainda deve haver algumas poucas igrejas no Movimento Carismático.&lt;br /&gt;Entretanto, como o Movimento Carismático é obra do Espírito Santo, há esperança que ele ressurja aqui e acolá, quando o próprio Espírito Santo encontrar corações sedentos de Deus, contritos, arrependidos, e se derramar sobre eles.&lt;br /&gt;    “Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo. Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens. Se ocultas o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao seu pó. Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra” (Salmo 104. 27-30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maurício Ramaldes&lt;br /&gt;São Paulo, 2 de julho de 2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3265899103751836944?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3265899103751836944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3265899103751836944&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3265899103751836944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3265899103751836944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/07/movimento-carismatico-e-movimento.html' title='Movimento Carismático e Movimento Antropomágico'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5626293200705142949</id><published>2009-05-31T15:01:00.051-03:00</published><updated>2009-06-01T18:37:41.994-03:00</updated><title type='text'>"Os Evangélicos" na Globo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SiP0oEOk9KI/AAAAAAAAAbE/lm-9TQY9cy4/s1600-h/Rede+Globo+novo+logo+grande.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 128px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SiP0oEOk9KI/AAAAAAAAAbE/lm-9TQY9cy4/s200/Rede+Globo+novo+logo+grande.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342382552158368930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Daqui dos EUA acompanhei de perto as &lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,LS0-15457-71410,00.html"&gt;reportagens&lt;/a&gt; apresentadas pelo Jornal Nacional que, diga-se de passagem, até então eram inéditas na Rede Globo e vieram com décadas de atraso aparentemente intencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação por parte de alguns grupos protestantes agora é hilária, o que, em certa medida, demonstra a ânsia quase unânime de verem seus trabalhos, sociais ou não, sendo abordados pela Globo e outros meios de comunicação, de maneira positiva e em cadeia nacional e internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apreciei cada uma das reportagens. Como bom metodista que sou, sentí-me muitíssimo lisonjeado por fazer parte de um movimento que, desde suas origens, procura desenvolver a prática do que chamamos de "santidade social", e por ver uma pequena pinçada demonstrativa disso ser exposta ao conhecimento da sociedade brasileira.  Aliás, uma excelente pinçada no que tange ao destaque dado à Comunidade Metodista do Povo de Rua, intercalado com o testemunho público do evangelho do Reino por parte de  gente que é transformada e de gente que transforma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apreciei, portanto, o fato de ver a exposição de ao menos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; dos muitos ministérios desta natureza que são exercidos pela denominação, do Oiapoque ao Chuí -- ao longo dos anos, desde a primeira chegada ao Brasil dos missionários metodistas em 1836 --, através de suas igrejas locais, ministérios especializados e iniciativas individuais, muitas destas invisíveis até para a própria igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me pergunto, contudo: O que pode (ou não) haver por detrás deste afago público-Global?  O que pode estar à frente do protestantismo brasileiro em geral após esta série?  Só Deus e a Globo é que sabem realmente, imagino (rsrsrsrsrs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou claro que focaram apenas as igrejas chamadas "de tradição histórica", nenhuma das quais é proprietária de TV concorrente em cadeia nacional.  Tom macio e simpático, além de flagrante entusiásmo na apresentação, sem falar de um certo toque &lt;span style="font-style: italic;"&gt;naïve&lt;/span&gt;, da atitude tipo "veja como nós da Globo 'sempre' amamos vocês!", do velado preconceito em relação ao pentecostalismo em geral (ao menos na correção que fizeram da apresentação sobre os batistas), da ausência absoluta de apreço e consideração ao pentecostalismo clássico e deutero-clássico, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou e nem quero estar entre aqueles que &lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;estão falando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt; tosqueiras destas reportagens da Globo. Alguns que assim o fazem, "até o anticristo colocaram no meio"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;, como diz com propriedade o blogueiro Sérgio Pavarini (PavaBlog.com)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="status-body"&gt;&lt;span class="entry-content"&gt;.  Contudo, penso que os evangélicos brasileiros &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ainda estão por entender melhor a diferença entre poder de mídia e acesso (condicional) à mídia.  Afinal, há implicações sócio-político-relacionais anexadas à esta diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz o ditado, "Gato molhado tem medo de água fria".  Sou de uma geração que aprendeu a suspeitar, sem ceticismo barato ou de crítica apenas pelo bem da crítica, das intenções do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;quarto poder&lt;/span&gt; (os meios de comunicação), notadamente da Rede Globo.  Esta, ao longo das últimas décadas, ocupou-se em privilegiar outros grupos religiosos em detrimento do protestantismo, quase sempre caracterizado como "seita".  Nos anos 70, 80 e 90, antes e depois do final da ditadura militar, ouvi muitas de vezes o seguinte dos meus pares de geração: "Cuidado com a Globo, porque ela pode te fazer de bobo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5626293200705142949?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5626293200705142949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5626293200705142949&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5626293200705142949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5626293200705142949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/05/os-evangelicos-na-globo.html' title='&quot;Os Evangélicos&quot; na Globo?'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SiP0oEOk9KI/AAAAAAAAAbE/lm-9TQY9cy4/s72-c/Rede+Globo+novo+logo+grande.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-37688089497776510</id><published>2009-05-25T01:35:00.006-03:00</published><updated>2009-05-25T01:43:26.608-03:00</updated><title type='text'>Spoken Word: Woman at the Well</title><content type='html'>&lt;h3 style="text-align: center;" class="smller"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este vídeo é uma dramática interpretação da mulher que encontrou-se com Jesus no Poço de Jacó e o seu desejo de ser amada por quem ela realmente é. Intensa interpretação! Faz parte de uma série de videos chamada "Spoken Word" (Palavra Falada), produzida pelo &lt;a style="color: rgb(0, 0, 153);" href="http://faithvisuals.com/content/studentlife/spokenword/spokenwordwomanatwell.html?tCode=322EDB1B78&amp;amp;dCode=E2BA242473"&gt;Student Life&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/izxiRAZxhCI&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/izxiRAZxhCI&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-37688089497776510?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/37688089497776510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=37688089497776510&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/37688089497776510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/37688089497776510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/05/spoken-word-woman-at-well.html' title='Spoken Word: Woman at the Well'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5479560766399089568</id><published>2009-04-13T16:39:00.005-03:00</published><updated>2009-04-13T17:04:58.886-03:00</updated><title type='text'>Antológico: O TAPECEIRO -- De João Alexandre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.youtube.com/watch?v=8G5ZzLD_cFM&amp;amp;eurl=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fprofile.php%3Fid%3D1496647148%26ref%3Dprofile&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SeOXfRVIfII/AAAAAAAAAa8/LVi58PYTtuU/s200/tapeceiro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324265747965836418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Clique na foto ou &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8G5ZzLD_cFM&amp;amp;eurl=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fprofile.php%3Fid%3D1496647148%26ref%3Dprofile&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;aqui&lt;/a&gt; para ver video no &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8G5ZzLD_cFM&amp;amp;eurl=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fprofile.php%3Fid%3D1496647148%26ref%3Dprofile&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;YouTube&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Tapeceiro, grande artista,&lt;br /&gt;Vai fazendo seu trabalho&lt;br /&gt;Incansável, paciente no seu tear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tapeceiro, não se engana&lt;br /&gt;Sabe o fim desde o começo,&lt;br /&gt;Traça voltas, mil desvios sem perder o fio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vida é obra de tapeçaria,&lt;br /&gt;É tecida de cores alegres e vivas,&lt;br /&gt;Que fazem contraste no meio das cores&lt;br /&gt;Nubladas e tristes&lt;br /&gt;Se você olha do avesso,&lt;br /&gt;Nem imagina o desfecho&lt;br /&gt;No fim das contas, tudo se explica,&lt;br /&gt;Tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se vê pelo lado certo,&lt;br /&gt;Muda-se logo a expressão do rosto,&lt;br /&gt;Obra de arte pra Honra e Glória do Tapeceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se vê pelo lado certo,&lt;br /&gt;Todas as cores da minha vida&lt;br /&gt;Dignificam a Jesus Cristo, o Tapeceiro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5479560766399089568?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5479560766399089568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5479560766399089568&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5479560766399089568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5479560766399089568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/04/antologico-o-tapeceiro-de-joao.html' title='Antológico: O TAPECEIRO -- De João Alexandre'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SeOXfRVIfII/AAAAAAAAAa8/LVi58PYTtuU/s72-c/tapeceiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-557812014593411167</id><published>2009-04-11T22:40:00.013-03:00</published><updated>2009-04-11T23:31:38.281-03:00</updated><title type='text'>Na cama com minha amiga-inimiga.