L. Wesley's COMMUNITÀS
Este blog é dedicado ao exercício dos dons da liberdade, da razão, da experiência e do afeto na caminhada.
Quem sou eu
Ora, o que me importa ser senão UM BOM AMIGO NA JORNADA?
Segunda-feira, Dezembro 31, 2007
Terça-feira, Dezembro 25, 2007
Natal: memória, conteúdo, significado e MÚSICA.
Eu poderia passar tranqüilamente pelo período de Natal sem a maioria dos legítimos símbolos, cerimônias e adornos cristãos natalinos. A música para mim, contudo, mesclada a um cenário que traga consciência viva e experimental do significado do Natal, é fundamental.
Não estou falando daquelas "chanchadas" natalinas que se toca nas portas das lojas, nem das paródias de natal que se cantam em quermeces igrejeiras. O som destas cantigas me causa náusea, não tanto pela música em si, mas pelo flagrante apelo mercadológico, consumista, excludente, segregante e leviano que sugerem e transmitem de um conteúdo totalmente caricaturizado e des-natalinado no que tange ao significado do nascimento do Salvador.
Gosto das músicas de Natal que trazem e relembram sua Essência. Estou falando d'Ele mesmo: Cristo Jesus, o filho do Deus que se auto-soletrou no humano para se fazer entendido pela humanidade que Ele próprio criou. Falo Daquele que não residiu apenas na manjedoura, como se uma pessoa normal pudesse assim existir - petrificado, congelado no tempo - , mas que cresceu, viveu, brincou, riu, trabalhou, cantou, ensinou, chorou, sofreu, morreu, redimiu e ressucitou.
Desde criança fui ensinado a ouvir e apreciar músicas que celebrassem tanto o menino da manjedoura quanto o Homem de Nazaré, tanto o "alfa e o ômega" quanto o crucificado vitorioso, tanto "a imagem do Deus invisível e primogênito de toda a criação" quanto Aquele que nasceu para ser formado em mim.
Fazer esta relação entre memória, conteúdo e significado, e tranformá-la em canção para a mente e o coração, me traz aquilo que torna esta data, por si mema tão relativa no que tange a apenas defini-la como o-dia-em-que-Jesus-nasceu, num evento de significado cósmico e de salvação eterna. Este evento não é só meu, nem pode ser. Por isso, ele traz dimensões inconfundivelmente relacionais, afetuosas e fraternas, bem como solidariedade e consciência de responsabilidade social.
Luís Wesley
Marcadores: REFLEXÃO
Terça-feira, Dezembro 11, 2007
Nem menos, nem mais.
Sola gratia.
Sola scriptura.
Solo Cristus.
Sola fide.
Soli Deo gloria.
Sola scriptura.
Solo Cristus.
Sola fide.
Soli Deo gloria.
Menos do que isto deixa de ser o Evangelho do Reino. Mais do que isto é borra que as confessionalidades aderem e tromboses que as institucionalidades impõem.
Copyright © December 2007 Luís Wesley de Souza
Marcadores: OPINIÃO