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Reflexão sobre uma invasiva&lt;br /&gt;relação de intimidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SeFNMODGrFI/AAAAAAAAAas/5LmiThvZUxQ/s1600-h/Cama+e+travesseiro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 230px; height: 164px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SeFNMODGrFI/AAAAAAAAAas/5LmiThvZUxQ/s320/Cama+e+travesseiro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323621106853522514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eu e ela, ela e eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho alguém muito íntima de mim, de longe a maior e a melhor das amigas inimigas que jamais pensei, imaginei ou planejei possuir. Tenho com ela uma relação tão íntima e que se manifesta num grau de cumplicidade tal, que há momentos em que não sei se o que sentimos um pelo outro é amor, ódio ou o mais puro instinto de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento compreender suas origens, seus conteúdos, suas faces, seus caminhos, suas notas, seus abismos, suas foices, seus remédios... Todos estes perfis me parecem óbvios e, ao mesmo tempo, obscuros e nebulosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bálsamo, unhas e cobertor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela conversa comigo, com a doçura mais desejada que minha alma possa conceber, com uma voz cujos sons e timbres são quase imperceptíveis, invado-me pela impressão de conhecê-la desde minha mais tenra infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu tom me faz lembrar da voz de minha mãe, e, por essa via, ela me faz sentir como se eu estivesse voltando à experiência e à imagem de, em resposta ao meu choro, ser colhido no colo, amamentado e embalado por aquela que me amava sem condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, quando ela mostra suas unhas, cujas bordas cortam como punhal bem afiado, e me faz saber que são esmaltadas por uma incrível mistura de mel e fel, antídoto e veneno, ferida e remédio, o meu impulso mais óbvio é sair às pressas, à busca de um abrigo qualquer, o primeiro que aparecer, mesmo que esse seja sobre um travesseiro e entre o colchão macio, o lençol e o ededrom que me aquecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me cubro depressa como aquela criança que tem medo de “Bicho-Papão”, como se este fosse fraco o bastante e ingênuo o suficiente para não pensar em tirar ou transpor o cobertor. Que ledo engano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paz ou perturbação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aonde quer que eu vá, lá estará ela também. Me segue como um cão dependente de seu dono, ou como um dono apegado ao seu cão. Às vezes me deixa em paz, e às vezes em perturbação. Me cutuca, me instiga, me provoca, me toca, me povoa, me faz pensar, me invade, me exorta e me mata, para logo mais me consolar, me beijar e me reacender para a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é uma alternação que vai de uma amiga-inimiga a uma inimiga-amiga. Já tentei dizer-lhe que não mais quero conversar nem trocar idéias, mas ela é teimosíssima e extremamente persistente! Quer estar comigo, não importando onde, quando, com quem ou em que circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nudez e crueza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, diga-se de passagem, com freqüência ela invade as minhas mais profundas intimidades e privacidades. Nada há que ela não conheça em mim, e a cama costuma ser o lugar onde ela mais gosta de me fazer companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraça-me por detrás e pela frente, entrelaça suas pernas nas minhas, sussurra nos meus ouvidos me falando coisas indizíveis, me aperta, me agita, me excita e me relaxa. Tira o meu sono para devolvê-lo logo em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nua e crua, ela se encaixa em mim de uma tal forma e com tal leveza que, depois de um certo tempo, passo a não mais saber se há algum espaço de qualquer espécie entre nós. Me verga, me entorta, me endireita novamente, me apruma, me faz rolar, me surra, me afaga, me põe genuflexo, me redime...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Intromissão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intromete-se onde pouco peço sua ajuda, fala coisas sobre as quais pensei em não solicitar sua opinião, responde perguntas que formulei apenas e tão somente no íntimo e no mais absoluto e obsequioso silêncio, canta músicas antigas perturbadoras que pensei nunca voltaria a ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como numa mágica instantânea e paralela, ela me faz sentir em casa, como quando minha alma voava ao abrir os braços para recostar-me naquela rede da varanda da casa dos meus pais. Eu ainda era um menino sem noção de como a vida se desvendaria, mas que amava observar o vento tocando as árvores de folhas viçosas e cheias de frutas, e os pássaros silvestres pousando nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O diálogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por que você não me deixa?”, eu pergunto, mas a resposta é sempre a mesma: “Oras bolas... porque você não viveria sem mim! Porque seria como um tronco cortado, morto e lançado despenhadeiro abaixo, ou como uma folha que se desprende do galho e que, a partir de então, é levada por um vento que não possui nem parâmetros nem direção. Deixe-me ficar com você, eu lhe peço”, insiste minha amiga-inimiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tá bom, tá bom... Pode ficar!", eu replico e completo: "Afinal, de você o que mais quero é a Essência que te perfuma, o Aroma que me seduz, a Graça que me perdoa, o Sangue que me alveja e o Conteúdo que me forma."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu me silencio e me tranqüilizo nos braços desta eterna parceira de cama e travesseiro: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;a Consciência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Copyright © April 2008 Luís Wesley de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-557812014593411167?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/557812014593411167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=557812014593411167&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/557812014593411167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/557812014593411167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/04/na-cama-com-minha-amiga-inimiga.html' title='Na cama com minha amiga-inimiga.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SeFNMODGrFI/AAAAAAAAAas/5LmiThvZUxQ/s72-c/Cama+e+travesseiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8435018766033421236</id><published>2009-04-10T14:13:00.037-03:00</published><updated>2009-04-11T21:27:22.759-03:00</updated><title type='text'>Pensando alto</title><content type='html'>Há formas falsas de sofrimento que nos são impostas, às vezes vindas de fora, via injustiça e crueldade externa, e às vezes provindas de dentro da gente mesmo.  Estas formas falsas de sofrimento precisam ser resistidas, recusadas, rechaçadas com vigor e determinação. Não acredito que o Deus que me deu vida queira que eu viva uma morte em vida.  Creio que o mesmo Deus que concede vida quer que eu viva de forma integral, saudável e inspiradora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que eu não possa ser levado a situações e lugares nos quais venha a sofrer?  Não.  Significa que posso vir a vivenciar dores relacionais por me posicionar em relação a algo que considero correto, incorreto ou importante?  Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significa ser vulnerável às angustias de quem nutre convicções e as expressa com honestidade, coerência, bom senso e equilíbrio, ou mesmo de estar apaixonado por algo que se torna resistível e rejeitável por um indivíduo, grupo, instituição ou sociedade, em razão dos interesses políticos, ideológicos e mesmo da falsa moral dos afetados? Sim, absolutamente.  Qualquer um que tenha sofrido desta maneira sabe que é uma dádiva da vida, e que, se esta é sua verdade, não pode deixar de fazê-lo.  Este conhecimento o ajuda a passar pelo que for necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o tipo de sofrimento que precisa ser rejeitado é aquele que se torna morte na vida. É esta escuridão que precisa ser vencida para que a gente encontre a luz e a vida mais adiante, sabendo que quanto mais perto se chega da luz, mais se discerne a escuridão.  Mover-se em direção a Deus é aproximar-se daquilo que todo ser humano precisa conhecer e experimentar, e isto pode vir a incluir ambos: sofrimento ou regozijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;LWS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8435018766033421236?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8435018766033421236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8435018766033421236&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8435018766033421236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8435018766033421236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/04/pensando-alto.html' title='Pensando alto'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3453931545288796024</id><published>2009-03-13T00:07:00.010-03:00</published><updated>2009-03-15T20:14:33.616-03:00</updated><title type='text'>ODEIO ROSAS VERMELHAS - Por Larissa B. Piconi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SbnQW19pdiI/AAAAAAAAAak/06Ova8xmiKU/s1600-h/Rosa+vermelha+seca"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 116px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SbnQW19pdiI/AAAAAAAAAak/06Ova8xmiKU/s320/Rosa+vermelha+seca" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312506326321559074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje de manhã, enquanto tomava meu café antes de sair para o trabalho, observava um botão de rosa que se encontrava deitado, ainda embrulhado e acompanhado de um pequeno cartão, em cima da mesa. Aquela flor estava ali desde o dia 08 de março, dia em que a havia ganhado. Passado alguns dias sem água e cuidado, a rosa já se mostrava sem vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, pensava na minha insensibilidade, na minha falta de zelo com algo tão belo e singelo. Indagando-me acerca do porquê de tamanho desprezo, lembrei-me da razão pela qual a havia ganhado, quando pensei em voz alta: "Esta flor não tem nenhum significado para mim!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei nos inúmeros outros botões de rosa vermelha que, assim como aquele, haviam sido distribuídos a tantas outras mulheres no Dia Internacional da Mulher. Pensei na possibilidade de a singeleza e fragilidade daquela flor esconder no interior daquelas pétalas fechadas, a permanência de uma relação desigual entre sexos instaurada na história da humanidade. Pensei na possibilidade de estas mesmas pétalas mascararem o motivo pelo qual este dia existiu. Pensei na possibilidade desta rosa silenciar e constranger uma batalha que ainda não se encerrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um breve instante, aquela flor passou a ter muitos de significados para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a tantos pensamentos, me veio à memória o momento em que aquela flor foi-me entregue. Lembrei-me do meu chefe vindo de sua grande sala até o meu pequeno espaço de trabalho para, pessoalmente e em mãos, entregar-me um botão de rosa vermelha acompanhado de um cartão. Após parabenizar-me pelo "meu dia" (seja lá o que isto significa), um tradicional comentário surge de um colega de trabalho: "E o dia dos homens?". E eis a resposta fatídica daquele que, há segundos atrás, me parabenizara pelo "meu dia": "O DIA DOS HOMENS SÃO TODOS OS OUTROS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, continuo a pensar: que significados tem esta flor para mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © Março 2009 Larissa Bassi Piconi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3453931545288796024?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3453931545288796024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3453931545288796024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3453931545288796024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3453931545288796024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/03/odeio-rosas-vermelhas-por-larissa-bassi.html' title='ODEIO ROSAS VERMELHAS - Por Larissa B. Piconi'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SbnQW19pdiI/AAAAAAAAAak/06Ova8xmiKU/s72-c/Rosa+vermelha+seca' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6148206648797259300</id><published>2009-02-27T16:26:00.046-03:00</published><updated>2009-03-02T21:17:01.458-03:00</updated><title type='text'>Decálogo de um escritor sem literatura.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SahFkCQV2UI/AAAAAAAAAaU/Qi1GTprvSKM/s1600-h/escritor1.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 162px; height: 341px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SahFkCQV2UI/AAAAAAAAAaU/Qi1GTprvSKM/s320/escritor1.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307568646239148354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Judith*:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Minhas cartas são tão longas que, suspeito, nunca são lidas por inteiro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Meus livros são tão longos que sequer me animo a terminá-los;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. Meus contos são tão detalhados que melhor seria se não tivessem nem começo nem fim.  Assim eu teria mais espaço pro meu virgulismo de detalhe;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. A vida se me apresenta tão tagarela que tornei-me um ser de algumas poucas palavras verbalizadas e de outras poucas apenas blogueadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Minhas idéias são criativas, mas sempre nutro dúvidas de que sejam inéditas.  Afinal, não é possível que ninguém as tenha tido antes de mim, até mesmo o que acabo de dizer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. Tento fugir de sacadas fenomenais.  Nesta fuga, descubro que o óbvio pode vir a ser mais inimigo da escrita do que as sacadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. Saquei outro dia que as introspecções inéditas são um convite para a dúvida e, portanto, um possível bloqueio para a necessária confiança que se deve ter para serem colocadas no papel, na página do livro ou na tela do computador;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIII. Esborracho o nariz e a testa intelectual  quando, ainda que raramente, me permito seduzir por qualquer espécie de presunção acadêmica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IX. Num mundo em que quase tudo já foi dito, gostaria de ser o herói "eureca" da escrita, e, uma vez mais, quebro a cara;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X. Acho absolutamente asquerosa a filosofia de originalidade enquanto "arte de esconder as fontes".  Isso me faz querer  antecipar-me às fontes, i.e., elaborar o meu saber antes que elas me digam o que quer que seja que estão lá pra dizer.  Depois, então, eu as procuro como possível sustentação, e o que encontro são evidências da minha absoluta idiotice em pensar que realmente pudesse me antecipar às idéias já traduzidas em letra e literatura há um, dois, dez, cem ou mil anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me diga uma coisa, Judith.  Que conselho literário você daria a este escritor sem literatura?  Por favor, seja generosa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;-------------------------&lt;br /&gt;Resposta da Judith:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/Sai1Walhz2I/AAAAAAAAAac/JE9SXXc6XiE/s1600-h/Judith"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/Sai1Walhz2I/AAAAAAAAAac/JE9SXXc6XiE/s200/Judith" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307691557554605922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Luís Wesley, digamos que seu resumo levou bem mais que 6 palavras! Rsrs. Bem, diria umas poucas coisas e considere minha distância abissal da vida acadêmica, terreno fértil para grandes verborragias (e outras coisas mais nobres, admito!): 1. Fuja da onipotência; originilidade, sacadas fenomenais, eureca, estas coisas. O sábio tem razão: não há nada novo debaixo do sol. 2. Não tenha medo de duvidar e, ao fazê-lo, não se omita de colocar no papel. A dúvida é terreno mais fértil para o pensar generoso do que as certezas. Via de regra, eu acho (hahaha). 3. Se suas cartas não são lidas, idem seus livros e seus contos são detalhistas demais, que tal enxugar e aplicar o princípio do "menos é mais"? 4. É sábio falar menos, ouvir mais e abrir a boca quando se achar que se tem o que dizer. Bom caminho, este! 5. Não leve nada disso a sério. Acho que ambos estamos brincando né? rsrsrs. 6. Viu como vc não é o único a não conseguir fazer seu resumo em 6 palavras. Eu tb não consegui! rsrsrs.  Judith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;---------------&lt;br /&gt;*&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Judith de Almeida&lt;/span&gt;, amiga de longa data, faz crítica literária e acumula grande experiência adquirida nas publicadoras que trabalhou, dentre elas a Editora Sepal e a Editora Vida Nova.  Sua competência na área lhe deu o mérito de trabalhar com a &lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.thomasnelson.com/consumer/"&gt;Thomas Nelson&lt;/a&gt;, uma casa publicadora cristã fundada inicialmente em Edinburgh, Scotland, hoje com sede em Nashville, TN, EUA, e expandida mundialmente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6148206648797259300?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6148206648797259300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6148206648797259300&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6148206648797259300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6148206648797259300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/02/palavras-escritas.html' title='Decálogo de um escritor sem literatura.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SahFkCQV2UI/AAAAAAAAAaU/Qi1GTprvSKM/s72-c/escritor1.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5408526923818986504</id><published>2009-02-17T20:53:00.005-03:00</published><updated>2009-05-23T15:47:39.469-03:00</updated><title type='text'>Siga os sinais que se apresentam a você...</title><content type='html'>&lt;object height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uy0HNWto0UY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uy0HNWto0UY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="295" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução (em sequência):&lt;br /&gt;(1) "Tire uma foto", (2) "Tô brincando!", (3) "Stacey", (4) "Jason", (5) "Prazer em conhecê-lo!", (6) "Prazer em conhecê-la também!", (7) [Jogo da Velha], (8) [Careta], (9) [Seios], (10) "Tenho um segredo", (11) "Eu estava te observando primeiro", (12) "Quer se encontrar?", (13) "Fui promovida", (14) "Deveríamos celebrar", (15) "Absolutamente!", (16) "Quer se encontrar?", (17) "Pensei que você nunca perguntaria", (18) "Oi"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5408526923818986504?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5408526923818986504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5408526923818986504&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5408526923818986504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5408526923818986504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/02/siga-os-sinais-que-se-apresentam-voce.html' title='Siga os sinais que se apresentam a você...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-2684539239482787558</id><published>2009-01-25T00:01:00.000-02:00</published><updated>2009-01-25T00:02:15.903-02:00</updated><title type='text'>Mais perguntas ou mais respostas? (VideoBlog #4)</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3lZZJzXfwUE&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3lZZJzXfwUE&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-2684539239482787558?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/2684539239482787558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=2684539239482787558&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2684539239482787558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/2684539239482787558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/01/mais-perguntas-ou-mais-respostas.html' title='Mais perguntas ou mais respostas? (VideoBlog #4)'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-5773410185239062421</id><published>2009-01-24T00:04:00.035-02:00</published><updated>2009-03-15T20:30:58.859-03:00</updated><title type='text'>AMIGOS CAMINHANTES, SONHAR É PRECISO!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SXp88BjoX9I/AAAAAAAAAaE/s7mudBww3YU/s1600-h/Exlio3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 129px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SXp88BjoX9I/AAAAAAAAAaE/s7mudBww3YU/s400/Exlio3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294681682579316690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Liana Bassi&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Após receber um e-mail do meu filho, contando como foi viver o momento histórico sobre o qual estão os holofotes do mundo, percebi-me inquieta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, me senti orgulhosa como mãe ao observar a autonomia e a grandeza das escolhas dos meus filhos. Alguns me disseram que sou louca por ter permitido que ele se aventurasse a ir para Washington numa época dessas para participar da posse de um presidente que nem é o do país dele. Mas o que é a vida senão correr riscos e conseqüências das escolhas que fazemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus olhos percorriam as linhas da mensagem de e-mail, enquanto a minha mente se estendia por outras “linhas”. Fiz-me várias perguntas: O que há de tão especial na chegada desse homem à presidência de uma nação tão poderosa? O que nós, brasileiros, dependentes de economias poderosas, temos a ver com isso? Não temos coisas mais importantes para nos preocupar? Como anda a saúde, a educação, a assistência, o meio ambiente etc? Quantos brasileirinhos nasceram no mesmíssimo dia da posse de Barack H. Obama, porém sem perspectiva de futuro? Não seria a hora de olharmos pra nós mesmos ao invés de vibrarmos com os estadunidenses como se fôssemos parte da mesma nação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me, também, do quanto me irrita assistir a mídia enfatizando e priorizando as notícias externas contribuindo para uma mega-valorização de tudo que não é nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um outro lado, a imagem daquele homem de pele escura me remeteu à imagem de um outro homem que teve um sonho: "Eu tenho um sonho," declarou &lt;a style="color: rgb(0, 0, 153);" href="http://www.youtube.com/watch?v=PbUtL_0vAJk"&gt;Matin Luther King Junior&lt;/a&gt;, "no qual meus quatro pequenos filhos viverão num país onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas sim pela grandeza de seu caráter". O mais incrível foi conseguir que o seu sonho se tornasse um sonho coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que estamos perdendo a capacidade de sonhar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou uma pessoa que já viajou muito para fora do Brasil – embora faça parte dos meus planos conhecer novos lugares e culturas! –, mas dentre aqueles que visitei, certamente um dos mais marcantes e inesquecível foi o memorial de Martin Luther King Junior, em Atlanta, GA, EUA. Relembrar a sua história, luta e caminhada, estar na mesma igreja de onde ele lançava as sementes da sua esperança me levou às lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas lembranças me remetem à resposta da pergunta que fazemos quando procuramos o que a posse de Obama tem de especial. Na verdade, provavelmente, ele não tenha nada de tão especial assim, e é aí que reside sua importância! Talvez não seja o que todos esperam e provavelmente não será, já que há uma hiper-valorização do seu poder. Do "poder negro" de um homem que se coloca como representante de brancos, negros, amarelos, vermelhos e todas as cores que quisermos dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, o poder não é dele. O verdadeiro poder é o que reside nos sonhos. E, neste dia 21 de janeiro de 2009, o mundo assistiu a materialização do sonho de Martin Luther King Junior e de muitos outros que compartilharam não somente os seus sonhos, mas também a vida, a prisão quando necessário, o levantar-se pela liberdade e, em muitos casos, a própria morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este evento histórico mostra para a humanidade que não basta sonhar, contudo. Afinal, além do sonho, é preciso construir o futuro no tempo que se chama hoje.  Meus alunos muitas vezes me questionam dizendo que a transformação social é impossível diante dos óbices impostos pelo capitalismo. Um outro amigo diria que tudo não passa de falácia. Todavia, hoje, a nação norte-americana nos dá esta  lição: não devemos desistir dos sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, quero continuar tendo sonhos e sendo alimentada por eles por mais que tenham o sabor da utopia. Fernando Birri, o cineasta argentino citado pelo escritor uruguaio Eduardo Galeano, diz o seguinte: "A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para caminhar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, amigos caminhantes, o horizonte nos espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Liana Bassi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5773410185239062421?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5773410185239062421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5773410185239062421&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5773410185239062421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5773410185239062421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/01/aos-amigos-caminhantes-por-liana-bassi.html' title='AMIGOS CAMINHANTES, SONHAR É PRECISO!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SXp88BjoX9I/AAAAAAAAAaE/s7mudBww3YU/s72-c/Exlio3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-4596061093387953610</id><published>2009-01-17T15:59:00.002-02:00</published><updated>2009-01-17T16:01:55.063-02:00</updated><title type='text'>A Gente é Gente, Gente! (VideoBlog #03)</title><content type='html'>&lt;object height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nHTUTU4HOYA&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nHTUTU4HOYA&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="295" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-4596061093387953610?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/4596061093387953610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=4596061093387953610&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4596061093387953610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/4596061093387953610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/01/gente-gente-gente-videdoblog-3.html' title='A Gente é Gente, Gente! (VideoBlog #03)'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-8590982981254432546</id><published>2009-01-11T13:00:00.002-02:00</published><updated>2009-01-17T16:01:22.069-02:00</updated><title type='text'>As Falsas Trindades (VideoBlog #02)</title><content type='html'>&lt;object height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/f1aDL6L0q9Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/f1aDL6L0q9Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="295" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-8590982981254432546?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/8590982981254432546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=8590982981254432546&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8590982981254432546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/8590982981254432546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2009/01/as-falsas-trindades.html' title='As Falsas Trindades (VideoBlog #02)'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7021574961848430136</id><published>2009-01-02T11:50:00.004-02:00</published><updated>2009-01-02T12:13:27.805-02:00</updated><title type='text'>A Teologia e o Silêncio (VideoBlog #01)</title><content type='html'>&lt;object height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oczOKwsIPts&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" 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value="http://www.youtube.com/v/PozoJsN-zzg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PozoJsN-zzg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-5120831329328927746?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/5120831329328927746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=5120831329328927746&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5120831329328927746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/5120831329328927746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/12/lus-wesley-uma-mensagem-para-2009-e.html' title='Uma mensagem para 2009 e um convite pra você.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-959989375203537728</id><published>2008-12-27T09:07:00.011-02:00</published><updated>2008-12-30T10:36:45.090-02:00</updated><title type='text'>2009 com outro tipo de bênção.</title><content type='html'>"Possa Deus abençoá-lo com desconforto diante de respostas fáceis, meias verdades e relacionamentos superficiais, de forma que você possa viver profundidade em seu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa Deus abençoá-lo com brabeza diante da injustiça, opressão e exploração de pessoas, de maneira que você possa trabalhar por justiça, liberdade e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possa Deus abençoá-lo com lágrimas que se derramem por aqueles que sofrem dor, rejeição, fome e guerra, de forma que você possa estender suas mãos para confortá-los e tornar suas dores em regozijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E possa Deus abençoá-lo com suficiente irracionalidade e estupidez para crer que você pode fazer diferença neste mundo, de maneira que você faça o que outros afirmam que já não pode ser feito."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Texto original em inglês, autor desconhecido, tradução de Luís Wesley)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-959989375203537728?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/959989375203537728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=959989375203537728&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/959989375203537728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/959989375203537728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/12/possa-deus-abeno-lo.html' title='2009 com outro tipo de bênção.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1117082237940025772</id><published>2008-12-25T16:32:00.006-02:00</published><updated>2008-12-28T21:39:54.481-02:00</updated><title type='text'>Natal, crianças e adultos.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;“Natal não é festa para crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Elas já sabem que Deus é criança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Não é festa para elas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;É festa delas para os adultos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;São os adultos que estão perdidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Por isso eu sugiro que no Natal as crianças&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;façam coisa que nunca fizeram:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;que elas dêem brinquedos como&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;presentes para os seus pais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;mesmo que sejam os brinquedos velhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Aí, quem sabe, o milagre acontece:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;os adultos viram crianças de novo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;e os filhos ganham, então,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o melhor de todos os presentes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;companheiros de brinquedo.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Rubem Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1117082237940025772?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1117082237940025772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1117082237940025772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1117082237940025772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1117082237940025772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/12/natal-no-festa-para-crianas.html' title='Natal, crianças e adultos.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-6983290484932661157</id><published>2008-11-17T20:43:00.095-02:00</published><updated>2008-12-05T15:48:35.175-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ESPIRITUALIDADE'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ACADEMIA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TEOLOGIA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OPINIÃO'/><title type='text'>Mais respostas ou mais perguntas?  (Um ensaio)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Não abraço teologias "tagarelas", da mesma forma como não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;ponh&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;o fé em teologias que só oferecem respostas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;muito menos nas que respondem perguntas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;que ninguém formulou, nem nas que forjam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;perguntas e respostas sem qualquer relaç&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;ão com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;o espaço, o tempo, a cultura e a conjuntura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-style: italic; font-weight: bold;font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSIXgkvl_iI/AAAAAAAAAW0/NqfZ2tYxXsY/s1600-h/raposa-tagarela.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 201px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSIXgkvl_iI/AAAAAAAAAW0/NqfZ2tYxXsY/s320/raposa-tagarela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269800362363452962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Penso que a maneira mais honesta e criativa de entender e processar uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;dada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tradição cristã é focar nas perguntas complicadas do passado e do prese&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nte formuladas pela mesma tradição, com a consciência de que as respostas foram e ainda são, freqüente e necessariamente, contextuais e provisórias.  Desta forma, refletir numa tradição cristã não é uma questão de obter respostas para todas e cada uma das perguntas que temos hoje, sem margens de exceção.  Ao invés disto, para teólogos cristãos que querem ser responsáveis com a história, a atitude de perguntar e responder deveria, isto sim, se tornar um exercício de questionar e lutar/lidar com respostas aparentemente prontas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou falando de perguntar e lutar/lidar principalmente com aquilo que se nos apresenta como respostas inquestináveis e definitivas, na maioria das vezes sobre questões secundárias e terciárias, e de brigar com aquilo que bloqueia nossa liberdade de re-interpretação e re-construção. Isto é próprio do movimento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; protestante, diga-se de passagem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A tradição cristã deve continuar fazendo perguntas profundas, ricas e pungentes, tais como: Por que o mal existe? Por que tantas pessoas sofrem?  Onde está Deus em relação ao sofrimento?  Afinal de contas, D&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;eus se importa mesmo com a opressão, a injustiça, os geradores de infelicidade, o abuso moral, a falta de solidariedade etc?  Se sim, qual o nosso lugar na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;missio Dei&lt;/span&gt; em relação a isto tudo?  Como Deus se importa e em relação a quem? Há ordem e justiça no universo?  Por quanto tempo?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a razão pela qual, no processo de fazer teologia, quando a gente faz perguntas, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;por exemplo, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;buscamos não por respostas, mas por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;insights&lt;/span&gt; (introspecções). Tais &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;introspecções precisam nos arremeter para mais além de respostas óbvias &lt;/span&gt;que apenas dourem a pírula da vida com ilucina&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ções transcendentes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; e pretensamente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; revelatórias, ou que apenas alimentem esta cultura de consumo da fé que cria disneylândias&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;espirituais e bancos de respostas prontas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSdvOtPsXSI/AAAAAAAAAXM/shDnBSHpbAs/s1600-h/Sola+Gratia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 230px; height: 223px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSdvOtPsXSI/AAAAAAAAAXM/shDnBSHpbAs/s320/Sola+Gratia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271304187314724130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É claro que a tradição cristã, por seu labor histórico, já possui uma multiplicidade de respostas, algumas das quais são e devem continuar sendo definitivas e inegociáveis.  Um exemplo está nas seguintes formulações e convições da Reforma Protestante: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sola gratia &lt;/span&gt;(somente pela graça), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sola fide&lt;/span&gt; (pela fé somente), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Solus Christus&lt;/span&gt; (somente Cristo), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sola scriptura &lt;/span&gt;(somente a Escritura), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Soli Deo gloria &lt;/span&gt;(glória somente a Deus).  Como já disse num &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post &lt;/span&gt;&lt;span&gt;anterior&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;"menos do que isto deixa de ser o Evangelho do Reino; mais do que isto é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;borra &lt;/span&gt;que as confessionalidades aderem e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;tromboses&lt;/span&gt; que as institucionalidades impõem&lt;span style="font-size:100%;"&gt;" (LWdeS, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span&gt;neste blog, em&lt;/span&gt; 11/12/07).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Embora possua respostas que, de fato, são nada menos que definitivas e inegociáveis, na tradição cristã também existem respostas que são apenas convincentes, outras são, digamos, promissoras, e ainda outras são realmente insatisfatórias. Sobre estas últimas, elas são parciais e misturadas com a inevitável falibilidade humana e os ruídos ideológicos.  Por isso que é tão importante que as comu&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nidades de fé lutem/lidem com textos difíceis e com aspectos complicados da tradição.  Penso que é isto que a biblicista Katheryn Pfisterer Darr sugere quando diz, por exemplo, que “às vezes continuamos a abraçar textos que ferem, não porque afirmamos suas respostas, mas porque eles nos forçam a confrontar as questões importantes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que não possuímos tradições, incluindo aqui as interpretações bíblico-doutrinárias, que não passem por artérias falíveis e parciais.  Temos, isto sim, tradições que, apesar de ricas, inspiradoras e admiráveis &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;a maioria das quais dão sentido ao "abraço" que damos à fé &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;–&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, são extremamente terrenas, ambíguas e saturadas de dor, ao mesmo tempo em que são feitas e ornadas de paixão. De qualquer forma, ao questionarmos e re-questionarmos, e ao lidarmos com respostas que nada são senão como o tatear de um cego diante do seu desejo de conhecer as formas e as imagens, a gente ganha &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sabedoria &lt;/span&gt;– embora esta mesma sabedoria ainda não seja certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSdtDPCwsQI/AAAAAAAAAXE/muCtFEGubNs/s1600-h/holocaust00_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 145px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSdtDPCwsQI/AAAAAAAAAXE/muCtFEGubNs/s200/holocaust00_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271301791205601538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Penso que toda e qualquer teologia começa com perguntas muito humanas, das quais a mais importante é: "Há ordem e significado neste universo?"  Penso também que, pelo fato de que muitas teologias não se mantém intactas, íntegras e holísticas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;i.e., não provêem poder formativo suficiente para impedir a injustiça, a segregaç&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; racial, a opressão, a desumanidade, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o genocídio, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;etc. (o holocausto é um exemplo clássico, mas não é o único!) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;–&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, não deveríamos discutí-las como lugares onde se desvendam questões/respostas importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, é isto que as teologias responsáveis apontam com profundidade: para perguntas/questões difíceis que formam a comunidade da fé e a colocam na linha de frente de uma ação profética &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;transformadora&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;; não para respostas fáceis que, no seu resultado pedagógico final, deformam a percepção que devemos ter do mundo, da realidade, do espaço, da conjuntura, das pessoas, dos poderes, da cultura, dos sistemas e do tempo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte da nossa tarefa como pensadores cristãos, então, é perguntar sobre que espécie de perguntas produziram as respostas que não se mantiveram em pé diante das vicissitudes da história.  Do contrário, cometeremos os mesmos erros de outrora, elaborando respostas pretensamente definitivas, mas extremamente descontextualizadas, pouco formativas e nada transformadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-6983290484932661157?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/6983290484932661157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=6983290484932661157&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6983290484932661157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/6983290484932661157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/11/mais-respostas-ou-mais-perguntas-um.html' title='Mais respostas ou mais perguntas?  (Um ensaio)'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SSIXgkvl_iI/AAAAAAAAAW0/NqfZ2tYxXsY/s72-c/raposa-tagarela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1862800179686749768</id><published>2008-11-07T00:20:00.091-02:00</published><updated>2008-11-18T00:33:00.369-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='REAÇÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OPINIÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IDÉIAS'/><title type='text'>ESTES NOSSOS IRMÃOS...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRRFSyZAE2I/AAAAAAAAAWc/sbIZ_0RrlqI/s1600-h/barack+obama"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265910053369549666" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; width: 225px; cursor: pointer; height: 266px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRRFSyZAE2I/AAAAAAAAAWc/sbIZ_0RrlqI/s320/barack+obama" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;br /&gt;Nosso irm&lt;/span&gt;ão&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;querido&lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;o liberal-democrata &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Barack H. Obama&lt;/span&gt;, com a graça de quem sabe tanto &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;mobilizar&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; as massas populares como desafiar e dobrar impérios econômicos, com a consciência de quem foi eleito para fazer bem ao mundo, com a solidariedade humana que lhe é característica, e com a sensibilidade global que demonstra, vai arrumar o que um outro irm&lt;/span&gt;ão&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nada queri&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;do&lt;/span&gt;, o conservador-republicano, metodista "de carteirinha" &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;George W. Bush&lt;/span&gt;, des-arrumou no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;O irmão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bush&lt;/span&gt; adentrou a presidência dizendo que era "homem de guerra". &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;Suas escolas foram os &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;interesses de &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;conglomerados petrolíferos e financeiros. &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;Com &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;trejeitos de &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;típico vaqueiro texano, atrelado a um conjunto de idéias néo-fundamentalistas, conseguiu começar (sem terminar) uma guerra baseada em premissas faltosas, abriu uma "vala" por onde também correu o sangue de milhares de pessoas inocentes, orientado pela mais pura l&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;ó&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;gica&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; do "olho por olho e dente por dente". Gastou múltiplos trilhões de dólares, que poderiam ter sido investidos em desenvolvimento humano ao redor do mundo, e praticou uma política que &lt;span style="font-size:100%;"&gt;acabou por defenestrar a economia mundial e espalhar inseguranças e incertezas em n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;í&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;vel planetário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;rmão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obama&lt;/span&gt; foi eleito por uma variedade de segmentos, até por aqueles que os "irm&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ãos" n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão&lt;/span&gt; consideram &lt;span style="font-size:100%;"&gt;serem irm&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ãos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;e tomará posse dizendo que quer a paz e que não pensa somente nos Estados Unidos da América. Suas escolas foram as múltiplas orfandades (paterna, materna e social) e a cidadania mundial que corre em suas veias e embeleza sua &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;história&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;. Antes, durante e depois de seus estudos na Harvard University, soube transformar, para si mesmo, em sala de aula, as ruas e calçadas de Chicago, aprendendo a sentir o que o povo sente, saber o que o povo sabe para, então, mobilizá-los por mudanças necessárias. &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRRJkVT0rvI/AAAAAAAAAWs/D2tMZLQaZ4U/s1600-h/george-w-bush-caricature.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265914752847359730" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 183px; cursor: pointer; height: 213px;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRRJkVT0rvI/AAAAAAAAAWs/D2tMZLQaZ4U/s200/george-w-bush-caricature.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O irmão&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bush&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;desenhou &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;sua própria história com lápis coloridos pelos conservadorismos evangélicos do "cinturão bíblico" americano -- eivado de conceitos e preconceitos pouco cristãos --, e a &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;caricaturou&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; de tal forma que acabará sendo contado como o pior presidente que os EUA jamais teve. &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;A história do mundo hoje lamenta&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; sua ascens&lt;/span&gt;ão&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; à &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;presidência&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; e desde já agradece e sua partida do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;irm&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ão&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obama&lt;/span&gt; já fez história, e até aqui ele a escreveu com tinta que tem a cor &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;da &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;dignidade&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; de ser quem é, de vir de onde veio e de representar o que representa. Além de ser o primeiro afro-americano &lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;a ser eleito para o ofício da presidência dos EEUU, e&lt;/span&gt;le incorpora o perfil do líder que, com&lt;span id="breadcumb_tail"&gt; jeito calmo e dialético, porém firme, inteligente e nada impulsivo, &lt;/span&gt;exerce o poder em favor do seu país &lt;span style="font-style: italic;"&gt;e do mundo&lt;/span&gt;. &lt;span id="breadcumb_tail"&gt;O que a história fará dele vai depender de sua própria honra, abertura e determinaç&lt;/span&gt;ão&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;, e daquilo que o seu povo venha a permitir, com todas as implicações envolvidas, que se transforme aqui na América e no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes nossos dois irmãos, embora compartilhem da mesma fé cristã, abraçam epistemologias e cosmovisões muito diferentes. O irmão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bush&lt;/span&gt; estribou-se no maniqueísmo dos irmãos para os quais a percepção da irmandade/fraternidade humana é fosca, distorcida, cheia de ruídos e interferências de um protestantismo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opinionated&lt;/span&gt;, e sujeita a flagrantes incapacidades de perceber "o outro" mais além dos arraiais e currais religiosos. Por outro lado, o irmão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obama&lt;/span&gt; concebe que, neste mundo já marcado pela desigualdade, não basta ser apenas irmão dos que tem a mesma fé e fazem as mesmas escolhas: é preciso se estender muito além de si mesmo e das pobres agendas religiosas e partidárias, amar a justiça, solidarizar-se com os que sequer sabem mesmo o que significa ter um irmão, e ser agente de mudança em favor de todos, indistintamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Luís Wesley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copyright © Novembro 2008 Luís Wesley de Souza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="breadcumb_tail"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-1862800179686749768?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/1862800179686749768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=1862800179686749768&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1862800179686749768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/1862800179686749768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/11/os-irmaos.html' title='ESTES NOSSOS IRMÃOS...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRRFSyZAE2I/AAAAAAAAAWc/sbIZ_0RrlqI/s72-c/barack+obama' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-3978732791471297190</id><published>2008-11-04T23:05:00.026-02:00</published><updated>2008-11-09T20:09:50.448-02:00</updated><title type='text'>Memoráveis tempos!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRDxmbFVHwI/AAAAAAAAAWM/g2Zk8rkpauY/s1600-h/Acampamento+Bispo+Dawsey.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264973606803545858" style="margin: 0px auto 10px; 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Da esquerda para a direita: Vera, Lidiane, Eliane, Ediéia, Arlei, Edinei e Luís Wesley. Coloco esta foto aqui porque aqueles eram "Anos de Prata Fina", e para que aquela geração se alimente do que são nossas lembranças de Telêmaco Borba e dos jovens da Sexta RE no final dos anos 70. Recebi esta foto da Lidiane. Tive uma lembrança vívida da ocasião. A foto pode ser qualificada de “medonha”, sim, mas é repleta de significado. “Medonho” mesmo é o que nos tornamos após 31 anos! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR"  style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;O Acampamento Bispo Dawsey era rústico e simples, e a gente ía pra lá por muitas razões, menos à procura de conforto. Note o fundo do palco em lona ainda, paredes de tijolo sem reboco, nada terminado, tudo provisório, tema ("Em busca da maturidade cristã") e cântico (veja letra abaixo) escritos à mão em cartazes de papelão... E nós todos éramos mais simples também. Afinal, painéis refletores e retro-projetores eram coisas "futuristas", datashow e tela de plasma sequer cabiam na nossa mais criativa imaginação, e "CD" eram apenas as duas primeiras das três letras daquele adjetivo terminado com "F" que dávamos aos &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;"&gt;nerds&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR"  style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;E tinha muito barro! Basta observar os nossos sapatos e botas. A foto, de fato, tem a "côr" de Telêmaco da época. Quanto mais barro e frio em Telêmaco, mais aconchegante ficava. A gente trabalhava pra construir o “Recanto”, sujava a roupa, mas limpava a alma! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR"  style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Olho nesta foto e esta é a pergunta que me vem à mente: &lt;i&gt;Éramos mais ingênuos e mais alienados, ou mais sensíveis, alegres, livres, aquecidos e apaixonados? &lt;/i&gt;No que tange a mim, percebo o quanto a vida, de lá pra cá, se sofisticou em TODOS os aspectos. Saudade da simplicidade... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR"  style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Entretanto, a memória do que foi caminha lado-a-lado na definição de quem somos. Afinal, "sucesso" não se mede pelo que nos tornamos, mas de onde viemos e a Quem pertencemos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Luís Wesley&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;----------------------------------&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Mais e Mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Queremos te conhecer mais e mais,&lt;br /&gt;Escolhendo os teus caminhos mais e mais.&lt;br /&gt;Queremos te obedecer, procurando o teu querer,&lt;br /&gt;E vivendo pra te agradar mais e mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;Queremos, Senhor, te amar mais e mais.&lt;br /&gt;Ajudando a tua gente mais e mais.&lt;br /&gt;Crescendo pra sermos úteis no teu reino aqui, Senhor.&lt;br /&gt;Repartindo a tua vida mais e mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR"  style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;[Luiza Cruz (1973)]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-3978732791471297190?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/3978732791471297190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=3978732791471297190&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3978732791471297190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/3978732791471297190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/11/telmaco-borba-pr-1978-acampamento.html' title='Memoráveis tempos!'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SRDxmbFVHwI/AAAAAAAAAWM/g2Zk8rkpauY/s72-c/Acampamento+Bispo+Dawsey.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7367761517946473062</id><published>2008-11-01T22:40:00.010-02:00</published><updated>2008-11-06T19:53:31.587-02:00</updated><title type='text'>95 Teses para a Igreja de HOJE.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;Por José Barbosa Junior (organizador)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero afixou, na Abadia de Wittemberg, 95 teses em que desafiava a Igreja Católica a debater sobre a venda de indulgências. O fato desencadeou o que mais tarde seria conhecido como a Reforma Protestante, movimento que marcou a história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  491 anos depois, ao vermos a igreja "protestante" navegar por mares incertos e perigosos, decidimos lançar em comemoração a esta data tão importante em nossa história, um manifesto pela volta à simplicidade do Evangelho, segundo as Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O lema Eclesia reformata, semper reformanda, deve estar sempre ecoando em nossos ouvidos, chamando-nos à responsabilidade de sempre caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus! Fica lançado aqui o nosso desafio. Não temos a pretensão de iniciarmos uma "nova reforma", mas simplesmente levar o povo de Deus a uma reflexão sincera e bíblica daquilo que temos vivido como Igreja de Cristo em nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O texto abaixo surge muito mais como desabafo e lamento do que como proposta de revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  "Non nobis Domine, sed nomini Tuo da gloriam" (Salmo 115.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  95 Teses para a Igreja de Hoje&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  2 – Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois "do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam". (1 Jo 5.19; Sl 24.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo "expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles" e que essa vitória teve como golpe final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se "amarrar" todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois "nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo". (1 Pe 2.11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. "Determinar", "reivindicar", "ordenar" e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  15 – Afirmamos que a frase "Pare de sofrer", exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. (Rm 8.19-23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para "merecermos" a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  20 – Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  21 – Que entendamos que vivemos num "país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza". Portanto, que não seja mais "obrigatório" aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  22 – Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  23 – Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... (Sl 150)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  24 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que "ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum." (At 4.32)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  25 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. (Gl 6.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  26 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por "falta de fé". Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  27 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do "exército inimigo". Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  28 – Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  29 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, "disputarmos" quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  30 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à "fama" antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  31 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  32 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  33 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  34 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  35 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  36 – Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um "justo" (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  37 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  38 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  39 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  40 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  41 – O versículo bíblico "Feliz a nação cujo Deus é o Senhor" não deve ser interpretado sob olhares políticos como "Feliz a nação cujo presidente é evangélico" e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  42 – Repugnamos veementemente os chamados "showmícios" com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de "louvor a Deus" para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  43 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  44 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a "patente" de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  45 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  46 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico "não toqueis no meu ungido" para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  47 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de "perder a salvação" por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  48 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos "palácios" para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  49 – Que nenhum movimento, modelo, ou "pacote" eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido com a "solução" para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  50 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu "mover". Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  51 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a "tietagem" evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  52 – Reafirmamos que o véu que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  53 – Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  54 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  55 – "O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus." Que sejamos sábios para não misturar as coisas. (Jr 23.28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  56 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  57 – Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  58 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  59 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem "estrelas" do evangelho ou mesmo "produtos" a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com "atrações" curiosas, como "a menor pregadora do mundo", etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  60 – Que as "Marchas para Jesus" sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  61 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais "cristãos". (At 4.12; Jo 3.8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  62 – Que as livrarias ditas "cristãs" sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  63 – Cremos que "declarações mágicas" como "O Brasil é do Senhor Jesus" e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  64 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como "unção dos 4 seres viventes", "unção do riso", etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  65 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de "novas unções". (1 Jo 2.20,27)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  66 – Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento "gospel", com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  67 – É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  68 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos "preferidos" de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar "O" instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  69 – Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo "Israel" para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  70 – Lamentamos o estímulo e o uso de "amuletos" cristãos como "água do rio Jordão", "areia de Israel" e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de "catalisadores" do poder de Deus. (Hb 11.1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  71 – Que o profeta que "profetizar" algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  72 – Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  73 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. (1 Pe 2.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  74 – Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma "classe superior" de "levitas", até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  75 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz "cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento". (1 Co 14.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  76 – Não consideramos que "há poder em nossas palavras" como querem os adeptos dessa teologia da "confissão positiva". Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  77 – Rejeitamos a onda de "atos proféticos" que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em "restaurar a adoração" ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra — deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  79 – Discordamos dos "restauradores das coisas perdidas" por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está "restaurando a adoração", "restaurando o ministério profético", etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  80 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos "milagres" e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  81 – Deus não nos chamou para sermos "leões que rugem", mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  82 – Entendemos como abusivas as cobranças de "cachês" para "testemunhos". Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  83 – Que movimentos como "dança profética", "louvor profético" e outros "moveres proféticos" sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  84 – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, sejam o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  85 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  86 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. "Pois tive fome... e me destes de comer..." (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  87 – Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens – Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  88 – Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a "máfia" das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos "louvores" comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  89 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a "máfia" das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo "gospel" a fim de terem igrejas "lotadas" para ouvirem as "atrações" da fé. (1 Pe 5.2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  90 – Que sejamos livres para "examinarmos tudo e retermos o que é bom". (1 Ts 5.21)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  92 – Somente a Graça. (Ef 2.8-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  93 – Somente a Fé. (Rm 1.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  94 – Somente Cristo. (At 17.28)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  95 – Glória somente a Deus (Jd 24-25)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Copyright © Outubro 2008 José Barbosa Junior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7367761517946473062?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7367761517946473062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7367761517946473062&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7367761517946473062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7367761517946473062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/11/95-teses-para-igreja-de-hoje.html' title='95 Teses para a Igreja de HOJE.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-7620723105611375510</id><published>2008-10-27T23:27:00.010-02:00</published><updated>2008-11-09T00:30:06.000-02:00</updated><title type='text'>O discurso de Guaicaipuro Cuauhtémoc.</title><content type='html'>Um discurso feito pelo embaixador Guaicaipuro Cuauhtémoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia. A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaipuro Cuauhtémoc. Eis o discurso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aqui estou eu, Guaicaipuro Cuauhtémoc, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a ‘descobriram’ só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país -, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consta no ‘Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais’ que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América. Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão. Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva. Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano ‘MARSHALL MONTEZUMA’, para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos? Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo. Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra. Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue? Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas. Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa. Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais. Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Publicado no Jornal do Comércio - Recife/PE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-7620723105611375510?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/7620723105611375510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=7620723105611375510&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7620723105611375510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/7620723105611375510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/10/discurso-do-embaixador-guaicapuro.html' title='O discurso de Guaicaipuro Cuauhtémoc.'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-509799387534503716</id><published>2008-10-27T09:13:00.015-02:00</published><updated>2008-10-28T00:48:34.298-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='REFLEXÃO'/><title type='text'>Viver é bom...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SQWneXEFvMI/AAAAAAAAAV0/O6khNplm_Nk/s1600-h/Viver+%C3%A9+bom"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 172px; height: 414px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SQWneXEFvMI/AAAAAAAAAV0/O6khNplm_Nk/s320/Viver+%C3%A9+bom" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261795879681375426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;H&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;á momentos em que a vida nos vem t&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;ão&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; avassaladora, dando a impress&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;ão de nos ter metido num t&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;unel escuro, profundo, assombroso e indef&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;í&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;nivel. Dentro dele, na escurid&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;ão,&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; a gente perde a clareza da vi&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;são, &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;e a mente se permite congelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há, sim, momentos que são pra sempre. Eles "colam" na alma com tal firmeza, intensidade e durabilidade que nem os doces, nem os sais, nem os ácidos, nem a &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;escurid&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;ão&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; da vida possuem o poder de removê-los ou deformá-los. Quem não os possui? Eu os tenho de sobra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São momentos que geram memórias que vão muito além das simples lembranças.  Formatam o dia-a-dia com irresistível força, com a deliciosa subversão do afeto impregnado nas paredes do coraç&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;ão&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;. Destes momentos que são pra sempre e que trazem saudade da boa é que colho a certeza de que viver é bom e amar vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o melhor de todos os momentos é aquele através do qual se pode enxergar o fato de que o Eterno esteve e está com a gente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Luís Wesley&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17252339-509799387534503716?l=luiswesley.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luiswesley.blogspot.com/feeds/509799387534503716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17252339&amp;postID=509799387534503716&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/509799387534503716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17252339/posts/default/509799387534503716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luiswesley.blogspot.com/2008/10/viver-bom.html' title='Viver é bom...'/><author><name>Luís Wesley</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13112531366756168951</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/-jVFw9ccHlFU/TjbC1WmRHII/AAAAAAAAAis/UstN61SWMmk/s220/Wesley%2B2011%2BJuly%2B%2528Churrasqueira%2529.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SQWneXEFvMI/AAAAAAAAAV0/O6khNplm_Nk/s72-c/Viver+%C3%A9+bom' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17252339.post-1454350949163373767</id><published>2008-10-12T16:04:00.104-03:00</published><updated>2012-02-03T17:39:30.039-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='REFLEXÃO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='AUTO-CRÍTICA'/><title type='text'>Reflexão sobre meu “Auto-Exílio Eclesiástico”.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJLK4HK6SI/AAAAAAAAARM/HA7faprPxak/s1600-h/The+Thinker.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256346365328025890" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJLK4HK6SI/AAAAAAAAARM/HA7faprPxak/s200/The+Thinker.jpg" style="cursor: pointer; float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há mais de um ano (julho de 2007) postei uma pequena nota neste blog, falando de minha transferência para a United Methodist Church e do que considero ser um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;auto-exílio eclesiástico&lt;/span&gt;. As reações foram intensas e interessantes, muitas de solidariedade e cheias de senso de justiça pela decisão tomada, e algumas poucas de certo espanto por eu aplicar à esta transferência o sentido de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;exílio&lt;/span&gt;. Não mudei a linguagem e considero ínfima a possibilidade de redefinir esta percepção. Contudo, já que também considero ser responsável de minha parte refletir sobre este auto-exílio, há algum tempo passei a fazer uma leitura bem mais positiva da experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJNzW8gfGI/AAAAAAAAARU/iWguDpQEoOg/s1600-h/PAULO+FREIRE.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256349259822824546" src="http://2.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJNzW8gfGI/AAAAAAAAARU/iWguDpQEoOg/s200/PAULO+FREIRE.jpg" style="cursor: pointer; float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;Foi re-lendo Paulo Freire que consegui substanciar esta nova leitura. “Para mim, o exílio foi profundamente pedagógico”, disse Freire, e completou: “Quando, exilado, tomei distância do Brasil, comecei a compreender-me e a compreendê-lo melhor”. Guardadas as enormes proporções de todos os aspectos de diferença entre o grande Paulo Freire e o insignificante Luís Wesley, vejo paralelos e diferenças entre a experiência dele e a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma diferença básica é que Freire foi tacitamente “sentenciado” pela ditadura militar a se retirar do Brasil e proibido de entrar na Espanha e em outros países por conta de seu discurso revolucionário de uma pedagogia que conscientiza e resgata pessoas da alienação para formatarem seus próprios caminhos de transformação social, enquanto eu, como bem defini, decidi experimentar um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;auto&lt;/span&gt;-exílio eclesiástico por conta do discurso das relações ministeriais da igreja, mas nunca fui proibido de voltar ao Brasil ou de, quando solicitado, dar minha contribuição para a igreja brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJOyRUKu3I/AAAAAAAAARc/QlfmoAZQAho/s1600-h/Mirror.jpeg.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5256350340643208050" src="http://4.bp.blogspot.com/_xwbPfMUzaOA/SPJOyRUKu3I/AAAAAAAAARc/QlfmoAZQAho/s200/Mirror.jpeg.jpg" style="cursor: pointer; float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;Uma similaridade, contudo, está na pedagogia que o exílio faz gerar na gente: “comecei a compreender-me e a compreendê-lo melhor”, observou Freire. Olho para a minha própria experiência e vejo a mesma coisa. Foi quando me distanciei do que me consternava no Brasil que comecei a compreender melhor a minha própria condição enquanto pessoa e, é claro, enquanto ministro do evangelho. Num primeiro momento, permiti enxergar-me num espelho imaginário da realidade, e, o que vi, me trouxe sentimentos ambígüos. Vi minhas virtudes e minhas misérias mescladas num só mosaico de cores; contemplei minha independência, bem como minha flagrante vulnerabilidade; curti minha liberdade, e me deixei doer na minha distância; apreciei meu crescimento, e lamentei algumas desconexões decorrentes justamente do fato de ter crescido; celebrei minhas conquistas, e chorei meus fracassos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiu, então, uma consciência crítica e libertadora. A consciência crítica nasce da possibilidade de a gente avaliar o que somos e realizamos até o presente, reconhecer a real contribuição que se deu para o bem comum e, desta forma, fomentar um futuro mais sintonizado com o que se é, de onde se veio e para onde se pode ir. Na
